quinta-feira, 14 de julho de 2016

Adolescentes fazem pouco exercício físico



Um estudo da Organização Mundial de Saúde revela que a maioria dos jovens, com idades entre os 11 e os 15 anos, não pratica as atividades físicas recomendadas para a sua idade.

Os resultados de uma pesquisa feita em 42 países da Europa e América do Norte, pela Organização Mundial de Saúde (OMS), indicam que 80% dos adolescentes entre 11 e 15 anos sentem uma grande satisfação de vida, mas alerta que apenas uma pequena porcentagem destes jovens pratica atividade física recomendada, um número que é ainda mais baixo no caso das meninas.

Segundo o estudo, o consumo de álcool e tabaco entre os jovens desta faixa etária diminuiu significativamente, ao contrário do excesso de peso e obesidade, que cada vez é maior entre rapazes e moças, apesar de um quarto das jovens com 15 anos ter assumido que faz dieta ou adota outras métodos para perder peso.

«Os adultos de 2030 são os adolescentes de hoje. Existe uma necessidade de ação, por exemplo, no que diz respeito ao aumento dos preços do tabaco, proibição da publicidade a álcool ou produtos de tabaco. O relatório dá-nos algumas boas notícias mas precisamos ver o chamado ‘acordar’ das mentalidades e a inversão dos comportamentos perigosos como o declínio do uso de preservativo», afirmou Gauden Galea, diretor da Divisão de Doenças não Comunicáveis e Promoção da Saúde ao longo da Vida, do Gabinete Regional da OMS para a Europa.

Matéria publicada no site Fátima Missionária

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Desafio de conhecimento com o Prof. André Lopes



Que tal testar os seus conhecimentos em treinamento físico?

Hoje é dia de desafio: vamos falar de treinamento físico, gasto calórico e emagrecimento.
Quando falamos em “combater “o excesso de massa gorda precisamos entender os 3 pilares mais importantes que promovem isso.

Alimentação (ingesta calórica).
Atividade Física (gasto energético).
Exercício Físico (otimização fisiológica).

A periodização do treinamento continua existindo, a progressividade de intensidade continua existindo, as ondulações de estímulos continuam existindo.

Vou fazer uma pergunta para você e seus colegas (marque eles na postagem lá no Facebook);
Quando pegamos 2 sujeitos idênticos (suposição) A e B com massa – estatura – composição corporal IGUAIS, e colocamos eles em uma esteira durante 10 minutos – com velocidade igual de 7km/hora – um detalhe importante – o sujeito A é sedentário e o sujeito B treinado, qual dos 2 irá gastar mais calorias?

Deixe seu comentário – quando tivermos muitas interações vamos publicar outro texto explicando o que acontece.

(Fonte: Prof. André Lopes – PhD em Ciências do Movimento Humano pela URGS e colaborador nosso portal. Para saber mais dos seus trabalhos, clique aqui).

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Atividade física regular reduz risco de câncer



Novo estudo afirma que a prática regular de exercício físico diminui risco de câncer

Cada vez mais a ciência tem revelado novos benefícios que a prática regular de exercício traz para a saúde. Em um recente estudo feito pelo Instituto Nacional do Câncer dos Estados Unidos e publicado no Jornal da Associação Médica Americana (Jama), descobriu-se que praticar atividade física regularmente diminui o risco de desenvolver 13 tipos de câncer.

Os pesquisadores analisaram 1,44 milhão de pessoas nos Estados Unidos e na Europa, com idade entre 19 e 98 anos, durante cerca de 11 anos, período no qual foram diagnosticados 187 mil novos casos de câncer. Após avaliarem os dados, eles constataram que aqueles que eram ativos, ou seja, que praticavam alguma atividade durante 150 minutos por semana, tiveram 7% menos chance de desenvolver qualquer tipo de câncer em relação aos que se exercitavam com menos frequência.

Entre as mulheres, constatou-se que a atividade física regular reduziu o risco de elas desenvolverem câncer de endométrio (21%) e de mama (10%). Já em ambos os sexos, foi observada uma redução em outros 11 tipos de câncer: esôfago (42%), fígado (27%), pulmão (26%), rim (23%), estômago (22%), sangue (20%), medula (17%), cólon (16%), cabeça e pescoço (15%), bexiga (13%) e de reto (13%). Os resultados foram observados em todos os perfis de participantes, até mesmo entre os obesos e fumantes.

“A prática regular de atividade física já é conhecida por reduzir os riscos de doença cardíaca e risco de morte por todas as causas, e nosso estudo demonstra que ela está associada também à diminuição do risco de desenvolver vários tipos de câncer. Além disso, os resultados mostraram que os benefícios valem para diferentes perfis de pessoas, sejam elas obesas ou não, com ou sem histórico de tabagismo”, disse um dos pesquisadores.

Matéria publicada no site da O2 Por Minuto.

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quarta-feira, 13 de julho de 2016

Você sabe o que é hipertrofia?




Precisamos falar de hipertrofia. Saiba os segredos de bons treinamentos!

Exercício físico consiste em todas as formas sistematizadas de atividade física. Embora a atividade física que ocorre na vida diária, no trabalho, na locomoção, no esporte e no lazer induza a efeitos benéficos no organismo, quando se deseja estimular funções específicas, os exercícios são utilizados pela maior eficiência e segurança. Os exercícios, em geral, podem ser selecionados em função dos objetivos pretendidos, seja em saúde ou em aptidão física, e podem ser adaptados para as condições individuais (SANTAREM, 2012).

Exercícios físicos, em geral, visam melhora da aptidão física, a qual é definida como a capacidade de realizar esforços. Costuma-se chamar de “condicionamento físico” o processo de estimular as qualidades de aptidão. Quando esse processo é aplicado visando o desempenho máximo é mais utilizado o termo “treinamento” (SANTAREM, 2012).

Para que um programa de exercícios físicos seja eficiente visando melhoria constante e eficaz da aptidão física, deve-se levar em conta o objetivo que se deseja atingir. Tal afirmação é corroborada por um dos princípios do treinamento esportivo chamado princípio da especificidade, o qual impõe, como ponto essencial, que o treinamento deve ser montado sobre os requisitos específicos da performance desportiva, em termos de qualidade física interveniente, sistema energético preponderante, segmento corporal e coordenações psicomotoras utilizados (DANTAS, 1995). Logo, se há o objetivo de melhora no condicionamento cardiorrespiratório, por exemplo, atividades como corrida e natação devem ser praticadas, e se há o objetivo de melhora no desempenho neuromuscular, atividades como ginástica localizada e musculação são as que devem ser praticadas.

Conforme dito anteriormente, uma das atividades mais populares e eficazes para se atingir performance muscular e ganho de massa magra é a musculação. No entanto, ao iniciar um programa de treinamento de musculação, é importante ter em vista alguns aspectos importantes do mesmo, como a fase de adaptação neural. Essa fase ocorre durante as fases iniciais do treinamento de força. 

Quando um indivíduo começa a treinar, a adaptação que experimentará será a neurológica. Em relação a hipertrofia, ela aumenta gradualmente após as adaptações neurais (MAIOR; ALVES, 2003). Sendo assim, é natural que não se note um imediato ganho de massa muscular nas primeiras semanas de treino.

Quanto ao processo de hipertrofia muscular, o qual consiste no aumento da área de secção transversa do músculo, com aumento do volume muscular, deve-se ressaltar que o mesmo está relacionado a treinos de alta intensidade e microlesão no músculo, e em um esforço de adaptação a novos patamares de exigência (FETT; FETT, 2003). Tal afirmação infere que o treinamento de força gera hipertrofia ao ser submetido a uma progressão de carga, uma vez que as adaptações induzidas pelo treinamento fazem com que indivíduos mais condicionados e hipertrofiados, proporcionalmente respondam menos a mesma carga de treinamento (FETT; FETT, 2003), sendo necessário aumento dos estímulos de intensidade e volume, a medida que os níveis de condicionamento e treinamento aumentem, assim como a realização de repetições máximas, que levem a falha concêntrica, a qual provocará lesões miofibrilares, ativar vias hipertróficas, bem como ativar hormônios, como a testosterona, que irá induzir a síntese de proteínas importantes para o crescimento muscular como o IGF-1.

(Fonte: Thiago Alves é educador físico e atua como Personal Trainer).

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Qual o melhor tênis? E a melhor marca?



Existe o melhor tênis de corrida? Alguma marca é superior a outra? O consultor Rodrigo Roehniss dá sua opinião.

