terça-feira, 25 de agosto de 2015

Saiba os benefícios da massagem desportiva


Atletas ou pessoas que praticam exercícios físicos com frequência sabem que a musculatura precisa de preparação e recuperação. A massagem desportiva é reconhecida por tratar (recuperação) e ajudar a alcançar melhores objetivos (preparação) ao esportista. Serve, portanto, para pré e pós atividades físicas e/ou competições.

Sua rotina de treinamento é intensa? Utiliza massagem desportiva como forma de recuperação muscular?

Atletas ou pessoas que praticam exercícios físicos com frequência sabem que a musculatura precisa de preparação e recuperação. A massagem desportiva é reconhecida por tratar (recuperação) e ajudar a alcançar melhores objetivos (preparação) ao esportista. Serve, portanto, para pré e pós atividades físicas e/ou competições.

Na fase de condicionamento, pode ajudar os atletas a recuperarem a musculatura após um treino intenso e também a evitar dores causadas pela fadiga. Neste momento, as manobras devem ser realizadas com mais velocidade e intensidade, para “acordar” a musculatura, elevando a circulação e temperatura local.

Após uma competição, pode auxiliar na regeneração muscular, alongando as fibras musculares, eliminando possíveis edemas e toxinas (como o ácido lático) do corpo. Neste caso, a massagem deve ser mais lenta e precisa. Muitos autores acreditam que a massagem desportiva realizada após uma atividade física intensa, promove uma recuperação muscular mais rápida – além da diminuição da dor.

​ A técnica também trabalha nos trigger points (pontos de gatilho), nódulos sensíveis e palpáveis causadores de dores locais. Geralmente localizam-se onde músculo e tecido se conectam, lugar onde a tensão se acumula. Os pontos de gatilho podem estar longe do ponto de origem da dor – e podem causar problemas como enxaquecas, torcicolos e dores nos braços e pernas, por isso a importância de serem trabalhados.

​Como se percebe, a massagem desportiva pode ser benéfica para pessoas que curtem atividade física ou aquelas que se dedicam exclusivamente ao esporte. Em ambos casos é bem vinda, pois tem também um efeito psicológico, ligado ao bem estar, desencadeado pelo toque e pelo relaxamento.

​O que modifica em cada caso é a maneira de ser aplicada e, por isso cabe ao profissional que for executá-la conhecer a pessoa que vai receber a técnica, saber qual esporte pratica e quais áreas do corpo são mais utilizadas – assim poderá fazer uma massagem mais efetiva e correta. Muitos atletas, como os jogadores de futebol, corredores e fisioculturistas, são usuários da massagem desportiva – que geralmente é bem recebida pela maioria das pessoas. E o melhor: existem estudos que comprovam que a técnica ajuda o atleta a aumentar o desempenho e evitar lesões.

​Os principais objetivos da massagem esportiva são: relaxar musculatura, aliviar estresse e possíveis dores, evitar a fadiga, remoção de toxinas, aumento das articulações, diminuir edemas, aumentar o desempenho, prevenir lesões.

​Ideal ser realizada uma vez por semana. Nos casos de preparação para uma prova, pode aumentar para duas vezes na semana ou sempre após o treinamento e competição. Ela é contra-indicada para quem apresenta lesões agudas, doenças cutâneas, feridas abertas, febre, infecções, tumores, trombose, problemas circulatórios ou renais.


Matéria publicada no site Torcedores.com

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Prática de esportes por lazer exige cuidados profissionais para evitar lesões


O risco de praticar esportes sem avaliação médica e acompanhamento profissional é de sofrer lesões em diversos membros.

Movimentar o corpo traz muitos benefícios para a saúde, como melhora do condicionamento físico e prevenção e controle de doenças crônicas e degenerativas. Para aproveitar ao máximo as vantagens da prática de esportes por lazer, como academia, futebol com os amigos, corrida amadora de rua e ciclismo na cidade, o exercício precisa ser acompanhado por profissionais capacitados. Caso contrário, poderá causar sérios problemas.

“Antes de iniciar a atividade física, é preciso procurar um médico. