quarta-feira, 23 de setembro de 2015

Clubes ampliam busca por apoio a esportistas


Uma das maiores reclamações, quando se fala em apoio ao esporte no Brasil, é que os patrocinadores ainda preferem financiar atletas de renome em detrimento de esportistas iniciantes. Os clubes – que oferecem e mantêm as estruturas necessárias para que diversas modalidades se desenvolvam no País -, por outro lado, têm tido papel fundamental na retenção de novos talentos e no fomento ao setor.

Mesmo que o esporte brasileiro tenha ido além do futebol, modalidade número um em aportes, e evoluído em volume de participação no marketing das empresas, quem tem potencial para ser medalhista pode precisar bancar o investimento ou contar com bolsas de incentivo se quiser seguir treinando e disputar campeonatos. Foi assim com o nadador gaúcho Samuel de Bona (24 anos), até que surgiu a oportunidade de ele ser patrocinado pelos Correios.

“O efeito é automático: os atletas passam a contar com auxílio assim que começam a se destacar em campeonatos nacionais, com possibilidade de chegar às Olimpíadas”, destaca o presidente do Grêmio Náutico União (GNU), Francisco Schmidt. No caso do nadador Bona, que já tinha vitórias nacionais, o apoio financeiro veio após a conquista da medalha de bronze no Campeonato Mundial de Maratonas Aquáticas de Barcelona, em 2013. A indicação sempre parte do próprio Comitê Olímpico Brasileiro (COB). “Em alguns casos, empresas como os Correios (que tem um programa de patrocínio ao esporte) os contratam e repassam verbas mensais; em outros, o atleta passa a receber soldo via Exército Brasileiro”, explica Schmidt.

No entanto, a indústria do esporte não perdoa: recentemente, Bona teve o contrato cancelado, “por não ter sido escalado” para as Olimpíadas de 2016. Sem o principal patrocínio, Bona, que treina desde os 14 anos com auxílio do Programa Bolsa Atleta do governo federal (cujos valores mensais variam conforme a categoria, de R$ 370,00 na base até R$ 3.100,00 para competidores olímpicos e paralímpicos), se debruçará agora em projetos para buscar recursos junto à iniciativa privada. “Se houvesse um planejamento de longo prazo nos contratos de patrocínio, seria melhor”, lamenta o atleta. “Sem a verba que eu recebia dos Correios, não poderei completar o circuito mundial, cuja última etapa ocorre na China, em outubro”, desabafa. Bona tem o apoio do Grêmio Náutico União, clube que representa, e do qual recebe um salário. “Também conto com toda estrutura da entidade, incluindo assistência médica e fisioterapia – é fantástico”, elogia.

Schmidt explica que o clube busca constantemente formas de manter o incentivo aos atletas. “Oferecemos ajuda de custo em modalidades como natação, remo, esgrima, ginásticas rítmica e artística e judô. São valores pequenos, porque temos algumas dificuldades.” Segundo o dirigente, muitas vezes um jogador de futebol ganha mais do que uma associação esportiva consegue investir em outras categorias esportivas, como é o caso do GNU – que praticamente depende do valor das mensalidades pagas por associados para cumprir a empreitada. Nos últimos anos, o União contou com patrocínios para a aquisição de equipamentos, modernização de infraestrutura e custeio de viagens. “Os recursos partiram da Confederação Brasileira de Clubes (CBC), que destina cerca de R$ 50 milhões por ano – diluídos entre vários associados. Se conseguimos 1% deste valor, está ótimo”, mensura Schmidt.

Desde 2011, o GNU teve três de seus projetos aprovados junto ao Ministério do Esporte e à Fundação de Esporte e Lazer do Rio Grande do Sul (Fundergs). Além da compra de equipamentos que possibilitem a atividade esportiva, os valores são utilizados para projetos de formação de atletas, garantindo alguma tranquilidade para que possam treinar, mesmo que seja nas mesmas raias de remo e piscinas frequentadas pelos sócios. As escolas preparatórias do clube contam com cinco mil alunos. “Um percentual do que o GNU gasta em toda a sua estrutura esportiva vai para o atleta de alto rendimento”, aponta o dirigente. O ideal, segundo ele, seria um apoio maior da iniciativa privada, que em geral enxerga somente o futebol como um esporte que dá retorno ao patrocínio. “Se não começarmos a incentivar outras atividades esportivas, elas nunca irão crescer”, adverte.