Qual o melhor tênis para a corrida de rua? Esse é um assunto que muitos corredores e triatletas adoram discutir. Será que realmente existe a melhor de todas as marcas de tênis de corrida ou o melhor modelo de determinada categoria (amortecimento, estabilidade, performance)? E os novos corredores, que estão começando nesses esportes, o que comprar diante de tanta oferta?

Desde que comecei a correr, no fim de 1997, passei a comprar meus pares aleatoriamente, dando muita prioridade ao fator leveza, mas sem saber se o modelo era para meu tipo de pisada, até porque naquela época não se tinha informação e testes para saber qual a pisada do corredor.

O design era o que menos importava. Muitas marcas naquela época não existiam no Brasil, então eu buscava informações e pedia para algum amigo trazer o tênis. Não ficava preocupado se o tênis era macio, resistente, etc. Eu acreditava nas informações que lia a respeito e comprava. A partir do momento em que eu estava com meu novo tênis, vestia e saía para testá-lo.

Ao longo desses quase 19 anos, experimentei e testei muitas marcas e modelos e ainda tem muita novidade que irei colocar no pé. Mesmo já tendo trabalhado recentemente na marca Saucony (marca esta que tive meu primeiro par em 1998), para mim não existe a melhor marca ou o melhor modelo do mundo.

O que ocorre com alguns atletas, principalmente os que estão iniciando no mundo das corridas, é escolher determinada marca e modelo e, quando se sentem satisfeitos com o resultado, não mudam mais. Adquirem os lançamentos das novas edições e não dão chance para uma segunda marca ou modelo.

No entanto, quando esse corredor não se dá bem com o novo lançamento, ele busca desesperadamente encontrar o modelo antigo, aquele que “deu certo”. Se um dia a marca decidir parar com o tal modelo e lançar um novo para substituí-lo no mercado, esse corredor se sentirá “órfão”, não sabendo a partir daí o que usar.

Portanto, a melhor marca ou o melhor modelo é aquele que o corredor veste e se sente bem! Bons treinos!

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terça-feira, 12 de julho de 2016

Contraceptivos orais: prós e contras



Confira quais são os riscos de usar contraceptivos orais e se existe alguma chance dele prejudicar o desempenho de mulheres na academia.

Anticoncepcionais são amplamente usados por mulheres como método contraceptivo (para evitar gravidez). Alguns casos também podem ser usados para controlar a dismenorreia e tratamento da amenorreia (distúrbios menstruais).
Diversas vezes essa pergunta nos roda na sala de avaliação ou na de treinamento; professor, o anticoncepcional prejudica os ganhos do treinamento?

Com a velocidade tecnológica crescendo sem freio a evolução da farmacologia e meios de produção de contraceptivos tem sido grande. Quando se fala das novas gerações de contraceptivos a coisa é bem evoluída. Os anticoncepcionais trifásicos tem mostrado ter menos efeitos colaterais quando comparados aos seus antecessores, eles provocam menos ganho de massa corporal, retenção de líquidos é menor, e alteração no perfil lipídico tem sido mais bem controlada. Mas quando falamos de atletas de alto rendimento, será que esses trifásicos passam a ser seguros a ponto de não interferir nos resultados benéficos do treinamento?

Pois é caro colega os efeitos do uso desses contraceptivos sobre a força muscular, capacidade aeróbica e desempenho físico de mulheres atletas ainda são desconhecidos e merecem a atenção da comunidade científica.
Alguns trabalhos têm investigado os efeitos dos contraceptivos orais na capacidade física de mulheres. As quantidades e diferenças nos hormônios usados nas diferentes marcas torna a comparação desses estudos um pouco difícil, e os resultados tem se mostrado confusos, uns mostrando efeitos negativos na oxidação de macronutrientes, redução da capacidade aeróbica e até mesmo no ganho de massa muscular.

