segunda-feira, 26 de outubro de 2015

A introdução do esporte na vida das crianças


A infância é um período encantador e cheio de descobertas. Nessa fase, o esporte tem um papel de estímulo ao desenvolvimento neuromotor, de fortalecer a musculatura, além de ajudar no sistema respiratório.


A infância é um período encantador e cheio de descobertas. Nessa fase, o esporte tem um papel de estímulo ao desenvolvimento neuromotor, de fortalecer a musculatura, além de ajudar no sistema respiratório.

Em homenagem ao Dia das Crianças, celebrado no domingo deste mês (12), o Ministério do Esporte selecionou algumas histórias de grandes nomes do esporte brasileiro que, desde a infância, utilizaram o esporte como forma de ocupação e de desenvolvimento corporal.

Saiba como alguns ídolos entraram para o esporte:

Arthur Zanetti

A história do campeão olímpico e mundial com a ginástica artística começou na infância. A modalidade entrou na vida de Arthur Zanetti aos 7 anos, seguindo o conselho do então professor de educação física.
Ao observar o menino, mais baixo que os outros alunos, mas ágil e com o tronco forte, o professor Sérgio dos Santos sugeriu aos pais que o levassem para fazer um teste de ginástica artística na SERC (Sociedade Esportiva Recreativa e Cultural) Santa Maria, em São Caetano do Sul (SP). “Queria jogar futebol, mas era muito ruim”, revelou o ginasta.  


Fabiana Murer

Ainda criança, a atleta não sonhava em defender o Brasil nas provas de salto com vara. O esporte entrou na vida de Fabiana Murer aos 7 anos ao praticar ginástica artística. Quando chegou aos 16 anos, a atleta era alta demais para a modalidade e trocou de esporte. Ao assistir aos Jogos Olímpicos de Atlanta, em 1996, Murer viu pela primeira vez uma prova do salto com vara. A partir daí, conhecemos sua trajetória.


Cesar Cielo

O esporte sempre esteve presente na vida do primeiro medalhista de ouro da natação brasileira. A primeira modalidade com a qual o atleta teve contato foi o judô. Como era bem maior que os garotos de sua idade, Cielo competia contra atletas de categorias superiores e perdia, o que o fez desistir. No ensino fundamental, o quimono foi substituído pelas quadras de vôlei. Tinha o biotipo adequado, era alto e jogava bem, mas nadava melhor.


Ana Cláudia

Quando criança, a velocista brasileira das provas de 100m e 200m rasos gostava mesmo de correr atrás da bola. O futsal era o esporte favorito. Aos 13 anos, graças à sua velocidade na quadra, foi convidada para disputar uma competição de atletismo.


Duda

Como toda criança brasileira, o sonho de Mauro Vinícius da Silva (Duda) era ser jogador de futebol. Pela televisão, viu Claudinei Quirino, André Domingos e Edson Luciano se consagrarem nas Olimpíadas de Sydney, em 2000. Os ídolos despertaram o interesse pelo atletismo aos 14 anos, quando começou a se dedicar ao salto em distância.


Yane Marques

A multiatleta medalhista olímpica não começou praticando várias modalidades quando criança. Ela teve o primeiro contato com o esporte na natação, aos 12 anos. Tomou gosto e hoje é destaque mundial no pentatlo moderno, disputando provas de esgrima, natação, hipismo, tiro e corrida.

Matéria publicada pelo site Portal Brasil

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Clubes ampliam busca por apoio a esportistas


Uma das maiores reclamações, quando se fala em apoio ao esporte no Brasil, é que os patrocinadores ainda preferem financiar atletas de renome em detrimento de esportistas iniciantes. Os clubes – que oferecem e mantêm as estruturas necessárias para que diversas modalidades se desenvolvam no País -, por outro lado, têm tido papel fundamental na retenção de novos talentos e no fomento ao setor.


Mesmo que o esporte brasileiro tenha ido além do futebol, modalidade número um em aportes, e evoluído em volume de participação no marketing das empresas, quem tem potencial para ser medalhista pode precisar bancar o investimento ou contar com bolsas de incentivo se quiser seguir treinando e disputar campeonatos. Foi assim com o nadador gaúcho Samuel de Bona (24 anos), até que surgiu a oportunidade de ele ser patrocinado pelos Correios.

