segunda-feira, 21 de março de 2016

Novo estudo aponta efeitos tardios surpreendentes do uso de esteroides



O uso dos esteroides anabólicos continua a ser um problema que requer uma constante vigilância e estratégias para coibir seu uso, tanto no que diz respeito ao esporte de alto rendimento, quanto ao uso pelos praticantes de exercício com objetivos estéticos.

No âmbito do esporte, a legislação continua a ser bastante rígida e as punições pelo doping, quando constatado, estabelecem penas que suspendem o atleta por períodos que normalmente vão de um a dois anos de penalização.

Este período pressupõe, inclusive, que o atleta não pode se beneficiar dos efeitos da droga e só será novamente liberado para competir quando não mais seja beneficiado pelo uso da droga.
Recentemente foi publicado um trabalho no Jounal of Physiology que certamente vai originar uma reconsideração crítica desta legislação. Pesquisadores da Noruega investigaram os efeitos dos anabolizantes em um trabalho com ratos e obtiveram resultados surpreendentes. Esteroides foram administrados a um grupo de animais que foram acompanhados por um longo período de tempo, inclusive após a suspensão de seu uso.

Quando comparados com animais de um grupo controle, os ratos que utilizaram esteroides tiveram ganho de massa muscular bastante potencializado quando realizavam exercícios.  O que surpreendeu entretanto, foi o que se observou após vários meses de suspensão da droga. Quando os ratos que haviam usado esteroides voltavam a fazer exercícios vários meses após a suspensão do uso, voltavam a ter um ganho de massa muito superior aos ratos controle mesmo não voltando a usar a droga.

A explicação estava baseada na constatação de que o esteroide provocava um aumento significativo do número de núcleos das células musculares que persistia mesmo após a suspensão da droga. É como se os músculos adquirissem uma memória que voltaria a ser utilizada bastante tempo depois para de novo aumentar a síntese de proteínas e ganhar massa.

Trata-se de um trabalho realizado com ratos, cujas evidências se comprovadas em novos trabalhos poderão alterar radicalmente a legislação antidoping e originar uma discussão muito abrangente sobre o uso de esteroides.

Matéria publicada pelo site Eu Atleta



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A criança e a importância da atividade física





Todas as pessoas necessitam de atividades físicas para o seu desenvolvimento, tanto no aspecto biológico quanto para o conhecimento do corpo, para criar habilidades de controle e coordenação, equilíbrio e harmonia, força e agilidade, em diferentes atividades.

A atividade física deve ser assegurada e promovida durante toda a vida das pessoas, criando, assim, um estilo de vida ativo, assegurando saúde, disciplina e lazer.  As atividades físicas individuais ou coletivas, culturais ou de lazer, contribuem para o desenvolvimento das potencialidades do ser humano, trazendo melhorias na qualidade de vida.

As crianças precisam ser estimuladas para se movimentarem e motivadas a gostar das atividades físicas, possibilitando que estas se tornem parte integrante do seu cotidiano. As escolas têm se preocupado em promover esta educação efetiva para a saúde e para a ocupação saudável do tempo livre com exercícios físicos, jogos e competições, mas cabe também aos pais incentivarem e participarem junto com os filhos destas atividades.

A educação física traz muitos benefícios para a criança, tais como:
  • Conhecer e dominar o próprio corpo.
  • Auxiliar no desenvolvimento da inteligência ou cognitivo.
  • Estimular as relações com as outras pessoas.
  • Desenvolver competências como comportamentos saudáveis, atitudes e valores.
  • Incorporar hábitos saudáveis como o esporte e atividades de lazer.
  • Ajudar no desenvolvimento da autonomia e na formação do caráter.
  • Elevar a autoestima. 
Os pais devem ser os parceiros na hora de educar, acreditando e fazendo o melhor como modelo de apoio e, de modo especial, de pessoas que ensinam e aprendem juntas. Devem criar oportunidades interessantes para se exercitarem junto com os filhos em casa ou em locais como praças públicas e de lazer, levando em conta que:
  • Atividades como dançar, caminhar, correr, pular corda e outras brincadeiras podem ser incorporadas no dia a dia e realizadas em família.
  • Brincadeiras como jogar bola e pular amarelinha, por exemplo, podem ser resgatadas e trazer alegria para a criançada.
  • A criança gosta de movimento. Podemos estimulá-la tendo o cuidado de não forçá-la a fazer o que não gosta, mas motivá-la a conhecer atividades diferentes. Amar é propor!
  • A criança vai criando novas competências quando vivencia vários esportes, portanto, ela deve experimentar um pouco de tudo para descobrir o seu potencial.
  • O esporte deve ser oportunizado como uma atividade saudável, de forma lúdica, flexível, sem o caráter puramente competitivo, mas para aprimorar o desempenho do corpo. 
As atividades físicas, como expressão do lazer e do esporte, devem envolver o próprio viver, especialmente às crianças e aos adolescentes, pois contribuem na formação e expressão de vida.