Falta de recursos interfere nas competições

Antes de se tornar um campeão de esgrima em cadeira de rodas, Jovane Guissone (32 anos) “penou” metade de uma década, batendo na porta de diversas empresas, sem conseguir nenhum retorno. Atualmente, o atleta – que perdeu o movimento das pernas, após levar um tiro na coluna durante um assalto, em 2004 – tem o apoio da Nissan, da Caixa Econômica Federal e do Ministério do Esporte, leva uma vida confortável e tem sua imagem administrada pelo departamento de Marketing do Comitê Paralímpico Brasileiro. Ele ainda recebe todo atendimento médico e fisioterapêutico por parte do Grêmio Náutico União (GCU). Mas, no período em que ainda era morador de um bairro da periferia da cidade de Canoas, enfrentou muitos obstáculos ao decidir investir na carreira iniciada em 2008. Naquela época, o marketing esportivo ainda era recente no Brasil, e poucos conseguiam patrocínio, mesmo entre medalhistas.

“Foi muito difícil, para chegar onde cheguei, enfrentei muitos obstáculos. Sem patrocínio era um caos”, relembra Guissone, que precisava enfrentar diariamente uma rua de chão batido, para depois acessar três meios de transporte público (dois ônibus e trem) a caminho do local dos treinos, no bairro Menino Deus, em Porto Alegre. Nesse percurso, ele perdia cerca de três horas, e o mesmo ocorria na volta para casa. A falta de recursos financeiros se refletia também na hora de competir, quando precisava pedir emprestado o material dos colegas e parcelar o valor das passagens para viajar. Casado, Guissone sustenta a família. “Hoje tenho um carro, e o tempo que eu perdia no ônibus, posso usar para treinar. Além disso,mudei de casa, e lá tenho tudo adaptado”, compara.

Leis de incentivo ampliam possibilidades de captação

Entre as normas voltadas especificamente para o futebol, a Lei Pelé (nº 9.615/1998) destinou verbas para o esporte olímpico e paraolímpico no Brasil e determinou a profissionalização dos clubes, que foram obrigados a se transformar em verdadeiras empresas. A legislação impulsionou a busca por parcerias junto à iniciativa privada via legislações de incentivo ao esporte. A Lei nº 11.438/2006, por exemplo, permite que pessoas físicas e jurídicas invistam parte do que pagariam de Imposto de Renda em projetos esportivos aprovados pelo Ministério do Esporte.

São normas como essas que garantem os recursos para formação de atletas. Contando com medalhistas mundiais, como os atletas Felipe Kitadai, Mayra Aguiar e Maria Portela, a Sogipa mantém sua equipe de judô assim: com o patrocínio do governo gaúcho – por meio da Secretaria do Esporte e do Lazer e do Pró-Esporte/RS – e também da Oi, do Banrisul, do Zaffari e da Fundergs. Ao todo, a associação recebe R$ 2,5 milhões por ano, entre patrocínios privados, diretos com departamento de marketing das empresas, e incentivados, via leis estadual e federal ou por empresas públicas, como Correios e Banco do Brasil, além de confederações.

De acordo com o vice-presidente de Esporte do clube, Alexandre Algeri, somente em 2012, o retorno para os patrocinadores foi de R$ 51,7 milhões em visibilidade na mídia televisiva. “Isso mostra a grande vantagem de investir no esporte, sem contar ainda o percentual de renúncia fiscal”, defende o dirigente, que busca captação de R$ 3,5 milhões junto à Lei Pelé.

Desde 2007, o clube busca patrocinadores, sem que os atletas precisem ir atrás. “Em nível olímpico, como é o caso da Mayra Aguiar, há também os apoios pontuais.” O dirigente explica que há critérios estabelecidos por nível de atleta. Os que estão em formação, por exemplo, recebem desde bolsa de estudos, passando por direito à equipe multidisciplinar e alimentação, até moradia.

A exemplo dos Estados Unidos, onde as universidades bancam os atletas em formação, à medida que se destacam, a Faculdade Sogipa presta auxílio na caminhada rumo ao pódio. Não à toa, de seis títulos mundiais de Judô, quatro são de atletas do clube. Dali saem participantes de campeonatos municipais, estaduais, brasileiros, sul-brasileiros, panamericanos, mundiais e olímpicos. Atualmente, 40 atletas da Sogipa são subsidiados pelo projeto olímpico, nas modalidades de judô, atletismo e esgrima. Ao todo, são cinco mil praticantes em 24 modalidades esportivas.

Jangadeiros busca apoio para atletas olímpicos

Fernanda Oliveira, que participará das Olimpíadas de 2016 ao lado de Ana Barbachan representando o Jangadeiros pela classe 470 feminino de vela, é motivo de orgulho para o clube. Primeira mulher a conquistar uma medalha olímpica em iatismo para o País a velejadora alcançou o estágio de conseguir patrocínio individual, do Banco do Brasil e da Sulamérica Seguros. Sua rotina de treinos e competições é digna de uma atleta de alto nível.

No entanto, para se obter esses resultados, além de talento, é preciso esforços financeiros que muitas vezes podem ser o motivo da desistência de muitos esportistas. “Deixar de trabalhar a base, na maioria das modalidades, é uma falha. É preciso apostar nos atletas mirins”, argumenta Manuel Ruttkay Pereira, comodoro do Jangadeiros. O clube oferece estrutura para as regatas de alunos de sua Escola de Vela com idade a partir dos sete anos, mas ainda busca por recursos que permitam aumentar o fomento ao esporte. “Os projetos sociais que devem contemplar crianças de escolas públicas, estão em fase final. Assim, elas poderão ter acesso gratuito à nossa escola de velas”, comemora Pereira.

O Jangadeiros mantém um Fundo de Vela, formado por 3% da mensalidade de cada sócio. Os recursos não são altos, diz o comodoro, mas ajudam nos custos com transporte dos barcos e uniformes. O clube trabalha agora na captação de recursos via Lei Estadual de Incentivo ao Esporte – na qual o Banrisul é o maior apoiador – e junto à Fundergs. A meta é conseguir verbas maiores, via Confederação Brasileira de Clubes, pela Lei Pelé.

Investimentos geram reconhecimento para as empresas

A imagem do atleta é a mais positiva possível. Demonstra garra, determinação, disciplina, competência. São conceitos a que todas as empresas gostariam de ter suas marcas associadas. Isso explica porque muitas delas já mantém inclusive projetos voltados exclusivamente para o apoio de esportistas brasileiros. Os Correios, por exemplo, patrocinam o setor desde 1991. Somente entre 2014 e 2015 a empresa investiu mais de R$ 250 milhões em patrocínios vinculados ao esporte. “Vários atletas que hoje têm destaque mundial são patrocinados pelos Correios desde a base”, garante a chefe do Departamento de Comunicação Estratégica da empresa, Graziela Maria Godinho Cavaggioni.

Na mesma linha, a Embratel patrocina 23 atletas, incluindo medalhistas como Cesar Cielo (natação), Sarah Menezes (judô), Emanuel (vôlei de praia) e o fenômeno paralímpico de natação, Daniel Dias.
Recentemente, Dias – que é recordista brasileiro com 15 medalhas em Jogos Paralímpicos e vencedor do Prêmio Laureus em 2009 e 2013 – assinou mais um contrato, desta vez com a Associação Brasileira de Automação (GS1 Brasil). De acordo com o presidente da GS1, João Carlos de Oliveira, Dias é o primeiro atleta que a associação está patrocinando, mas a expectativa é de ampliar o apoio para outros esportistas. “Uma das características que valorizamos é superação e motivação”, justifica o dirigente.

Matéria publicada no site Jornal do Comércio

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Musculação fortalece função cardíaca e auxilia no controle do colesterol


A musculação, conhecida como a atividade que mais promove o aumento de força e massa muscular, contribui muito para reduzir diversos fatores de risco para a saúde cardiovascular. As doenças que afetam a saúde do coração, como o diabetes, a obesidade e a hipertensão, estão diretamente relacionadas à qualidade de vida das pessoas.

Cardiologista e Fisiologista do Esporte do HCor – Hospital do Coração -, alertam para a redução da massa muscular causada pelo envelhecimento ou por falta de atividade física leva a um alto índice de desenvolvimento de diversas doenças cardiovasculares. Com o ganho de força e de massa muscular, o coração sofre menor sobrecarga com esforços do dia a dia.

A musculação, conhecida como a atividade que mais promove o aumento de força e massa muscular, contribui muito para reduzir diversos fatores de risco para a saúde cardiovascular. As doenças que afetam a saúde do coração, como o diabetes, a obesidade e a hipertensão, estão diretamente relacionadas à qualidade de vida das pessoas.

De acordo com o fisiologista do esporte do HCor – Hospital do Coração -, Diego Leite de Barros, os benefícios da musculação vão além da promoção a saúde, pois previnem e controlam seus fatores de risco. “A redução da massa muscular causada pelo envelhecimento ou por falta de atividade física leva a um alto índice de desenvolvimento de diversas doenças cardiovasculares. Com o ganho de força e de massa muscular, o coração sofre menor sobrecarga com esforços do dia a dia”, pondera o fisiologista do esporte.

As mulheres que praticam musculação regularmente apresentam um menor risco cardiovascular para todas as faixas etárias. O exercício de musculação exibe um efeito benéfico, principalmente sobre o percentual de gordura corporal e os níveis de colesterol e triglicérides.

A musculação é benéfica para as mulheres sem sobrepeso, em todas as faixas de idade. “Atualmente as diretrizes médicas recomendam que as mulheres pratiquem cerca de 150 minutos semanais de exercícios aeróbicos, complementados com exercícios de musculação pelo menos duas vezes por semana”, avalia Barros.

Na obesidade ou no diabetes, os fatores de risco para a saúde do coração, como o aumento de peso e a presença de açúcar no sangue, são utilizados como fonte de energia a ser gasto durante a atividade física na manutenção da massa muscular adquirida, diminuindo assim o agravamento dessas doenças.

Exames médicos e físicos são essenciais antes de começar qualquer atividade física. “Em casos de hipertensão, é necessário estar com a medicação controlada, bem como o monitoramento periódico da pressão arterial, para garantir uma maior segurança e eficiência nos exercícios”, salienta Barros.

Além de proteger o coração, enrijecer os músculos e aumentar o condicionamento físico, os exercícios também colaboram para o controle do colesterol. Enquanto diminuem os níveis de LDL – o colesterol ruim – os exercícios ajudam a elevar o HDL , o colesterol bom.

Para o cardiologista do HCor, Dr. Celso Amodeo, essa alteração nos índices de colesterol provocada pela atividade física ocorre porque, durante o exercício, a circulação sanguínea é aumentada, ativando o fluxo de sangue nas veias e artérias. Isso evita que as gorduras – os triglicérides e o LDL – se instalem e se acumulem nas paredes das artérias.

Ao evitar o acúmulo de gordura, o coração fica protegido de um dos fatores de risco mais perigosos para doenças cardiovasculares: a aterosclerose. “Os exercícios também alteram a produção de enzimas que controlam os níveis de colesterol no sangue”, explica Dr. Amodeo.

Desde a década de 70, pesquisadores da Universidade de Stanford, na Califórnia, estudam a relação entre a atividade física e a redução do colesterol. Os dados comprovaram que os níveis de colesterol dos praticantes de corrida eram melhores, se comparados aos dos sedentários. “Isso porque a corrida é um exercício aeróbio e benéfico para o sistema cardiorrespiratório”, esclarece o cardiologista do HCor, Dr. Amodeo.

Segundo o fisiologista do esporte, não há um exercício melhor que o outro, tudo depende de quem vai praticar. A melhor escolha é sempre por uma atividade física que proporcione prazer. “Muitas vezes optar por exercícios da moda ou que pareçam mais eficazes pode não ter o mesmo efeito do que uma simples caminhada, desde que a pessoa sinta-se bem durante a prática”, explica Barros.


Começar pela caminhada é uma boa pedida para quem é sedentário. Essa atividade não requer grande nível de condicionamento físico, tampouco equipamentos ou acessórios sofisticados. Outra vantagem é que da caminhada é possível evoluir para esportes que exijam mais preparo, como a corrida.

Dicas do cardiologista e do fisiologista do esporte do HCor para o controle do colesterol e fortalecimento do coração:

A Organização Mundial da Saúde (OMS) recomenda 30 minutos de atividade física, praticada no maior número de dias por semana, sempre reservando pelo menos um para o descanso. Esse tempo pode ser fracionado ao longo do dia, como em três sequências de 10 minutos. “O acompanhamento de um especialista no esporte é recomendado para orientar quanto à intensidade, descanso e alimentação para garantir a segurança”, afirma Barros, do HCor.

Independentemente do objetivo, seja perder peso, deixar o sedentarismo ou melhorar os níveis de colesterol, o primeiro passo antes de iniciar uma atividade física é passar por um check-up médico. “Com uma avaliação médica é possível saber qual o nível de condicionamento físico e, a partir dessa informação, procurar a atividade mais adequada”, alerta Dr. Amodeo.

Matéria publicada no site Maxpress

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Raiz da obesidade tem que ser cortada desde cedo


A obesidade na infância está associada ao maior risco de desenvolvimento precocemente de doenças crônicas não transmissíveis, como dislipidemias, hipertensão, diabetes, doenças cardiovasculares e problemas ortopédicos. Estudos também apontem que crianças e adolescentes obesas têm maior risco de se manterem obesos na vida adulta. Assim, é essencial prevenir a obesidade já na infância.

A obesidade está relacionada, na maioria dos casos, pelo consumo excessivo de alimentos com redução de atividade física, sendo menos de 5% provocada por distúrbios endocrinológicos ou neurológicos.

De acordo com a Sociedade Brasileira de Pediatria, o número de crianças obesas tem aumentado cada vez mais. Enquanto nos anos 80 apenas 3% das crianças eram obesas, hoje este número subiu para 15%.

Para o médico endocrinologista Filippo Pedrinola, este é um dado que preocupa, uma vez que pesquisas mostram que em cada 10 crianças obesas, 8 se tornam adultos obesos. Isto ocorre por ser durante a infância e a adolescência que os hábitos alimentares – que serão seguidos futuramente e que influenciarão diretamente a saúde do adulto – são formados.

“Por isso é extremamente importante que neste período a criança seja realmente educada quanto a uma nutrição adequada e balanceada”, declara ele.

“A obesidade na infância está associada ao maior risco de desenvolvimento precocemente de doenças crônicas não transmissíveis, como dislipidemias, hipertensão, diabetes, doenças cardiovasculares e problemas ortopédicos. Estudos também apontem que crianças e adolescentes obesas têm maior risco de se manterem obesos na vida adulta. Assim, é essencial prevenir a obesidade já na infância”, declara Filippo, lembrando que um dos fatores determinantes da obesidade infantil é a presença de hábitos e comportamentos alimentares inadequados.

Colesterol

Uma alimentação rica em gorduras saturadas e falta de atividade física são os principais fatores que têm feito crescer o número de crianças e jovens com colesterol alto (hipoercolesterolemia).

“Segundo a Sociedade Brasileira de Cardiologia, o problema afeta, pelo menos, 20% da população entre 2ª 19 anos – com estudos chegando a apontar 30%. Uma pequena parte tem a alteração em função de herança genética (hipercolesterolemia família), mas na imensa maioria dos casos é um problema adquirido em razão do estilo de vida. Trata-se de uma legião de futuros adultos que estão precocemente expostos a doenças cardiovasculares, como infarto, derrame, e insuficiência cardíaca”, pondera o médico.

Em crianças e adolescentes, já é considerado alto um nível de colesterol LDL (o chamado colesterol “ruim”) acima de 130mg/dl. Isto, porém, causa preocupação maior quando atinge patamares acima de 190mg/dl ou de 160mg/dl quando associado a outros fatores de risco como tabagismo, pressão alta, diabetes obesidade. “Na diretriz de Prevenção da Ateroesclerose na Infância e adolescência, a Sociedade Brasileira de Cardiologia recomenda-se dosar o colesterol a partir dos 10 anos”, destaca Pedrinola.

MEDICAMENTOS

Uma vez detectado o problema, o tratamento dependerá do nível de alteração do colesterol, da presença de outros fatores de risco e da história familiar.

Nos casos mais graves, os médicos podem recorrer a medicamentos como as estatinas, que podem ser ministradas a partir dos 10 anos de idade, salienta Filippo.

“Mas seja qual for o caso, diagnóstico e tratamento precoces do colesterol alto são fundamentais para evitar doenças mais graves na vida adulta. Por isso, é imprescindível que as famílias se conscientizem: é desde a infância que o colesterol precisa ser controlado”, diz ele.

A obesidade pode ser desencadeada já no primeiro ano de vida da criança, principalmente se ela tiver contato precoce com outros alimentos além do leite materno ou se a introdução da alimentação complementar ocorrer de modo inadequado.

“Para prevenir, deve-se promover sempre a manutenção do aleitamento materno, evitando complementar com leite de vaca, fórmulas infantis ou introdução precoce de outros alimentos. Durante a fase de introdução da alimentação complementar, por volta do sexto mês, a criança está vulnerável a vários erros alimentares. Cuidados especiais são necessários para se oferecer alimentos na consistência e qualidade apropriadas para a idade”, complementa Filippo.

A mãe provê

Segundo o médico, vale lembrar que o primeiro ambiente saudável para o bebê é a mãe.

“Engordar muito durante a gestação pode ser pior para o bebê do que já ser uma mulher obesa que inicia uma gestação. A mulher que ganha muito durante a gestação, provavelmente passa algum neuro hormônio (que não conhecemos ainda), o que sinaliza para o hipotálamo da criança que deve armazenar gordura”, afirma ele.

Para o especialista, mulheres diabéticas também são um fato de risco para obesidade infantil e para o desenvolvimento de diabetes na idade adulta.

“A hipoglicemia da mãe pode estimular muito o pâncreas da criança a secretar maiores quantidades de insulina, o que promove maior formação de células adiposas”, encerra.

Matéria publicada no site A Crítica

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terça-feira, 22 de setembro de 2015

INSCRIÇÕES ABERTAS !!! - CURSO DE REABILITAÇÃO E TREINAMENTO ATRAVÉS DO MÉTODO PILATES- FORMAÇÃO COMPLETA - BLUMENAU/SC


INSCRIÇÕES ABERTAS !!!
 
 
 
CARGA HORÁRIA: 300 horas /Mec

Incluindo: I e II módulos - 75 horas/Mec

Estágio /aulas - 25 horas

Estágio opcional - 50 horas

Estudos on line – 150 horas (videolivraria )


Acesso a VIDEOLIVRARIA TAO PILATES , com mais de 300 clips - de exercícios de pilates no solo , na bola, no reformer, cadillac, chair e ladder . Apresentados pelo Dr. Joel Steinman, com conteúdo Biomecânico detalhado.
Você estará aprendendo um total de 275 exercícios com mais de 240 variações sendo:

REFORMER: 35 EXERCÍCIOS COM 80 VARIAÇÕES
CADILLAC: 36 EXERCÍCIOS COM 45 VARIAÇÕES
CHAIR: 38 EXERCÍCIOS COM 30 VARIAÇÕES
LADDER BARREL: 8 EXERCÍCIOS COM 20 VARIAÇÕES
MAT: 36 EXERCÍCIOS COM 20 VARIAÇÕES
BOLA: 62 EXERCÍCIOS COM 40 VARIAÇOES
ROLO DE FELDENKRAIS: 30 EXERCÍCIOS
FLEXI RING: 30 EXERCÍCIOS COM MÚLTIPLAS VARIAÇÕES

Supervisão de detalhes:
Base Biomecânica
Prova - Avaliação

Incluindo discussão de casos, conferência, mini- laborátorios,
Plano de aulas básicas e intermediárias no Mat e Acessórios
Plano de aulas básicas e intermediárias nos Aparelhos
Plano de aulas nas patologias cervicais, lombares, desvios posturais, Patologias de ombro, quadril,joelho e tornozelo.
Plano de Treinamento


Conteúdo:

1- História do Pilates.
2- Introdução ao Método Pilates.
3- Princípios, Conceitos e Terminologia do Método.
4- Anatomia do Pilates.
5- Biomecânica/Cinesiologia/Neurociência
6- Enrolar e endireitar - Sistema reto
7- Sistema cruzado Anterior e Posterior
8- Respiração Torácica Lateral
9- O efeito das molas: resistência e assistência.
10- Avaliação da Postura Estática e Dinâmica.
11- Avaliação do Core.
12- Reabilitação através do Método Pilates nas principais patologias da coluna vertebral, ombros, joelhos e tornozelos.
13- Estabilização Estática/Dinâmica, Dissociação e Mobilização.
14- Treinamento e Fitness através do Pilates.
15- Pilates na Medicina Esportiva.
16- Série básica e intermediário de exercícios de Pilates, Reformer, Cadillac/Wall Unit; Ladder Barrel, Chair e acessórios( bola , magic circle, rolo).
17- Como evoluir e acompanhar o treinamento e a reabilitação.
18- Estágio Supervisionado - Acompanhamento de casos clínicos.
19- Como montar um estúdio
20- Avaliação e Prova.


Estágio Supervisionado obrigatório de 25 HORAS/AULAS/MEC

1- O estágio faz parte integrante do Curso.
2- O estágio realizado no Tao Pilates Instituto - Florianópolis esta incluso no valor do curso.
3- O estágio poderá ser realizado em qualquer estúdio certificado, desde que você comprove a realização. (declaração de estágio)
4- O estágio realizado fora do Tao Pilates Instituto não esta incluso no valor do Curso.



Corpo Docente:
Dr. Joel Steinman - e equipe do TAO PILATES

Médico com mais de 35 Anos de experiência clinica
Surfista há 35 anos
Especialista em Medicina Esportiva - Sociedade Brasileira de Medicina do Esporte Especialista em Acupuntura e Manipulação Vertebral (quiropraxia) na China pela Academia de Medicina Tradicional Chinesa de Beijing- China - Membro do Colégio Médico Brasileiro de Acupuntura
Especialista em Pediatria pela Sociedade Brasileira de Pediatra
Mestre em Saúde pela Universidade de Paris
Membro do Pilates METHOD ALIANCE
Pós graduação em Posturologia
Cursou programas de formação na Austrália
Criador do TAO PILATES, voltado a reabilitação e reestruturação do movimento
Membro da Sociedade Brasileira de Medicina Física e de Reabilitação
Diretor Médico do Campeonato Mundial de Surf – WCT Brasil
Diretor Tao Pilates Instituto de Acupuntura e Medicina do Esporte
Autor do livro Surfing and Health (Meyers&Meyers)
Autor do livro Surf e Saúde


Informações:
TAO PILATES® INSTITUTO DE MEDICINA EXERCÍCIO E DO ESPORTE
Fone/Fax: 048-3228-9898
WWW.TAOPILATES.COM.BR
secretaria@taopilates.com.br


NOTA- INSTRUTOR RESPONSÁVEL PELO CURSO PODERÁ SER ALTERADO, CASO HAJA ALGUM IMPEDIMENTO.

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Alzheimer: a doença do século


Dia 21 de setembro é o Dia Mundial de Combate à Doença de Alzheimer. A doença atualmente acomete aproximadamente de 50 a 60% da população idosa mundial e é a causa mais comum de perda de memória. De acordo com a ONU, 75% dos doentes desconhecem que sofrem do mal. A família, às vezes, é a última a perceber que aquele “simples” esquecimento, no idoso, é um sintoma.
Não existe um diagnóstico definitivo, apenas um diagnóstico de exclusão. É preciso excluir todas as outras doenças que causam o sintoma para poder afirmar que é Alzheimer.

Ainda existe muita falta de informação sobre o Alzheimer. Sabe-se que a doença não é consequência do envelhecimento, do endurecimento das artérias e das veias do cérebro, da falta de oxigênio do cérebro, do estresse, de trauma psicológico, depressão, retardo mental ou preguiça mental.

A doença manifesta-se através de uma demência progressiva, que aumenta sua gravidade com o tempo e os sintomas começam lentamente e se intensificam ao longo dos anos. É um conjunto de sintomas que provoca alterações do funcionamento cognitivo (memória, linguagem, planejamento e habilidades visuais-espaciais) e muitas vezes também do comportamento (apatia, agitação, agressividade, delírios, entre outros), limitando, progressivamente, a pessoa nas suas atividades diárias.

O Alzheimer é dividido em três fases: inicial, moderada e avançada, e em cada uma delas os sintomas vão se intensificando até chegar a necessidade de uma supervisão contínua. O paciente não passa de um estágio direto para o outro. Ele se encontra, por exemplo, em um estágio entre o inicial e o intermediário ou entre o intermediário e o avançado.

Um diagnóstico precoce é fundamental para o tratamento. Os idosos devem começar a fazer exames com 65 anos para descobrir se é possuidor da doença ou não. O paciente deve fazer um acompanhamento anual, exames de sangue e imagem para ver se está com atrofia de cérebro ou alguma carência que possa ser revertida.

O tratamento ministrado atualmente é feito através de medicamentos e programas de atividades específicos para o paciente. É importante também que os familiares e os cuidadores saibam como lidar com o doente, recebendo orientações sobre a natureza e as evoluções do Alzheimer.

É preciso ficar atento a alguns sinais de alerta e assim que percebidos, procurar o médico. São eles: problema de memória que afete as atividades diárias; dificuldade de realizar tarefas habituais, de comunicar-se, de raciocínio, desorientação no tempo e no espaço, diminuição da capacidade de juízo e crítica, alterações frequentes de humor e de comportamento, mudanças de personalidade, perda de iniciativa de fazer as coisas e colocar coisas no lugar errado com frequência.

Algumas medidas podem ser adotadas para ajudar a preservar a saúde mental e diminuir o risco de a pessoa desenvolver a doença de Alzheimer. São elas: boa alimentação, dormir bem, não fumar e beber moderadamente, praticar exercícios físicos, ter uma atividade intelectual regular e diversificada, cuidar da saúde física em geral e ir ao médico regularmente.

*André Gustavo Lima é neurologista e diretor da Clínica Neurovida.

Matéria publicada no site Jornal do Brasil



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Dr. Joel Steinman ministra work shop de AUTO CURA


Dr. Joel Steinman ministra work shop de AUTO CURA na Associação do Ministério Publico de Santa Catarina  e é aplaudido pela turma....
Aguarde os novos work shops de AUTO CURA!   