“O efeito é automático: os atletas passam a contar com auxílio assim que começam a se destacar em campeonatos nacionais, com possibilidade de chegar às Olimpíadas”, destaca o presidente do Grêmio Náutico União (GNU), Francisco Schmidt. No caso do nadador Bona, que já tinha vitórias nacionais, o apoio financeiro veio após a conquista da medalha de bronze no Campeonato Mundial de Maratonas Aquáticas de Barcelona, em 2013. A indicação sempre parte do próprio Comitê Olímpico Brasileiro (COB). “Em alguns casos, empresas como os Correios (que tem um programa de patrocínio ao esporte) os contratam e repassam verbas mensais; em outros, o atleta passa a receber soldo via Exército Brasileiro”, explica Schmidt.

No entanto, a indústria do esporte não perdoa: recentemente, Bona teve o contrato cancelado, “por não ter sido escalado” para as Olimpíadas de 2016. Sem o principal patrocínio, Bona, que treina desde os 14 anos com auxílio do Programa Bolsa Atleta do governo federal (cujos valores mensais variam conforme a categoria, de R$ 370,00 na base até R$ 3.100,00 para competidores olímpicos e paralímpicos), se debruçará agora em projetos para buscar recursos junto à iniciativa privada. “Se houvesse um planejamento de longo prazo nos contratos de patrocínio, seria melhor”, lamenta o atleta. “Sem a verba que eu recebia dos Correios, não poderei completar o circuito mundial, cuja última etapa ocorre na China, em outubro”, desabafa. Bona tem o apoio do Grêmio Náutico União, clube que representa, e do qual recebe um salário. “Também conto com toda estrutura da entidade, incluindo assistência médica e fisioterapia – é fantástico”, elogia.

Schmidt explica que o clube busca constantemente formas de manter o incentivo aos atletas. “Oferecemos ajuda de custo em modalidades como natação, remo, esgrima, ginásticas rítmica e artística e judô. São valores pequenos, porque temos algumas dificuldades.” Segundo o dirigente, muitas vezes um jogador de futebol ganha mais do que uma associação esportiva consegue investir em outras categorias esportivas, como é o caso do GNU – que praticamente depende do valor das mensalidades pagas por associados para cumprir a empreitada. Nos últimos anos, o União contou com patrocínios para a aquisição de equipamentos, modernização de infraestrutura e custeio de viagens. “Os recursos partiram da Confederação Brasileira de Clubes (CBC), que destina cerca de R$ 50 milhões por ano – diluídos entre vários associados. Se conseguimos 1% deste valor, está ótimo”, mensura Schmidt.

Desde 2011, o GNU teve três de seus projetos aprovados junto ao Ministério do Esporte e à Fundação de Esporte e Lazer do Rio Grande do Sul (Fundergs). Além da compra de equipamentos que possibilitem a atividade esportiva, os valores são utilizados para projetos de formação de atletas, garantindo alguma tranquilidade para que possam treinar, mesmo que seja nas mesmas raias de remo e piscinas frequentadas pelos sócios. As escolas preparatórias do clube contam com cinco mil alunos. “Um percentual do que o GNU gasta em toda a sua estrutura esportiva vai para o atleta de alto rendimento”, aponta o dirigente. O ideal, segundo ele, seria um apoio maior da iniciativa privada, que em geral enxerga somente o futebol como um esporte que dá retorno ao patrocínio. “Se não começarmos a incentivar outras atividades esportivas, elas nunca irão crescer”, adverte.