Matéria publicada pelo site Educar para Crescer 



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Confira ideias de fast food saudável para a criançada





Preparar o lanche que a criança leva para a escola ou come em casa pode ser rápido sem deixar de ser nutritivo. Escolhas mais saudáveis fazem toda a diferença para o crescimento e desenvolvimento dos pequenos.

Os primeiros aspectos que devem ser considerados na hora de preparar o lanche é a idade da criança e o horário em que ela irá consumi-lo. Assim como toda refeição, ele requer um planejamento. Para a nutricionista do Conselho Regional de Nutricionistas de São Paulo, Elaine Monteiro Maielo Occhialini, organizar os horários é fundamental. “A gente faz melhores escolhas quando planejamos as refeições”, diz. No caso das crianças, o lanche tem o objetivo de garantir energia suficiente para atividades físicas e para que os pequenos fiquem atentos e aptos para aprender.

O melhor é planejar as refeições e lanches da semana antes de ir ao supermercado, e não o contrário; preparar o lanche com ingredientes que já foram comprados pode comprometer a qualidade da refeição. O lanche dos pequenos tem que conter alimentos de três grupos: os que fornecem energia (como pães, bolos, milho), que contenham proteína (leite, ovos, queijos) e os que fornecem vitaminas, como frutas e legumes.

Industrializados

Opções mais práticas, os alimentos industrializados exigem cautela. A recomendação é ler o rótulo dos produtos para saber o que contêm. A Agência Nacional de Vigilância Sanitária fornece aos consumidores um guia que esclarece de forma simples como interpretar as informações impressas nas embalagens dos alimentos. É preciso ficar atento para não incluir no lanche alimentos que contenham muito sal, gordura ou açúcar. “São alimentos que matam a fome e fornecem energia, mas não dão tudo o que a criança precisa. Mata a fome mas não nutre”, explica Elaine.

Elaine aconselha que os pais fujam de opções prontas na hora de arrumar o lanche. “Os pais não podem ficar presos na ideia de bolacha recheada e suco de caixinha”, cita. Apresentar as crianças a alimentos novos é essencial para que elas desenvolvam hábitos alimentares saudáveis. Dentro dessa recomendação, algumas opções de lanches rápidos e saudáveis seriam uma fruta, um copo de leite ou iogurte e um sanduíche. Confira três receitas rápidas e saudáveis para o lanche dos pequenos:

Sandubanana

2 fatias de pão de forma integral
1 banana fatiada
1 colher de sopa de mel (para crianças acima de dois anos)
Com a banana e o mel entre os pães, coloque o sanduíche na chapa para aquecê-lo levemente. Sirva com um copo de bebida láctea.

Sanduíche de pão folha

1 pão folha
1 folha de alface
1 fatia de presunto
1 fatia de queijo branco
Coloque os frios e a alface sobre o pão. Ao fim, enrole o sanduíche para facilitar a mordida. Uma maçã e um suco de laranja natural complementam o lanche com vitaminas.

Sanduíche de mussarela

2 fatias de pão integral
1 colher de chá de margarina
1 fatia de queijo mussarela
1 rodela de tomate
Para um gostinho diferente, pode ser acompanhado de azeitonas. Complemente com um suco de uva natural.

Matéria publicada em portal Terra






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sexta-feira, 18 de março de 2016

3 erros que mexem com o metabolismo e que podem impedir o emagrecimento




Muitas pessoas têm dificuldades em conseguir perder peso e obter os resultados através de uma dieta e de um regime de exercício físico. O que acontece é que podem estar cometendo alguns erros que fazem com que o metabolismo funcione contra si.

Muitas pessoas têm dificuldades em conseguir perder peso e obter os resultados para que estão a trabalhar através de uma dieta e de um regime de exercício físico.