Dr. Joel Steinman

Médico com mais de 35 Anos de experiência clinica
Surfista há 35 anos
Especialista em Medicina Esportiva - Sociedade Brasileira de Medicina do Esporte Especialista em Acupuntura e Manipulação Vertebral (quiropraxia) na China pela Academia de Medicina Tradicional Chinesa de Beijing- China - Membro do Colégio Médico Brasileiro de Acupuntura
Especialista em Pediatria pela Sociedade Brasileira de Pediatra
Mestre em Saúde pela Universidade de Paris
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Cursou programas de formação na Austrália
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Diretor Médico do Campeonato Mundial de Surf – WCT Brasil
Diretor Tao Pilates Instituto de Acupuntura e Medicina do Esporte
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Pisada torta pode estar relacionada com problemas relacionados a alterações em toda a parte inferior do corpo


A avaliação da pisada analisa duas características: o tipo de pisada e o tipo de aterrissagem dos pés no solo. O conhecimento do tipo de pisada permite elaborar estratégias para corrigir desvios no movimento dos pés e limitar a sobrecarga nas articulações do pé e tornozelo, enquanto que a análise do tipo de aterrissagem permite atuar no controle do impacto que o exercício provoca sobre o corpo.

Sabe aquela dor nas pernas que surge no final do dia? Pode estar relacionada com o jeito como você pisa ao andar. Aparentemente inofensiva, a pisada torta pode levar a problemas mais graves, como alterações no quadril, nos joelhos ou na estrutura musculoesquelética de toda a parte inferior do corpo. Por meio da análise da pisada é possível identificar quadros de alterações na postura e na mecânica da marcha, movimento realizado durante a caminhada e a corrida.

“A avaliação da pisada analisa duas características: o tipo de pisada e o tipo de aterrissagem dos pés no solo. O conhecimento do tipo de pisada permite elaborar estratégias para corrigir desvios no movimento dos pés e limitar a sobrecarga nas articulações do pé e tornozelo, enquanto que a análise do tipo de aterrissagem permite atuar no controle do impacto que o exercício provoca sobre o corpo”, explica o médico do esporte do Lavoisier Medicina Diagnóstica, Dr. Luiz Augusto Riani Costa.

Tipos de pisada

Os principais tipos de pisada são a pisada pronada (rotação excessiva para dentro forçando a porção medial do pé), a supinada (rotação insuficiente para dentro ou até rotação para fora forçando a porção lateral do pé) e a neutra (ligeira rotação para dentro – ação normal que promove distribuição equilibrada das forças pelo pé). Já em relação à aterrissagem, o retorno ao solo pode acontecer pela parte anterior ou posterior do pé.


Em casa, uma das formas de identificar qual é o tipo da sua pisada é observar a sola do calçado depois de bastante usado. Ela estará mais gasta no local onde o pé faz mais pressão ao pisar.

Análise da pisada

“A identificação dos tipos de pisada e de aterrissagem pode ser realizada por meio da filmagem do movimento de caminhada ou corrida, assim como pela análise em plataformas de força específicas, que avaliam as porções do pé que tocam o solo e a força exercida durante a marcha”, detalha Dr. Luiz Riani. A principal função da análise da pisada, de acordo com ele, é proteger o sistema esquelético e muscular contra o desgaste excessivo e reduzir a incidência de lesões.


Para as pessoas que já apresentam queixas específicas em relação à movimentação dos pés, o acompanhamento por um especialista para tratar das lesões é fundamental. Caso não seja feito o tratamento adequado, pode ocorrer degeneração do aparelho muscular e esquelético, além de desgastes nas articulações, fraturas por estresse e tendinites. Vale lembrar que a análise da pisada deve fazer parte de uma avaliação mais ampla do comportamento musculoesquelético do organismo, e o trabalho para prevenção de lesões também envolve exercícios de fortalecimento, flexibilidade e equilíbrio.

Qual é o melhor calçado?

A escolha do calçado pode interferir nesses mecanismos. O principal aspecto que deve ser observado é o conforto que o tênis ou sapato proporciona aos pés. “Apenas o uso contínuo do calçado pode confirmar se a escolha foi correta. Além da discussão sobre o tipo de pisada, outras questões devem ser consideradas como as variações no sistema de amortecimento dos calçados e de estabilização da pisada, sendo que mais recentemente surgiu uma onda em direção ao uso de tênis minimalistas, mas essa indicação deve ser avaliada com muito cuidado”, alerta o especialista.


A escolha também deve buscar o controle de desvios e proteção do pé, mas precisa ser acompanhada por uma orientação bem mais completa e complexa, incluindo a correção da pisada e um trabalho específico sobre as estruturas envolvidas nos movimentos dos pés, do quadril e de todo o membro inferior.

Matéria enviada por RMA Comunicação

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