Falta de recursos interfere nas competições

Antes de se tornar um campeão de esgrima em cadeira de rodas, Jovane Guissone (32 anos) “penou” metade de uma década, batendo na porta de diversas empresas, sem conseguir nenhum retorno. Atualmente, o atleta – que perdeu o movimento das pernas, após levar um tiro na coluna durante um assalto, em 2004 – tem o apoio da Nissan, da Caixa Econômica Federal e do Ministério do Esporte, leva uma vida confortável e tem sua imagem administrada pelo departamento de Marketing do Comitê Paralímpico Brasileiro. Ele ainda recebe todo atendimento médico e fisioterapêutico por parte do Grêmio Náutico União (GCU). Mas, no período em que ainda era morador de um bairro da periferia da cidade de Canoas, enfrentou muitos obstáculos ao decidir investir na carreira iniciada em 2008. Naquela época, o marketing esportivo ainda era recente no Brasil, e poucos conseguiam patrocínio, mesmo entre medalhistas.

“Foi muito difícil, para chegar onde cheguei, enfrentei muitos obstáculos. Sem patrocínio era um caos”, relembra Guissone, que precisava enfrentar diariamente uma rua de chão batido, para depois acessar três meios de transporte público (dois ônibus e trem) a caminho do local dos treinos, no bairro Menino Deus, em Porto Alegre. Nesse percurso, ele perdia cerca de três horas, e o mesmo ocorria na volta para casa. A falta de recursos financeiros se refletia também na hora de competir, quando precisava pedir emprestado o material dos colegas e parcelar o valor das passagens para viajar. Casado, Guissone sustenta a família. “Hoje tenho um carro, e o tempo que eu perdia no ônibus, posso usar para treinar. Além disso,mudei de casa, e lá tenho tudo adaptado”, compara.

Leis de incentivo ampliam possibilidades de captação

Entre as normas voltadas especificamente para o futebol, a Lei Pelé (nº 9.615/1998) destinou verbas para o esporte olímpico e paraolímpico no Brasil e determinou a profissionalização dos clubes, que foram obrigados a se transformar em verdadeiras empresas. A legislação impulsionou a busca por parcerias junto à iniciativa privada via legislações de incentivo ao esporte. A Lei nº 11.438/2006, por exemplo, permite que pessoas físicas e jurídicas invistam parte do que pagariam de Imposto de Renda em projetos esportivos aprovados pelo Ministério do Esporte.

São normas como essas que garantem os recursos para formação de atletas. Contando com medalhistas mundiais, como os atletas Felipe Kitadai, Mayra Aguiar e Maria Portela, a Sogipa mantém sua equipe de judô assim: com o patrocínio do governo gaúcho – por meio da Secretaria do Esporte e do Lazer e do Pró-Esporte/RS – e também da Oi, do Banrisul, do Zaffari e da Fundergs. Ao todo, a associação recebe R$ 2,5 milhões por ano, entre patrocínios privados, diretos com departamento de marketing das empresas, e incentivados, via leis estadual e federal ou por empresas públicas, como Correios e Banco do Brasil, além de confederações.

De acordo com o vice-presidente de Esporte do clube, Alexandre Algeri, somente em 2012, o retorno para os patrocinadores foi de R$ 51,7 milhões em visibilidade na mídia televisiva. “Isso mostra a grande vantagem de investir no esporte, sem contar ainda o percentual de renúncia fiscal”, defende o dirigente, que busca captação de R$ 3,5 milhões junto à Lei Pelé.

Desde 2007, o clube busca patrocinadores, sem que os atletas precisem ir atrás. “Em nível olímpico, como é o caso da Mayra Aguiar, há também os apoios pontuais.” O dirigente explica que há critérios estabelecidos por nível de atleta. Os que estão em formação, por exemplo, recebem desde bolsa de estudos, passando por direito à equipe multidisciplinar e alimentação, até moradia.

A exemplo dos Estados Unidos, onde as universidades bancam os atletas em formação, à medida que se destacam, a Faculdade Sogipa presta auxílio na caminhada rumo ao pódio. Não à toa, de seis títulos mundiais de Judô, quatro são de atletas do clube. Dali saem participantes de campeonatos municipais, estaduais, brasileiros, sul-brasileiros, panamericanos, mundiais e olímpicos. Atualmente, 40 atletas da Sogipa são subsidiados pelo projeto olímpico, nas modalidades de judô, atletismo e esgrima. Ao todo, são cinco mil praticantes em 24 modalidades esportivas.

Jangadeiros busca apoio para atletas olímpicos

Fernanda Oliveira, que participará das Olimpíadas de 2016 ao lado de Ana Barbachan representando o Jangadeiros pela classe 470 feminino de vela, é motivo de orgulho para o clube. Primeira mulher a conquistar uma medalha olímpica em iatismo para o País a velejadora alcançou o estágio de conseguir patrocínio individual, do Banco do Brasil e da Sulamérica Seguros. Sua rotina de treinos e competições é digna de uma atleta de alto nível.

No entanto, para se obter esses resultados, além de talento, é preciso esforços financeiros que muitas vezes podem ser o motivo da desistência de muitos esportistas. “Deixar de trabalhar a base, na maioria das modalidades, é uma falha. É preciso apostar nos atletas mirins”, argumenta Manuel Ruttkay Pereira, comodoro do Jangadeiros. O clube oferece estrutura para as regatas de alunos de sua Escola de Vela com idade a partir dos sete anos, mas ainda busca por recursos que permitam aumentar o fomento ao esporte. “Os projetos sociais que devem contemplar crianças de escolas públicas, estão em fase final. Assim, elas poderão ter acesso gratuito à nossa escola de velas”, comemora Pereira.

O Jangadeiros mantém um Fundo de Vela, formado por 3% da mensalidade de cada sócio. Os recursos não são altos, diz o comodoro, mas ajudam nos custos com transporte dos barcos e uniformes. O clube trabalha agora na captação de recursos via Lei Estadual de Incentivo ao Esporte – na qual o Banrisul é o maior apoiador – e junto à Fundergs. A meta é conseguir verbas maiores, via Confederação Brasileira de Clubes, pela Lei Pelé.

Investimentos geram reconhecimento para as empresas

A imagem do atleta é a mais positiva possível. Demonstra garra, determinação, disciplina, competência. São conceitos a que todas as empresas gostariam de ter suas marcas associadas. Isso explica porque muitas delas já mantém inclusive projetos voltados exclusivamente para o apoio de esportistas brasileiros. Os Correios, por exemplo, patrocinam o setor desde 1991. Somente entre 2014 e 2015 a empresa investiu mais de R$ 250 milhões em patrocínios vinculados ao esporte. “Vários atletas que hoje têm destaque mundial são patrocinados pelos Correios desde a base”, garante a chefe do Departamento de Comunicação Estratégica da empresa, Graziela Maria Godinho Cavaggioni.

Na mesma linha, a Embratel patrocina 23 atletas, incluindo medalhistas como Cesar Cielo (natação), Sarah Menezes (judô), Emanuel (vôlei de praia) e o fenômeno paralímpico de natação, Daniel Dias.

Recentemente, Dias – que é recordista brasileiro com 15 medalhas em Jogos Paralímpicos e vencedor do Prêmio Laureus em 2009 e 2013 – assinou mais um contrato, desta vez com a Associação Brasileira de Automação (GS1 Brasil). De acordo com o presidente da GS1, João Carlos de Oliveira, Dias é o primeiro atleta que a associação está patrocinando, mas a expectativa é de ampliar o apoio para outros esportistas. “Uma das características que valorizamos é superação e motivação”, justifica o dirigente.

Matéria publicada no site Jornal do Comércio

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Tensegridade muscular: conheça o conceito que vai te ajudar a prevenir lesões


O conceito da tensegridade também pode ser aplicado quando nos referimos à interação entre músculos e ossos. Se essa interação não for harmoniosa, algum tipo de lesão pode ser desenvolvido a curto ou longo prazo, causando alterações posturais. Por isso, é tão importante a prática de exercícios físicos adequados e de forma consciente, segundo o educador físico Albert Nunes, especializado em musculação e condicionamento físico.

A interação entre músculos e ossos deve estar em harmonia para evitar lesões, o que pode ser conseguido com exercícios físicos adequados.

Quando ouvimos falar sobre tensegridade nos remetemos logo à física. O termo é uma propriedade daquela ciência que se aplica em materiais cujos componentes usam da tração e da compressão de forma a lhes proporcionar estabilidade e resistência. Em linhas gerais, o conceito é descrito por uma relação entre forças contrárias, em que a tração é contínua e a compressão descontínua, como um balão cheio de ar – as paredes do balão agem em tensão, enquanto as moléculas de ar agem comprimindo-as. Mesmo sendo o balão feito de material fino, fraco e instável, é isso que dá a ele estabilidade. Nos seres humanos é mais ou menos da mesma forma.