O que acontece é que pode estar a cometer alguns erros que fazem com que o seu metabolismo funcione contra si. O site Mind Body Green listou três erros que mexem com o seu metabolismo e que o podem estar a impedir de emagrecer:

Comer carboidratos no café da manhã. 

Os carboidratos que geralmente associamos ao café da manhã– pão, bolos, bolachas, aveia, etc – são rapidamente transformados em açúcar durante a digestão. Isto aumenta os níveis de açúcar no sangue, o que estimula o corpo a libertar insulina, que ajuda a acumular gordura e hormonas – nada bom para quem quer perder peso. Pela manhã é melhor apostar na proteína.

Ter feito cinco ou seis refeições por dia

A não ser que seja diabético ou tenha graves problemas relativamente aos níveis de açúcar no sangue, comer tantas vezes ao dia não o irá ajudar a mandar os quilos a mais embora. E tudo, mais uma vez, por causa da insulina. Como o trabalho da insulina é ‘armazenar’ em vez de ‘queimar’, basicamente põe-se em modo de armazenamento de gordura ao longo de todo o dia se comer a cada duas ou três horas. Em vez disso, coma quando tem fome e pare assim que estiver saciado.

Exercícios cardio em excesso. 

Quando se quer perder peso geralmente as pessoas acham que se devem focar nos exercícios cardio. Não é saudável estar a ‘matar-se’ no ginásio ou na rua a correr para queimar 500 calorias. Além disso, as longas sessões de cardio podem diminuir a libertação da hormona da tiróide amiga do metabolismo, a testosterona, e aumentar os níveis de cortisol, que, quando cronicamente elevados, estão associados ao aumento da gordura abdominal.

A chave para um metabolismo saudável e favorável à perda de peso é focar-se no treino de levantamento de pesos e de resistência – que promove a aceleração do metabolismo e queima de gordura durante as 24 horas do dia, todos os dias.

Matéria publicada no site Notícias ao Minuto

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Sobrepeso e obesidade no Brasil já atingem mais da metade da população



O aumento do peso dos brasileiros, assim como observado em todo o mundo, está relacionado principalmente aos hábitos da vida moderna: má alimentação, sedentarismo e falta de cuidados com a saúde. Obviamente outros fatores como a genética e problemas de saúde podem facilitar o quadro, porém boa parte dos acompanhados sequer estavam cientes do seu estado nutricional ou de saúde. Muitos participantes deste tipo de pesquisa não têm conhecimento do seu peso, dos seus os níveis de colesterol e, ocasionalmente, descobrem sofrer de diabetes.

O país vive uma situação alarmante: 52,5% da população adulta está acima do peso e, dessa parcela, 17,9% estão obesos. A pesquisa Vigitel (Vigilância de Fatores de Risco e Proteção para Doenças Crônicas por Inquérito Telefônico) divulgada no último ano pelo Ministério da Saúde apontou fatores que podem acarretar no surgimento de doenças crônicas e quais medidas podem ser tomadas para minimizar o problema. Dentre eles, o peso dos brasileiros é um dos pontos mais preocupantes pois está diretamente ligado ao surgimento de doenças como hipertensão, diabetes, câncer e doenças cardiovasculares – principais causas de óbito no país.

A pesquisa constatou ao longo de sua duração (2006-2014) que a taxa de pessoas acima do peso cresceu quase 10%. A preocupação com este índice deve-se, sobretudo, ao impacto que uma população obesa traz à saúde pública. Os números também apontaram o perfil do sobrepeso: os homens são os que mais sofrem com o problema, a faixa etária mais atingida está entre 35 e 64 anos e quanto menor a escolaridade, maior o índice.

O aumento do peso dos brasileiros, assim como observado em todo o mundo, está relacionado principalmente aos hábitos da vida moderna: má alimentação, sedentarismo e falta de cuidados com a saúde. Obviamente outros fatores como a genética e problemas de saúde podem facilitar o quadro, porém boa parte dos acompanhados sequer estavam cientes do seu estado nutricional ou de saúde. Muitos participantes deste tipo de pesquisa não têm conhecimento do seu peso, dos seus os níveis de colesterol e, ocasionalmente, descobrem sofrer de diabetes.