Literatura sugerida.
Giacomoni M, Falgairette G. Decreased submaximal oxygen uptake during short duration oral contraceptive use: a randomised cross-over trial in premenopausal women. Ergonomics 2000;43:1559–70.
Daggett A, Davies B, Boobis L. Physiological and biochemical responses to exercise following oral contraceptive use[abstract]. Med Sci Sports Exerc 1983;15:174.
Notelovitz M, Zauner C, McKenzie L, et al. The effect of low-dose contraceptives on cardiorespiratory function, coagulation, and lipids in exercising young women: a preliminary report. Am J Obstet Gynecol 1987;156:591–8.
Esse trabalho foi publicado dia analisar os efeitos do uso dessa classe de contraceptivos os autores desse estudo duplo cego, randomizado e controlado por placebo recrutaram mulheres altamente treinadas para testar os efeitos do uso de contraceptivos no desempenho físico.

As mulheres participantes foram rigorosamente escolhidas e precisavam ter:

(a) ciclos menstruais regulares (24-35 dias de duração);
(b) sem uso de anticoncepcional oral nos três meses antes de entrar no estudo;
(c) que participam numa base regular em atividade aeróbica competitiva (corrida, triatlo, remo, esqui cross country).
As voluntárias que apresentavam valores de VO2max menos de 50ml/kg/min-1 não foram recrutadas. As participantes também passaram por exame físico, incluindo um exame pélvico e Papanicolau (exame ginecológico), realizados pelos seus próprios médicos. As mulheres tomando suplementos foram solicitadas a manter a dosagem exata ao longo de todo ciclo de três análises.

Foram recrutadas 51 voluntárias para o estudo inicial, e apenas 17 voluntárias estavam aptas a participar do estudo. Três das 17 mulheres não apresentaram provas da ovulação durante o estudo observacional, e os resultados dos testes foram posteriormente excluídos das análises finais, sendo assim 14 mulheres compõem o estudo final. Os testes foram realizados durante os dois primeiros dias (folicular) e médio-lútea (dias 4 a 9 após “ovulação”) das fases de um ciclo menstrual regular. Após os testes de fase folicular e lútea, as participantes foram randomicamente colocadas para usar o contraceptivo oral (n = 7) ou placebo (n = 7). Os participantes e os pesquisadores para atribuição de grupo não sabiam o que estavam distribuindo e nem os sujeitos o que estavam recebendo (duplo cego). Foi usado contraceptivo oral (Synphasic trifásico; Pharmacia Canadá, Mississanga, Ontario, Canadá). Synphasic contém uma concentração constante de 0,035mg de etinil estradiol e de duas diferentes doses de norethindrone em três fases (dias 1-7, 0,5 mg; dias 8-16, 1,0 mg; e dias 17-21, 0,5 mg) igual a um total norethindrone dose de 15,0mg durante o ciclo de 21 dias.

O protocolo do teste de todos os testes foi concluído em dois dias sucessivos durante cada fase (folicular, lútea e tratamento). Porque do caráter do estudo duplo cego, fase de tratamento testes foram conduzidos em dias 14-17 do ciclo em vez de com base no dia da ovulação. Embora isso possa teoricamente ser durante a fase lútea em temas sobre o placebo, houve um alto grau de variabilidade individual no dia da ovulação.

No primeiro dia as mulheres foram ao laboratório depois de um breve jejum noturno. Nesse dia as amostras de sangue e análise do desempenho anaeróbico foram verificadas. As avaliações da força, no equipamento isocinético, capacidade aeróbia, e a avaliação da composição corporal foram concluídas no segundo dia de testes.

Resultados:
Composição corporal.
Os valores de dobras cutâneas aumentaram significativamente no grupo que usou contraceptivo.

Coletas Hormonais e amostras de sangue
A concentração de hemoglobina e volume globular, média de volume de hematócritos não mudou significativamente entre os grupos ou dentro de cada grupo ao longo do tempo.

Desempenho ao exercício da capacidade aeróbica
O VO2max absoluto e relativo mudou ao longo do tempo entre os grupos placebo contraceptivo oral (p = 0,050 e p = 0,019 respectivamente).
Capacidade aeróbica diminuiu no grupo de contraceptivos orais nas três fases. Em contraste, houve uma pequena queda no VO2max entre a fase folicular e lútea, mas um aumento no terceiro teste no grupo placebo. A redução média da fase folicular de tratamento foi de queda de 4,7% no grupo anticoncepcional e um aumento de 1,5% no grupo placebo.
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Segundo os autores esse é o primeiro estudo duplo cego, controlado por placebo que analisou os efeitos do uso de contraceptivo oral sobre os indicadores de desempenho atlético em mulheres altamente treinadas (VO2máx ≥ 50ml/kg/min-1).
Embora tenha havido uma alta variabilidade individual em resposta à administração do anticoncepcional, foi mostrada uma redução no VO2max de mulheres altamente treinadas.

Com base nesses resultados é importante que seja revista a estratégia contraceptiva de mulheres que desejam o desempenho máximo esportivo.

Mas na maioria das mulheres que praticam exercício físico para saúde o uso de contraceptivos parece trazer mais benefícios gerais do que prejuízo atlético a ponto de invalidar os resultados para saúde trazidos pelo exercício físico bem conduzido e planejado. Entretanto, se achar necessário, esses casos especiais devem ser analisados individualmente e encaminhados para um colega, profissional da medicina, que irá verificar os riscos e benefícios para cada situação.

Espero que essa discussão tenha lhe proporcionado alguma informação útil para sua pratica profissional. Deixe seu comentário
Fonte: Prof. Dr. André Lopes é Phd em Ciências do Movimento Humano pela UFRGS e colaborador do Portal. Ele também é o criador do projeto Pro Fit Box

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Saiba os nutrientes essenciais às mulheres



Para manter um estilo de vida saudável, é importante saber quais os nutrientes essenciais para as mulheres consumirem.

As mulheres possuem algumas necessidades específicas na alimentação que se tornam ainda mais fundamentais no caso daquelas que praticam esportes. Por conta de fatores como menstruação, menopausa, etc., a mulher precisa repor alguns nutrientes que são perdidos nesses processos.

A alimentação ainda deve ser adaptada para cada período da vida. Para isso, é importante dedicar muita atenção aos alimentos ingeridos no dia a dia. Muitos desses nutrientes essenciais às mulheres são encontrados em alimentos de fácil acesso que às vezes não recebem a devida atenção no cardápio.

Confira quais são esses nutrientes e lembre-se que manter um estilo de vida saudável, com exercícios regulares, resulta na combinação ideal.

Ferro
Devido à perda de sangue na menstruação, o ferro é essencial para a mulher repor as deficiências do organismo. O ferro é constituinte da hemácia e importante para transportar oxigênio pelo corpo. Por isso, a deficiência relacionada à anemia está ligada à falta de ferro, podendo trazer sintomas como fadiga demasiada, baixa resistência e alterações do sistema gastrointestinal.
“Fontes alimentares de ferro apresentam diferença em termos de capacidade de absorção pelo organismo e incluem as carnes vermelhas, fígado, aves (frango e peru) e suínos, além de leguminosas como o feijão e lentilha, vegetais verde-escuros (como a couve e espinafre) e alimentos fortificados”, esclarece a nutricionista Clarissa Fujiwara.

Cálcio
Essencial para mulheres e ainda mais para as corredoras, o cálcio impede a perda óssea, reduzindo o risco de fratura. O cálcio ainda é um nutriente extremamente importante por ajudar na prevenção da osteoporose. Assim, a ingestão ideal de cálcio pode ser feita com os laticínios (preferencialmente com teor reduzido de gordura), bem como com verduras verde-escuras, gergelim, algumas leguminosas, tofu e oleaginosas, que possuem biodisponibilidade de cálcio variada.
“Além de suplementos de cálcio, algumas bebidas à base de cereais, como “leite” de soja, arroz, aveia e amêndoas, são acrescidos desse mineral. A osteoporose está entre as principais morbidades que acometem a mulher no climatério”, esclarece Clarissa.

Vitamina D
A ingestão de vitamina D é importante para aumento da imunidade, prevenção de diabetes e até mesmo na prevenção de câncer. Mulheres mais velhas precisam mais desse tipo de vitamina, já que a pele é menos capaz de sintetizar o nutriente. Esse tipo de vitamina pode ser adquirido em um banho de sol ou até mesmo na gema do ovo e no fígado.

Fibras alimentares
Para auxiliar no trânsito intestinal, é imprescindível incorporar as fibras alimentares provenientes de frutas (com casca e bagaço), grãos integrais  e verduras e legumes, juntamente com o aumento da ingestão de líquidos. A hidratação pela água deve ser realizada de forma fracionada, em pequenos volumes e constantemente ao longo do dia.
(Fonte: Clarissa Fujiwara, Nutricionista da Clínica Dra. Denise Lellis.)

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