O conceito da tensegridade também pode ser aplicado quando nos referimos à interação entre músculos e ossos. Se essa interação não for harmoniosa, algum tipo de lesão pode ser desenvolvido a curto ou longo prazo, causando alterações posturais. Por isso, é tão importante a prática de exercícios físicos adequados e de forma consciente, segundo o educador físico Albert Nunes, especializado em musculação e condicionamento físico.

Ele explica que os músculos atuam em uma tração contínua e os ossos, em uma compressão descontínua, dando estabilidade estática e dinâmica às partes do corpo e ao movimento. Se ocorrer algum desequilíbrio entre essas duas estruturas, é provável que não ocorra uma congruência articular adequada. A ausência dessa harmonia pode comprometer a locomoção, a partir do momento em que há uma sobrecarga em estruturas importantes do corpo como tendões e ligamentos. “Na realidade, em aspectos gerais, o ser humano em si tem alterações na sua forma, que é algo próprio do dia a dia. A rotina faz isso, criando um padrão que causa um desalinhamento postural. E toda vez que tiver esse desarranjo, aparecem dores e, consequentemente, lesões.”

De acordo com Nunes, o exercício adequado deve melhorar o padrão postural alterado por meio do trabalho de força, flexibilidade e melhora da consciência corporal. “Muitas pessoas não sabem de suas alterações posturais e as que as conhecem não sabem corrigir ou lidar com elas. Minha função é harmonizar tudo isso.”

Qualquer modalidade de exercício que proporciona um correto posicionamento das estruturas ósseas durante a execução, como musculação, aulas de ginástica em grupo, atividades na água e esportes de uma forma geral destacam-se como sendo fundamentais para manter a tensegridade muscular. O educador físico acrescenta que essas atividades garantem segurança durante a realização e um desempenho muscular adequado, preservando as articulações.

Todos, entretanto, devem ser feitos sob orientação de um profissional que tenha conceitos básicos de cinesiologia, biomecânica e postura. Só assim, é possível fazer um trabalho adequado, que inclui intervenções diretas e indiretas. “O objetivo é fazer uma harmonização e, pelo menos, minimizar as dores. Fazemos uma intervenção direta no foco do problema durante os treinos e reorganizamos a semana da pessoa, porque ela terá tarefas que não serão presenciais. Treinos presenciais uma ou duas vezes na semana não são suficientes para conseguir esse equilíbrio”, afirma o especialista.

MOVIMENTO REPETITIVO
Essas alterações são mais comuns em idosos,em razão do processo natural do envelhecimento, mas há muitos jovens que têm apresentado problemas de tensegridade muscular, segundo Nunes. “Normalmente, é consequência de padrão de movimento repetitivo, relacionado com alguma atividade ou função que ele exerce. E como essa gente mais nova não se importa muito com essa parte postural, o que é algo natural da idade, tem sido acometido por esse tipo de problema.”
E para se chegar ao exercício ideal é necessária uma análise de padrão de movimento. Essa análise, segundo o especialista, deve ser feita na primeira avaliação. “Só assim, o profissional capacitado vai verificar se o padrão de movimento da pessoa está alterado. Depois, ele definirá quais os exercícios serão necessários para harmonizar a interação entre músculos e ossos.”

Matéria publicada no site Uai

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sábado, 24 de outubro de 2015

ÚLTIMAS VAGAS !!! - CURSO DE REABILITAÇÃO E TREINAMENTO ATRAVÉS DO MÉTODO PILATES- FORMAÇÃO COMPLETA - BLUMENAU/SC


ÚLTIMAS VAGAS !!!
 
 
 
CARGA HORÁRIA: 300 horas /Mec

Incluindo: I e II módulos - 75 horas/Mec

Estágio /aulas - 25 horas

Estágio opcional - 50 horas

Estudos on line – 150 horas (videolivraria )


Acesso a VIDEOLIVRARIA TAO PILATES , com mais de 300 clips - de exercícios de pilates no solo , na bola, no reformer, cadillac, chair e ladder . Apresentados pelo Dr. Joel Steinman, com conteúdo Biomecânico detalhado.
Você estará aprendendo um total de 275 exercícios com mais de 240 variações sendo:

REFORMER: 35 EXERCÍCIOS COM 80 VARIAÇÕES
CADILLAC: 36 EXERCÍCIOS COM 45 VARIAÇÕES
CHAIR: 38 EXERCÍCIOS COM 30 VARIAÇÕES
LADDER BARREL: 8 EXERCÍCIOS COM 20 VARIAÇÕES
MAT: 36 EXERCÍCIOS COM 20 VARIAÇÕES
BOLA: 62 EXERCÍCIOS COM 40 VARIAÇOES
ROLO DE FELDENKRAIS: 30 EXERCÍCIOS
FLEXI RING: 30 EXERCÍCIOS COM MÚLTIPLAS VARIAÇÕES

Supervisão de detalhes:
Base Biomecânica
Prova - Avaliação

Incluindo discussão de casos, conferência, mini- laborátorios,
Plano de aulas básicas e intermediárias no Mat e Acessórios
Plano de aulas básicas e intermediárias nos Aparelhos
Plano de aulas nas patologias cervicais, lombares, desvios posturais, Patologias de ombro, quadril,joelho e tornozelo.
Plano de Treinamento


Conteúdo:

1- História do Pilates.
2- Introdução ao Método Pilates.
3- Princípios, Conceitos e Terminologia do Método.
4- Anatomia do Pilates.
5- Biomecânica/Cinesiologia/Neurociência
6- Enrolar e endireitar - Sistema reto
7- Sistema cruzado Anterior e Posterior
8- Respiração Torácica Lateral
9- O efeito das molas: resistência e assistência.
10- Avaliação da Postura Estática e Dinâmica.
11- Avaliação do Core.
12- Reabilitação através do Método Pilates nas principais patologias da coluna vertebral, ombros, joelhos e tornozelos.
13- Estabilização Estática/Dinâmica, Dissociação e Mobilização.
14- Treinamento e Fitness através do Pilates.
15- Pilates na Medicina Esportiva.
16- Série básica e intermediário de exercícios de Pilates, Reformer, Cadillac/Wall Unit; Ladder Barrel, Chair e acessórios( bola , magic circle, rolo).
17- Como evoluir e acompanhar o treinamento e a reabilitação.
18- Estágio Supervisionado - Acompanhamento de casos clínicos.
19- Como montar um estúdio
20- Avaliação e Prova.


Estágio Supervisionado obrigatório de 25 HORAS/AULAS/MEC

1- O estágio faz parte integrante do Curso.
2- O estágio realizado no Tao Pilates Instituto - Florianópolis esta incluso no valor do curso.
3- O estágio poderá ser realizado em qualquer estúdio certificado, desde que você comprove a realização. (declaração de estágio)
4- O estágio realizado fora do Tao Pilates Instituto não esta incluso no valor do Curso.



Corpo Docente:
Dr. Joel Steinman - e equipe do TAO PILATES

Médico com mais de 35 Anos de experiência clinica
Surfista há 35 anos
Especialista em Medicina Esportiva - Sociedade Brasileira de Medicina do Esporte Especialista em Acupuntura e Manipulação Vertebral (quiropraxia) na China pela Academia de Medicina Tradicional Chinesa de Beijing- China - Membro do Colégio Médico Brasileiro de Acupuntura
Especialista em Pediatria pela Sociedade Brasileira de Pediatra
Mestre em Saúde pela Universidade de Paris
Membro do Pilates METHOD ALIANCE
Pós graduação em Posturologia
Cursou programas de formação na Austrália
Criador do TAO PILATES, voltado a reabilitação e reestruturação do movimento
Membro da Sociedade Brasileira de Medicina Física e de Reabilitação
Diretor Médico do Campeonato Mundial de Surf – WCT Brasil
Diretor Tao Pilates Instituto de Acupuntura e Medicina do Esporte
Autor do livro Surfing and Health (Meyers&Meyers)
Autor do livro Surf e Saúde


Informações:
TAO PILATES® INSTITUTO DE MEDICINA EXERCÍCIO E DO ESPORTE
Fone/Fax: 048-3228-9898
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secretaria@taopilates.com.br


NOTA- INSTRUTOR RESPONSÁVEL PELO CURSO PODERÁ SER ALTERADO, CASO HAJA ALGUM IMPEDIMENTO.