Mudar hábitos e adotar uma nova rotina é o caminho para evitar uma perspectiva fatídica: de acordo o Ministério da Saúde, se continuarmos nessa marcha, seremos o país mais obeso do mundo em 15 anos. E essa mudança deve começar desde cedo: “Quando se trata de alimentação adequada é muito mais fácil educar do que reeducar. Ensinar bons hábitos alimentares desde a infância evita diversos problemas decorrentes de problemas como a obesidade.” – alerta a Nutricionista Marcela Herculani da Nova Nutrii.

Fast Food – preferência nacional

Queridinho de boa parcela da população, o consumo de fast foods é um dos responsáveis pelos quilos em excesso na vida de muitos brasileiros: estamos no 4° lugar do ranking mundial de consumidores desta categoria de alimentação, perdendo apenas para Estados Unidos, Japão e China. O grande problema dessa cultura é que o hábito de frequentar praças de alimentação e lanchonetes em geral, devido a praticidade e literalmente a “refeição rápida”, acaba influenciando na educação alimentar de muitas crianças. O passeio de domingo e o cineminha em família muitas vezes resulta no almoço ou jantar regado de frituras e gorduras. Esse comportamento corriqueiro acaba se tornando uma prática comum na rotina de crianças e adolescentes, justamente na fase em que a oferta de alimentos nutritivos e uma dieta equilibrada s&ati lde;o essenciais para o desenvolvimento sadio.

Segundo o IBGE, uma em cada três crianças entre 5 e 9 anos está acima do peso ideal. Lidar com este problema desde cedo é fundamental, cerca de 80% das crianças que permanecem com sobrepeso na adolescência, mantêm essa condição na vida adulta – justificando o possível “boom” de adultos com problemas decorrentes da obesidade num futuro próximo. O resultado não se restringe a problemas de saúde como hipertensão e diabetes: lidar com problemas psicológicos e emocionais também são um desafio para essas crianças. Apesar de boa parte da população estar acima do peso, o bullying e outros problemas de convívio social são fatores que podem levar a criança a se isolar e ficar depressiva. A situa& ccedil;ão ainda é agravada pelo sedentarismo dessa geração criada na frente da TV, smartphones, tablets e vídeo games.

Tanto para crianças quanto para adultos as medidas são equivalentes: adotar uma rotina que inclua uma alimentação saudável e atividade física são os primeiros passos para abandonar esse índice preocupante e conquistar saúde e disposição.

O desafio da alimentação saudável

O imediatismo leva muitas pessoas a encararem dietas radicais e remédios para emagrecer. Porém, esse hábito pode comprometer a saúde e acarretar no temido efeito sanfona – quando a pessoa recupera boa parte – ou até mais – do peso perdido. A justificativa é que, além de retornar aos antigos hábitos logo que se percebe uma mudança na balança, a perda nem sempre é de gordura: 

“Dietas radicais, com restrição deliberada de determinados alimentos e uso de remédios para emagrecer podem levar a perda de alguns quilos nas primeiras semanas, mas isso são significa que a pessoa esteja ganhando saúde – parte desse “emagrecimento” vem da perda de líquidos e massa magra. Além disso a pessoa pode estar abrindo mão de nutrientes essenciais e colocando a saúde em risco. A reeducação alimentar &ea cute; o caminho mais seguro para o emagrecimento gradual, seguro e permanente.” – explica a Nutricionista.

O grande perigo das dietas adotadas por conta própria vem escolha errada dos alimentos: a adoção de produtos light pode levar as pessoas ao ledo engano de que estão se alimentando corretamente. O consumo excessivo de alimentos industrializados, carregados de conservantes, sódio e corantes é uma armadilha para a saúde. E essas características também se aplicam à produtos vendidos como “fit”. O desinteresse pelo valor nutricional dos alimentos também favorece essa cultura: a maioria das pessoas em dieta preocupa-se mais com o número total de calorias, ignorando valores nutricionais importantes como a quantidade de proteínas, fibras e outras vitaminas essenciais para a alimentação.

O que temos é a oferta de alimentos zero calorias e zero nutrientes, ou pior: poucas calorias e muitos conservantes e realçadores de sabor – substâncias extremamente prejudiciais à saúde. A popularização de iogurtes e sucos de fruta classificados como light também têm levado pessoas à ingerirem uma quantidade enorme de açúcares ou adoçantes sem se darem conta. No geral, o fenômeno têm afetado a população mais pobre justamente porque os alimentos industrializados são mais baratos, carregados de gorduras e outros elementos que os deixam mais apetitosos – porém com baixíssimo valor nutricional. O grande problema é que a tal “junk food” é relativamente mais barata e prática do que uma alimentação saudável.

Porém, é preciso mudar estes hábitos não somente pela necessidade de emagrecer, mas também pelo impacto que essa alimentação terá sobre a saúde à longo prazo. Comer corretamente é o primeiro passo para mudar uma série de fatores ligados ao bem estar e qualidade de vida.

Encarando as mudanças

Preocupado com o agravamento da saúde pública, o Ministério da Saúde tem buscado promover, principalmente nas escolas, o hábito da alimentação saudável e da prática de atividades físicas. Porém, essa medida cabe à toda população – a mudança de hábitos pode significar ganho de qualidade de vida e longevidade para todos. Os males causados por doenças crônicas já são uma na vida realidade de muitos brasileiros, porém a adoção de algumas práticas pode facilitar o convívio com essas enfermidades.

Muitos só fazem mudanças na alimentação após descobrirem doenças relacionadas, porém a prevenção ainda é a melhor solução. Alguns pequenos hábitos podem ajudar na perda e manutenção de peso, além de facilitarem a ingestão de nutrientes essenciais, de acordo com a nutricionista Marcela Herculani essas medidas podem facilitar a reeducação alimentar:
  • Prefira sempre alimentos naturais: consumir mais frutas e verduras, e sempre que possível, preparar as refeições em casa – dessa forma é possível controlar a quantidade de óleo, sal, açúcar outros elementos que possam aumentar o valor calórico da refeição;
  • Pesquise frutas, verduras e legumes da época: devido à grande oferta desses alimentos são mais baratos e frescos;
  • Quando fizer refeições fora de casa, opte por buffets que ofereçam saladas e grelhados, porém tome cuidado ao temperá-los;
  • Troque o refrigerante por bebidas mais saudáveis como água de coco e sucos naturais;
  • Comer de 3 horas é essencial para manter o metabolismo acelerado e evitar comer em excesso na refeição seguinte, portanto faça pequenos lanches entre as refeições, como frutas in natura ou secas;
  • Crianças que recusam determinados alimentos ou tem falta de apetite podem precisar de suplementos nutricionais para complementar o aporte de nutrientes;
  • Inclua fibras no seu cardápio: esse nutriente facilita a digestão e aumenta a sensação de saciedade;
  • Não corte alimentos deliberadamente: todos os alimentos naturais oferecem algum tipo de nutriente importante, o que pode prejudica seu valor nutricional é a quantidade e/ou o modo de preparo: prefira assados, evite frituras.
  • Procure manter uma refeição equilibrada, com porções adequadas de cereais, hortaliças, leites e derivados, carne, açúcares e carboidratos.
  • Ler a tabela nutricional dos alimentos levando em consideração todos os nutrientes, não apenas a quantidade total de calorias. Além disso prestar atenção na porção, muitos caem na pegadinha e comem o pacote inteiro achando que tem poucas calorias, quando a quantidade calórica indicada corresponde à uma fração do alimento.
  • Pratique alguma atividade física: estudos apontam que 30 minutos de atividade física diárias já são suficientes para trazer benefícios à saúde;
  • Consulte um profissional nutricionista/endocrinologista para encontrar a dieta ideal para seu perfil;
Essas medidas são válidas para todos, obesos ou não – e ainda beneficiam pessoas que já convivem com doenças crônicas. Em casos específicos, uma dieta especializada pode ser desenvolvida por um profissional capacitado e trazer mais qualidade de vida ao paciente com problemas crônicos. Porém, no geral, essas dicas podem ajudar a adoção de uma rotina saudável que resulte na perda de peso e no ganho em saúde. Alimentar-se bem é alimentar-se com qualidade.

Matéria publicada no Jornal Dia a Dia

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Hipismo traz benefícios para o corpo que vão além da mente e da postura



O hipismo seria responsável pelo estímulo do crescimento em crianças, funcionamento do aparelho digestivo e a melhora significativa do tônus muscular. A equitação seria responsável por trazer benefícios também para o sistema neurológico, equilibrando os ritmos dos batimentos cardíacos e aumentando o poder de coordenação psicomotora.

A prática do hipismo traz benefícios para o corpo que vão além da mente e da postura. Em cerca de meia hora, os movimentos típicos da atividade promovem 1.8 mil ajustes tônicos e contrações musculares, que costumam deixar muitos alunos com a perna bamba após o exercício com o cavalo.

A fisioterapeuta e instrutora da Hípica Soberano, Micheli Carolina da Silva, garante que a atividade traz benefícios diretos para a musculatura do corpo. “Além de ajudar no equilíbrio e na coordenação motora, o praticante ganha força e resistência. Não sei o quanto perde de caloria, mas tanto o hipismo quanto a equitação, são atividades aeróbica e anaeróbicas”, ressalta.

A atividade seria responsável pelo estímulo do crescimento em crianças, funcionamento do aparelho digestivo e a melhora significativa do tônus muscular. A equitação seria responsável por trazer benefícios também para o sistema neurológico, equilibrando os ritmos dos batimentos cardíacos e aumentando o poder de coordenação psicomotora.

Para a administradora Renata Corrêa Santana, 38 anos, os benefícios foram bons tanto para ela quanto o filho, de 8 anos. “Melhorou a postura e o meu condicionamento físico. Sinto uma diferença no meu corpo, tenho mais força. Eu sempre gostei de cavalos, mas foi após meu filho começar a atividade que eu me interessei”, afirma.

As aulas para adultos duram em média 1 hora, já crianças menores de seis anos devem fazer cerca de meia hora. “O que os alunos vão notar é um enrijecimento muscular. Até por isso, vários profissionais indicam a atividade para quem é hipotônico, que tem perda do tono muscular, são pessoas mais flácidas, que respiram com dificuldades, a boca aberta, por exemplo. A atividade ajuda muito nesses casos. Até mesmo para quem sofre com o ronco”, ressalta Micheli.

Renata frisa que o filho Eduardo era muito agitado antes de começar a equitação. “Agora ele ficou bem mais calmo”, acredita. Essa mudança é também descrita como um dos benefícios das atividades para crianças, já que o cavaleiro desenvolve o papel de professor no treinamento do cavalo, o que exige disciplina, rotina e responsabilidade.

Matéria publicada no site Campo Grande

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quarta-feira, 16 de março de 2016

Musculação emagrece?



Quanto maior o aumento da massa muscular, mais acelerado será o metabolismo. E os benefícios do ganho de massa muscular vão muito além da estética. O tecido da massa magra apresenta uma atividade metabólica mais acelerada do que a do tecido gorduroso, isso impacta positivamente todas as funções fisiológicas do organismo: do sono à eliminação de gordura corporal e controle do colesterol.

Sim, e isso acontece já que quanto maior o aumento da massa muscular, mais acelerado será o metabolismo. E os benefícios do ganho de massa muscular vão muito além da estética. Márcio Gaefke profissional de educação física da Rede Just Fit conta que o tecido da chamada massa magra apresenta uma atividade metabólica mais acelerada do que a do tecido gorduroso. “Isso impacta positivamente todas as funções fisiológicas do organismo: do sono à eliminação de gordura corporal e controle do colesterol“, diz.

Porém, engana-se quem pensa que a gordura é capaz de se transformar em músculo e vice-versa. Ou seja: emagrecer não implica necessariamente ganho de músculos. “São dois processos diferentes, e os estímulos que levam a cada resultado são distintos”, explica acrescentando que “queimar calorias exige um aumento do metabolismo de todo o corpo, que usa o seu combustível para remover a gordura estocada. E isso acontece com os exercícios aeróbicos também”.

O processo do corpo que leva ao aumento da massa muscular, por outro lado, acontece dentro das células do músculo. Quando uma pessoa realiza um exercício de força em um determinado grupo muscular, ela ativa enzimas presentes dentro dessas células que são responsáveis pela síntese de proteína. “Com as enzimas trabalhando em ritmo mais acelerado, aumenta-se a velocidade dessa síntese de proteínas, e essas proteínas são o que chamamos depois de massa muscular”, fala Márcio.

Por isso, os que almejam o aumento dos músculos podem ingerir antes durante e pós treino suplementos de proteína, pois nesse estágio aumenta a síntese proteíca ou seja as fibras musculares necessitam de mais proteínas, é uma irrigação para os músculos.

“A musculação ajuda sim na aceleração do metabolismo, mas vale salientar que a caminhada, corrida e hidroginástica são exercícios aeróbios que aumentam ainda mais a queima de calorias e gorduras”, finaliza o profissional.

Matéria publicada no site Segs

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