segunda-feira, 23 de maio de 2016

A importância da ginástica laboral no trabalho



Conheça os benefícios da ginástica laboral para o melhor andamento do seu trabalho.

Em tempos de ritmos de vida acelerados, uma prática tem se destacado como forma de relaxamento e prevenção de doenças ocupacionais, a ginástica laboral. Esta prática de mais de 100 anos vem ganhando força no ambiente corporativo, uma vez que se detecta cada vez mais casos de stress e adoecimentos decorrentes do ritmo de vida apressado no trabalho. As mudanças empresariais decorrentes da globalização trazem muitas melhorias porém que vêm acompanhadas de maiores cobranças de rendimento e desempenho.

A ginástica laboral, nada mais é do que a prática voluntária de fazer atividade física, realizada pelos trabalhadores coletivamente, no próprio local de trabalho, durante a sua jornada diária, visando melhorar a condição física do trabalhador, com o objetivo de promover adaptações fisiológicas, físicas e psíquicas. A ginástica laboral não sobrecarrega nem cansa os colaboradores, pois é leve, com exercícios voltados para o relaxamento do corpo, de curta duração, com certa de 10 a 20 minutos de aula por dia entre os horários de intervalo, geralmente as 10 horas da manhã e as 16 horas da tarde.

As aulas são feitas por profissionais da área de educação física, contratados pela empresa para desenvolverem a ginástica laboral orientada para as atividades de trabalho realizadas por cada área da empresa, afinal cada ocupação requer cuidados diferentes, por tanto necessitam de mais ou menos aulas, mas geralmente as aulas acontecem duas vezes ao dia, de duas a três vezes por semana. Através de diferentes tipos de exercícios esses profissionais fazem com que os colaboradores se interajam, uma vez que as aulas geralmente acontecem por departamento, e diminuam a fadiga visual, corporal e mental por meio das pausas para os exercícios.

Os exercícios da ginástica laboral trabalham a reeducação postural, com exercícios para a coluna, costas e pernas, a consciência corporal, com exercícios de alongamento em que as pessoas passam a conhecer seus limites, as tensões acumuladas no trabalho, com exercícios para os ombros, exercícios de respiração e relaxamento. Essa atividade se mostra muito eficiente para aliviar estresse, diminuir o sedentarismo, aumentar o ânimo para o trabalho, prevenir lesões e traumas, como a LER (Lesão por Esforços Repetitivos) e Dort (Distúrbios Osteomusculares Relacionados ao Trabalho) causados por movimentos e esforços repetitivos decorrentes do trabalho.

Ao promover a ginástica laboral as empresas se mostram preocupadas com a qualidade de vida de seus colaboradores e com outros benefícios como a redução de faltas dos funcionários originadas por afastamentos por doenças ocupacionais,minimização de quedas e acidentes de trabalho, redução de custos advindos dessas situações. Essa prática proporciona ainda, aumento da produtividade decorrentes de melhora da atenção, concentração nas atividades desempenhadas, proporcionando maior disposição do funcionário e ainda melhora a imagem da instituição junto aos empregados e a sociedade.

Essa prática vem ganhando muitos adeptos devidos aos resultados proporcionados e com isso as empresas têm investido cada vez mais em práticas desse tipo que aliviam o trabalho e se tornam muito importante para o crescimento e desenvolvimento da empresa, afinal funcionários saudáveis, satisfeitos e motivados são essenciais para o bom rendimento da empresa.

Matéria publicada no site DM.

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DR. JOEL STEINMAN - CRM 6447 - DIRETOR TÉCNICO

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sábado, 21 de maio de 2016

INSCRIÇÕES ABERTAS !!! - CURSO DE PILATES NA GRAVIDEZ E NO PUERPÉRIO - BLUMENAU/SC




INSCRIÇÕES ABERTAS!!!
Descrição:

• Público Alvo:
Profissionais e estudantes de Educação Física, Fisioterapia e Terapia Ocupacional.

• Carga Horária:
08 - Horas / mec


  • Conteúdo: 
1-  Alterações fisiológicas, biomecânicas e hormonais na gravidez
2-  Benefícios dos exercícios físicos
3-  Indicações e contraindicações dos exercícios de Pilates na Gravidez
4-  A evolução da gravidez- Primeiro, segundo e terceiro trimestre
5-  Princípios do Pilates
6-  Biomecânica do Pilates
7-  Exercícios de Pilates nas diversas fases Gravidez- MAT, BOLA, FLEXIBAND,FLEXIRING ROLO DE FELDENKRAIS, MEIA LUA
8-  Exercícios de Pilates no REFORMER,CHAIR,CADILLAC,E LADDER BARREL
9-  Como evoluir e acompanhar o treinamento -  Supervisão de detalhes

  • Materiais:
Material Impresso:
• Apostila com fotos de exercícios executados

  • Diferenciais:
- Studio com 13 aparelhos de Pilates e todos acessórios para realização do método;
- Sala climatizada com 70 m2;


VALOR DO INVESTIMENTO: 
• consultar pelo e-mail secretaria@taopilates.com.br e/ou taopilates@taopilates.com.br
Telefone: (48) 3228-9898 - Whatsapp: (48) 8469-3828

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Tratamentos para lesões articulares



Você sabia que cartilagem não dói? Você não pode sentir dor na cartilagem, pois não possui nervos. Se você tem dor em alguma articulação, é possível que ela seja decorrente de um defeito mais profundo.

As dores articulares geralmente acontecem quando este defeito ou falha atinge o osso que sustenta a cartilagem, chamado de osso sub-condral (nome complicado que quer dizer “osso abaixo da cartilagem”). Esse osso tem muitos nervos e dói muito, quem sofreu uma fratura ou mesmo quem já tratou o canal do dente que o diga! Outras estruturas da articulação podem estar afetadas e causar dores, como os ligamentos.

O que se poder fazer para tratar lesões da cartilagem?

O tratamento das lesões de cartilagem é um grande desafio para o ortopedista. As lesões da cartilagem nas articulações podem ser decorrentes de traumatismos, sobrecarga, luxações, alterações anatômicas das articulações ou desequilíbrios musculares. O tratamento inicial das lesões de cartilagem, ou tratamento conservador, na maioria dos casos, tenta reequilibrar as forças musculares que agem na articulação comprometida. Geralmente o tratamento é iniciado com fisioterapia e depois progredido para exercícios de fortalecimento em academia. 

Existem inúmeras medicações que podem auxiliar na fase inicial do tratamento, as quais serão decididas pelo médico em sua consulta inicial. Abaixo estão algumas das medicações utilizadas:

- Anti-inflamatórios não-hormonais (AINH): medicações utilizadas em fase inicial para diminuição do processo inflamatório e alívio da dor.

- Analgésicos: Geralmente utilizados em conjunto com os AINH para aumentar a potência da medicação na diminuição da dor.

- Diacereína: Produto de origem natural, a diacereína é uma droga de ação lenta para o tratamento das lesões de cartilagem articular. A eficácia da droga é observada entre a 2ª e 4ª semanas de uso, dependendo da severidade da doença. O ciclo de tratamento varia de três a seis meses. Estudos experimentais provaram que a diacereína possui propriedades anti-osteoartrósicas e, moderadamente, atividades analgésicas, antiinflamatórias e antipiréticas. Além disso, estudos recentes indicaram que a diacereína estimula a produção de componentes para produzir e recuperar a cartilagem (colágeno e proteoglicanos).

- Glicosamina e Condroitina: Estas substâncias têm um papel na formação das superfícies articulares, tendões, ligamentos, tecido sinovial, pele, ossos, unhas, válvulas cardíacas e secreção da mucosa do aparelho digestivo, aparelho respiratório e trato urinário. Nos processos de artrose degenerativos devido à ação das enzimas líticas observa-se uma perda do poder de reter água, uma degeneração progressiva da cartilagem e uma deterioração do funcionamento articular. A administração de condroitina produz um restabelecimento do equilíbrio das cartilagens articulares, com a melhora ou desaparecimento das dores. A glicosamina também deve ser administrada, pois, com o comprometimento da permeabilidade, a articulação não consegue absorver as quantidades de glicosamina necessárias para o reestabelecimento das superfícies articulares.

É possível estimular o crescimento de cartilagem sem cirurgia?

Sim, mas geralmente o tratamento com estas medicações deve ser realizado por períodos longos. 

Quando o tratamento conservador não estabelece a melhora dos sintomas do paciente pode-se optar pelo tratamento cirúrgico da lesão. O único tratamento não cirúrgico que estimula a cartilagem é a terapia PST, que é um tratamento com ondas magnéticas pulsáteis (PST = Pulsed Signal Therapy). O PST é uma forma não invasiva para tratar disfunções como osteoartrose, osteoporose, lesões dos tendões, hérnias de disco, fraturas de stress, e tudo que envolva problemas nos músculos ou articulações. Ele determina o estímulo para as reações de regeneração e estimulação, ou seja, da manutenção e reparo dos tecidos.

Existe tratamento cirúrgico para lesões de cartilagem?

Sim, segue abaixo alguns métodos de tratamento cirúrgico das lesões na cartilagem do joelho:

Desbridamento: desbridar é o ato de remover da ferida o tecido desvitalizado e/ou material estranho do organismo. Essa técnica tenta reestabelecer um leito ósseo sangrante, para que se forme um tecido cicatrizante para reparar a lesão. Na maioria das vezes o tecido formado é uma fibro-cartilagem, que possui uma resistência menor que a cartilagem normal, chamada hialina.

Microfraturas: técnica cirúrgica em que se realiza o desbridamento da lesão condral, porém associado a perfurações do osso subcondral – aquele que fica abaixo da cartilagem -, tentando reestabelecer um leito ósseo sangrante com uma eficiência maior que a do desbridamento somente. Forma-se um tecido que cicatriza e repara a lesão, sendo, na maioria das vezes, formada a fibro-cartilagem. 

Transplante Autólogo de Condrócitos: técnica cirúrgica complexa e pouco usada. Porém, quando se opta por essa, ela é realizada em dois tempos, ou em duas cirurgias. No primeiro tempo, coleta-se a cartilagem hialina do joelho, em pequena quantidade. Essa cartilagem será cultivada em laboratório para que os condrócitos se proliferem. Após seis semanas da coleta, realiza-se o segundo procedimento cirúrgico com desbridamento da lesão e abertura da bolsa que envolve os ossos ao redor dessa, formando uma cavidade onde serão injetados os condrócitos cultivados. Após as cirurgias deve-se usar um aparelho motorizado de flexo-extensão do joelho, durante 4 a 6 semanas, 8 horas por dia, para que se estimule a remodelação da lesão. O tecido proliferado é um tecido muito semelhante à cartilagem hialina.

Transplante Autólogo Osteocondral: essa técnica também conhecida como mosaicoplastia ou OATS, e consiste na retirada de cilindros osteocondrais de 15 mm de profundidade de áreas anatômicas do joelho chamadas tróclea ou intercôndilo, sendo transplantadas para o local da lesão cartilaginosa. É uma excelente técnica, onde se consegue o preenchimento da lesão com a própria cartilagem hialina. Esse tratamento não pode ser usado com lesões grandes.

Transplante Osteocondral a Fresco: Técnica experimental no Brasil, já realizada nos Estados Unidos a mais de 30 anos, onde realiza-se transplante de osso e cartilagem de um cadáver humano para o paciente. A técnica é semelhante ao transplante autólogo osteocondral, porém o tecido é retirado do cadáver, não tendo limitação de tamanho para utilização e não tendo morbidade de área doadora. O tecido é coletado do doador e é transplantado em até 4 semanas. Para o transplante é necessário compatibilidade anatômica da área doadora e receptora.

Artroplastia: em casos extremos onde não há como salvar a cartilagem, podemos colocar uma articulação artificial.  

Matéria publicada pelo site Minha Vida 

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O sedentarismo começa na escola



 Se as crianças entendessem o funcionamento do corpo e a necessidade dele desde pequenas, elas cresceriam com a ideia de que o corpo todos os dias vai precisar fazer algum movimento mais intenso. Com essas informações, elas possivelmente saberiam que se não fizerem movimentos por um determinado tempo, com intensidade e objetivo específicos, terão corpos mais fracos, com maior tendência de adoecer e com mais rapidez e facilidade para o envelhecimento.

O sedentarismo é um fator de risco muito sério na vida de todas as pessoas. O corpo humano não foi feito para ficar sem movimento. Essa é uma tese reforçada por uma série de estudos e experiências realizadas por diversas universidades e profissionais pelo mundo todo. O mais recente levantamento que foi publicado pelo Ministério do Esporte indicou que 45,9% dos brasileiros são sedentários.

A pesquisa ‘Diagnóstico Nacional do Esporte’ também trouxe números alarmantes: segundo seus dados, o problema é mais comum entre as mulheres, grupo no qual o índice chega a 50,4%, enquanto entre os homens o percentual cai para 41,2%.

Ainda segundo a pesquisa, 25,6% dos entrevistados praticam atividades esportivas e 28,5%, atividades físicas, como caminhada. Entre os homens, a prática de atividades esportivas supera a de atividades físicas, com 35,9% contra 22,9%. Já as mulheres praticam mais atividades (34%) do que as com características de esportes (15,6%). E a grande responsável pelo fato de as pessoas não fazerem atividade física e não entenderem que existe essa necessidade é a falta de informação.

O corpo da gente tem uma compleição e um tamanho que são compatíveis com um esforço muito maior do que o que fazemos hoje em dia. Sem esse esforço, há um acúmulo de energia com excesso de alimentação e um desgaste das estruturas ósseas e musculares porque elas não são exigidas na medida que elas precisariam para funcionarem de maneira saudável.

São uma série de fatores que vão fazer com que o corpo tenha menos esforço do que ele precisa para se manter. E a tendência é que ele se enfraqueça em todos os sentidos, tanto nas partes musculares e ósseas quanto no funcionamento de órgãos como o coração e as artérias. Por exemplo, o excesso de alimentação, sem um gasto de energia compatível, gera um acúmulo de gordura que pode acarretar uma possível tendência a problemas cardiovasculares. Isso porque essa gordura fica circulando, em algum momento ela gruda nas paredes dos vasos e pode entupir algum deles e provocar seu rompimento ou fazer com que uma parte do corpo não receba mais sangue por esse entupimento.

O sedentarismo é o grande mal, muito mais do que a alimentação, mas os dois estão associados. Sem movimento e sem exercício, o corpo tende a atrofiar, ficar doente, inflamar e ter dores, ou seja, somente pontos negativos.

O acesso a esse tipo de informação deveria vir na educação física escolar. Infelizmente, temos aí um obstáculo cultural, onde não se dá importância para a educação física na base escolar, e muito pior que isso, as aulas de educação física são vistas como momentos de recreação ou lazer dentro da escola, e não como um momento de aprendizado de conceitos sobre o movimento, o corpo e a saúde relacionada a isso.

Existe a ideia de que essa é a hora de a criança sair da sala de aula e só se movimentar, muitas vezes em esportes e modalidades das quais muitos não gostam, sem entender a relevância que esses movimentos têm para sua vida.

Ainda existem profissionais que acreditam que estão ensinando alguma modalidade dentro da aula de educação física, mas a grande verdade é que quando se entende um pouco sobre processos de aprendizagem, desenvolvimento e controle motor, fica claro que em uma aula de 40 ou 45 minutos, uma ou duas vezes por semana, com 40 crianças juntas e um único professor, fica praticamente impossível ensinar alguma habilidade, ainda mais relacionadas aos jogos esportivos, que envolvem interação espaço-temporal e uma série de variáveis que fogem totalmente do controle.

Não há nenhum problema de a criança se movimentar na hora da educação física escolar. Porém, ela primeiro deve entender como o seu corpo funciona, qual é a necessidade de se movimentar, como que se regula uma intensidade para o movimento, porque um esforço físico de média intensidade pode ter uma duração longa e um esforço de alta intensidade pode ter uma duração curta, como que ela pode aprender ou desenvolver suas habilidades ou as habilidades que mais gosta de maneira eficiente, para que possa jogar melhor com seus amigos nos momentos de lazer, etc.

Se as crianças entendessem isso desde pequenas, elas cresceriam com a ideia de que o corpo todos os dias vai precisar fazer algum movimento mais intenso. Com essas informações, elas possivelmente saberiam que se não fizerem movimentos por um determinado tempo, com intensidade e objetivo específicos, terão corpos mais fracos, com maior tendência de adoecer e com mais rapidez e facilidade para o envelhecimento.

Agora, que temos uma grande quantidade de adultos que já cresceram e passaram pela escola sem essa informação, é responsabilidade dos profissionais de educação física transformarem essas importantes informações em uma linguagem acessível, que façam as pessoas mudarem seus comportamentos e mostre o que realmente é importante em relação a prática de exercícios.

Não adianta falar para as pessoas que exercício faz bem, isso todo mundo sabe. É dizer como ele faz bem, porque ele faz bem e o que acontece de verdade dentro do corpo, de uma maneira que a pessoa entenda, ao mesmo tempo em que também compreenda o que acontece quando ela não faz movimento, não se esforça e fica sedentária.

Não é apenas falar que faz mal, que a pessoa vai ficar doente e ter problema no coração, isso também todo mundo sabe. Ela tem que compreender porque vai ficar mal, porque vai ter problemas no coração, porque precisa fazer um esforço e qual é a intensidade do esforço que precisa fazer, como controlar isso e quais são as estruturas do corpo que vão mudar se fizer ou não fizer exercícios.

A questão é que o corpo precisa de uma quantidade de movimentos todos os dias. E se não fizer, ele envelhece mais rápido. É fato que as pessoas que conseguem somar cerca de 15 a 30 minutos (dependendo das intensidades) de atividade física diária, seja no trabalho, em casa ou na academia, conquistam um corpo mais saudável e chegam a prolongar a vida por mais três ou quatro anos.

A atividade física só nos traz reflexos positivos. Qualquer tipo de atividade que englobe um esforço físico maior terá como resultado uma musculatura mais forte, uma melhor circulação do sangue e um maior consumo de energia. O que resulta em uma série de benefícios para a saúde ao longo da vida. O ideal é começar já, seja lá qual for a sua atividade preferida – caminhada, corrida, natação, futebol, tênis, vôlei, musculação, etc. – e dar um fim ao sedentarismo.

(*) Cristiano Parente é o atual melhor personal trainer do mundo, eleito em concurso internacional promovido pela Life Fitness. É também professor de educação física, com tem três graduações pela Universidade de São Paulo (USP) e quatro pós-graduações, palestrante e sócio-diretor da Koatch Academia (SP)
Matéria publicada no site Portal Novidade

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Abdominais realmente fazem bem à saúde?



Cientistas em todo o mundo estão discordando cada vez mais sobre os possíveis benefícios das abdominais.

Pesquisadores passaram a se questionar se esse tipo de atividade realmente ajuda a trazer a desejada “barriga tanquinho” ou se a boa forma abdominal não dependeria mais dos hábitos alimentares e da atividade física em geral.

Uma revisão de vários estudos sobre exercícios abdominais concluiu que eles melhoram a flexibilidade e a força muscular. Em cães, por exemplo, a atividade também ajuda na distribuição de nutrientes para os discos da espinha dorsal, o que previne a rigidez.

Mas chegar à “barriga tanquinho” é um trabalho e tanto. Em um pequeno teste realizado no Estado americano no Illinois, em 2011, um grupo fazia abdominais diariamente, enquanto outro, o grupo de controle, apenas assistia. Depois de seis semanas, os especialistas realizaram medições detalhadas de cada voluntário e observaram que os exercícios não fizeram diferença na circunferência da cintura nem na quantidade de gordura na barriga.

Muitos atletas praticam exercícios abdominais como parte de uma longa série que tem por objetivo melhorar a estabilidade central do corpo.

Mas uma pesquisa realizada na Universidade do Estado de Indiana por Thomas Nesser sugeriu que mais estabilidade nem sempre resulta em um melhor desempenho esportivo.

E o pior: independentemente de ajudarem ou não a atingir a forma física dos seus sonhos, os abdominais tradicionais podem até prejudicar a coluna, segundo Stuart McGill, professor de biomecânica da coluna na Universidade de Waterloo, no Canadá.

Ele realizou dezenas de estudos em seu laboratório usando cadáveres de porcos, repetidamente flexionando suas colunas da mesma maneira que uma pessoa faz ao praticar exercícios abdominais – por horas e horas a fio.

Quando examinou a coluna depois das sessões, o cientista percebeu que os discos foram comprimidos de tal maneira que ficaram abaulados. Se o mesmo acontecer com um ser humano, isso colocaria pressão nos nervos, provocando dor nas costas ou até mesmo hérnias de disco.

McGill escolheu porcos para seus experimentos porque a coluna desses animais é mais semelhante à do homem. Mas críticos ao estudo apontam que existem diferenças gritantes entre as duas espécies. Além disso, os testes do cientista canadense se baseiam em milhares de flexões contínuas, enquanto pessoas normalmente fazem pausas entre uma série e outra de exercícios.

A força da genética
Talvez esses resultados nos mostrem o que pode acontecer em casos extremos, como no de uma pessoa que passa uma hora fazendo abdominais. Mas na vida real, não se pode afirmar que lesões nos discos são causadas por séries curtas desses exercícios.

Mesmo assim, os abdominais podem resultar em lesões. Uma pesquisa publicada em 2005, baseada na observação de soldados em uma base americana, atribuiu a esse tipo de exercício 56% das lesões crônicas ao longo de dois anos.

Algumas pessoas têm mais propensão a sofrer de problemas nas costas provocados por abdominais do que outras. A explicação pode estar na genética. Segundo uma pesquisa da Universidade de Alberta, no Canadá, não é a repetição que provoca as dificuldades, mas sim fatores genéticos, que respondem por 75% das diferenças entre as pessoas que sofrem de dores nas costas e as que não sofrem.

Outro estudo, que vem acompanhando a saúde da coluna de gêmeos na Finlândia, no Canadá e nos Estados Unidos desde 1991, descobriu que a genética é grande responsável pela suscetibilidade à degeneração dos discos da espinha.

Portanto, os exercícios abdominais podem provocar dores nas costas, mas apenas em algumas pessoas. Já é uma boa desculpa para não praticá-los.

Minimizando as lesões
Mas para quem quer ter uma barriga definida, será que há maneiras de minimizar os riscos? O professor McGill recomenda deslizar as mãos sob a lombar para impedir que ela se “achate” em contato com o chão. Isso minimiza a pressão sobre a coluna.

Outra dica: mantenha uma perna dobrada e a outra esticada, e aí levante a cabeça ligeiramente, como se estivesse apenas tentando tirar o peso dela de cima de uma balança.

Já Bret Contreras, da Universidade de Tecnologia de Auckland, na Nova Zelândia, recomenda limitar os exercícios a 60 repetições por sessão, começando com apenas 15 e aumentando gradativamente.

Além disso, os especialistas lembram que após uma noite de sono ou de muitas horas sentado nossa coluna “cresce” um pouco, o que dificulta os abdominais e aumenta o risco de lesões. Portanto, nunca saia de um estado de repouso total diretamente para uma série de abdominais.

Matéria publicada no site da BBC.

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quinta-feira, 19 de maio de 2016

ÚLTIMAS VAGAS !!! - PROGRESSÃO DE EXERCÍCIOS DE PILATES NOS APARELHOS - BLUMENAU/SC



ÚLTIMAS VAGAS !!!

Avançado nos Aparelhos = 2 dias de curso, sábado ao domingo.

• Público Alvo:
Profissionais e estudantes com certificação no método Pilates Completo.
Observação: é necessária a certificação comprovada no método Pilates.

• Carga Horária:
16 - Horas / mec



  • Conteúdo:

1 - Série de exercícios Intermediários e Avançados no Reformer,Cadillac e Chair

• CADILLAC- 33 EXERCÍCIOS COM 58 VARIAÇÕES

• REFORMER- 43 EXERCÍCIOS COM 55 VARIAÇÕES

• CHAIR- 27 EXERCÍCIOS COM 30 VARIAÇÕES

2- Como evoluir e acompanhar o treinamento e a reabilitação.

3- Avaliações minuciosas da execução e correção de cada exercício

4-Supervisão de detalhes

5- Discussões de caso
6- Mini-laboratorio 



  • Materiais:

Material Impresso:
• Apostila com fotos de exercícios executados


  • Diferenciais:

- Direito de refazer o curso completo após 1 ano, SEM CUSTO NENHUM !!! (com o objetivo de reciclagem e revisão de todo o conteúdo....);
- Studio com 13 aparelhos de Pilates e todos acessórios para realização do método;
- Sala climatizada com 70 m2;



VALOR DO INVESTIMENTO: 
• consultar pelo e-mail secretaria@taopilates.com.br e/ou taopilates@taopilates.com.br
Telefone: (48) 3228-9898 - Whatsapp: (48) 8469-3828

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DGS avisa que suplementos devem ser desencorajados em jovens atletas



A DGS avisa que há poucos suplementos com efeitos comprovados e chama a atenção para os “pretensos especialistas” que recomendam a ingestão dos mesmos

Se você costuma ir à academia ou praticar esportes ao ar livre, ou se é desportista profissional, certamente que consome regularmente ou, pelo menos, já experimentou uma barrinha energética, um shake ou um multivitamínico qualquer. A Direção Geral de Saúde (DGS) avisa que são poucos os suplementos com efeito benéfico comprovado e que estes podem, inclusive, ter consequências negativas em termos de rendimento dos atletas.

Sabemos que a suplementação é uma prática corrente no mundo do desporto. “Porém, e independentemente da definição, são poucos os suplementos que, cientificamente, comprovaram ter um efeito benéfico no rendimento desportivo”, lê-se no manual “Nutrição no Desporto”, lançado esta terça-feira pela DGS, no site Nutrimento.pt.

E não só há poucos com efeitos comprovados como há suplementos adulterados. ”Não é exigido que suplementos passem pelos criteriosos controlos pelos quais passam os medicamentos. Daí existirem relatos de conspurcação de produtos desta natureza com, por exemplo, com vidros e fezes, e também casos em que o conteúdo do suplemento não corresponde ao descrito no rótulo”. Além disso, “os suplementos poderão ter consequências negativas no rendimento”, pois a “reação às diversas substâncias é diferente de atleta para atleta e muitos suplementos contêm complexas misturas de várias substâncias cujo efeito de interação é inteiramente desconhecido.”

Estas reações adversas são potenciadas pelo fato de os atletas, profissionais ou amadores, “decidirem ingerir determinado suplemento apenas porque alguém o toma, e não porque avaliaram a sua necessidade específica para aquele momento”.

A DGS admite que “em situações de restrição alimentar”, os suplementos “podem ser uma opção provisória”, mas lembra que o Comitê Olímpico Internacional, no seu último consenso sobre Nutrição no Desporto, referiu que “o uso de suplementos não compensa uma pobre escolha alimentar e uma alimentação inadequada”.

O mesmo comitê aconselhou ainda que “o uso destas substâncias seja desencorajado em atletas jovens”. “Os jovens devem, em alternativa, focar-se em consumir uma alimentação nutricionalmente rica e adaptada à sua realidade desportiva de forma a permitir o normal crescimento e adaptação do organismo ao próprio treino.”

Atenção aos “especialistas”
Este novo manual publicado pela DGS pretende, sobretudo “atualizar os conhecimentos nesta área e apoiar o aconselhamento alimentar e nutricional a todos os envolvidos na prática e prescrição de exercício físico”. São abordados temas como a relação da alimentação como rendimento e a recuperação do exercício através de estratégias nutricionais bem escolhidas e individualmente planeadas, assim como “intervenções nutricionais em situações específicas para um atleta, como a hipertrofia muscular e a perda de peso”.

A DGS deixa outro alerta: “são muitos os pretensos especialistas que, muitas vezes a coberto de interesses comerciais, aconselham determinados produtos ou estratégias alimentares, sem base científica e com evidentes riscos em longo prazo para a saúde dos cidadãos”.

Matéria publicada no site Observador.

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