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Técnicas não invasivas contra a dor


Atividade física tem um papel crucial na interrupção do “círculo vicioso” de dor e redução de mobilidade características de algumas condições crônicas, como artrite e fibromialgia. Tente opções aeróbicas suaves, como caminhada, natação ou ciclismo.

Quem nunca sentiu dores no corpo que atire a primeira pedra. Muitas vezes as soluções são bem mais fáceis e acessíveis do que imaginamos. Coisas simples como exercícios ao ar livre e terapia com música são eficazes e nos curam sem necessidade de remédios. Confira agora quatro técnicas não invasivas contra a dor:

Calor e frio 
Estes dois métodos ainda são os pilares de alívio da dor para certas lesões. Se uma bolsa caseira de água quente ou gelo não funcionar, peça a um fisioterapeuta ou quiroprático suas versões de um desses tratamentos, que podem penetrar mais profundamente no músculo e no tecido.

Exercícios
Atividade física tem um papel crucial na interrupção do “círculo vicioso” de dor e redução de mobilidade características de algumas condições crônicas, como artrite e fibromialgia. Tente opções aeróbicas suaves, como caminhada, natação ou ciclismo.

Técnicas mente-corpo
Meditação e exercícios de respiração ajudam a restaurar o senso de controle sobre o corpo e interrompem reações emocionais que podem agravar a tensão muscular e a dor crônica. Ioga e tai chi também são ótimas escolhas e reúnem exercício, respiração e controle mental.

Musicoterapia e massagem
Estudos mostram que a música pode ajudar a aliviar a dor antes e durante o parto – especialmente a música clássica, mas não faz mal usar sua seleção preferida. Ouvir qualquer música ajuda a distrair da dor e do desconforto. E a massagem ajuda a aliviar a tensão muscular e das articulações.

Matéria publicada no site Bonde



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Um estilo de vida chamado Dieta Mediterrânea


Mais do que um padrão alimentar, a Dieta Mediterrânea pode ser considerada uma cultura, combinando ingredientes de agricultura biológicos, com formas de cozinhar de diferentes locais e tradições, o que juntamente com uma maior atividade física bem como uma atmosfera social descontraída, que caracteriza os povos mediterrâneos, se poderá afirmar como um estilo de vida saudável.

São predominantes os alimentos de origem vegetal, como pão de trigo ou outros cereais pouco refinados, massa arroz, azeite, legumes e fruta fresca, como citrinos, contando também com um consumo moderado de vinho às refeições ao contrário dos povos nórdicos que bebem quantidades intoxicantes de cerveja e bebidas espirituosas. A ingestão de carne vermelha em poucas quantidades contribui igualmente para um estilo de vida saudável.

Dieta Mediterrânica e a prevenção de doenças

Estudos científicos demonstraram que a Dieta Mediterrânea é também um forte aliado na prevenção de doenças coronárias e cardiovasculares, sendo esta tanto maior quanto mais elevado for o consumo de gordura, em exceção verifica-se que na dieta mediterrânica reduz este risco devido ao seu baixo teor de ácidos gordos saturados (azeite) contribuindo também para um estilo de vida saudável ao alto teor de fibras alimentares, assim como a abundância de antioxidantes próprias desta dieta.


Segundo a pirâmide alimentar da Dieta Mediterrânica, a ingestão de água e infusões deve ser privilegiada, sendo o seu consumo preferencialmente diário de 1,5L a 2L, seguindo-se do consumo de pão e cereais, que devem fornecer, deste modo, a energia necessária para todo o dia, a fruta e os produtos hortícolas, que são abundantes em Portugal e provenientes de uma agricultura biológica de excelência com alto teor de vitaminas e minerais, aconselhando-se o consumo diário de sopa e fruta como a sobremesa mais frequente, a sazonalidade de alguns alimentos é um fator que influencia a ingestão das frutas e dos legumes podendo optar pelo consumo de maçã, pera, laranja, banana, couve, feijão-verde, brócolos, alho-francês e batata-doce como alternativa à batata branca.

Assente em gorduras saudáveis

Em cada refeição principal é recomendada a escolha do azeite como principal fonte de gordura por este ser rico em ácido gordo monoinsaturado, reduz os níveis de colesterol e, apesar das calorias extra que implicam a ingestão de todas as gorduras, não se encontra associado a excesso de peso e obesidade.


Para a escolha do melhor azeite deve ser privilegiado o virgem extra, sendo que a sua cor verde escura que apresenta é devida à riqueza em antioxidantes, que se perdem parcialmente nos processos de refinação, branqueamento ou de obtenção do azeite por métodos de aquecimento salientando que este possui uma forte resistência às temperaturas elevadas eleito também para os temperos.

Outras características

As especiarias possibilitam a diminuição do sal, e o alho, cebola, frutos secos e azeitonas são uma ótima fonte de fibra, o que faz com que sejam uma parte integrante importante da lista dos componentes alimentares diários da Dieta Mediterrânica, o consumo de lacticínios deve ser diário e moderado dando preferência aos produtos lácteos de baixo teor de gordura.


Quanto ao vinho este possui flavonóides próprios do vinho tinto com a sua poderosa ação antioxidante que também contribuem para a melhor saúde cardiovascular.

Em relação à carne e ao peixe, considera-se que a proteína animal não deve constituir a maior percentagem do prato, sendo o peixe o eleito para ser consumido um maior número de vezes por semana comparativamente com a carne, que deve ser consumida apenas duas vezes por semana dando preferência à carne branca, a carne vermelha e a carne processada deve ser consumida em pouca quantidade e com menor frequência.

No topo da pirâmide alimentar está a doçaria, que faz parte da tradição portuguesa mas que deve ser consumida com moderação, pois em geral têm uma quantidade significativa de açúcar e gorduras.

Devido ao esforço que foi feito em Portugal, nomeadamente o trabalho de sensibilização e pressão desenvolvida levou à coroação recente com a atribuição pela UNESCO de património imaterial da humanidade à dieta mediterrânica portuguesa.

Matéria publicada no site Mundo Portugues


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A melhor arma contra o envelhecimento


Manter-se ativo pode ser o segredo para permanecer jovem durante mais tempo. Pesquisadores de uma universidade canadense descobriram que exercícios de resistência podem interromper o processo de envelhecimento.

Os resultados do estudo indicaram que para além, de poder evitar uma morte precoce, o exercício físico pode também atrasar o processo de envelhecimento. O autor, Mark Tarnopolsky, Professor de Pediatria e medicina de McMaster DeGroote School of Medicine, referiu mesmo que aquilo que mais os chocou foram as gónadas, baço, fígado… Cada tecido que observávamos tornava-se melhor, quanto maior fosse a quantidade de exercício.”

Os ratos foram distribuídos em dois grupos: Um que não fazia qualquer exercício e outro que foi forçado a correr na roda num ritmo acelerado durante 45 minutos, três vezes por semana.

Após um período de cinco meses, os pesquisadores descobriram que a prevenção do envelhecimento precoce ocorrera entre todos os ratos incluídos no grupo de exercício. Enquanto estes ratos permaneceram ativos e pareciam mais jovens que nunca, os ratos sedentários ficaram mais inativos, socialmente isolados e menos férteis.

Tarnopolsky observou que os resultados do estudo são aplicáveis aos seres humanos, e está esperançado que o resultado do estudo poderá ajudar a motivar as pessoas a ficar em movimento.
A boa notícia é que nunca é tarde demais para obter tais resultados. Tarnopolsky observou que os estudos têm mostrado que mesmo aqueles que passaram muito tempo numa vida sedentária podem ainda colher os benefícios do exercício e ganhar energia, mobilidade e promover órgãos saudáveis.

Matéria publicada no site Impala

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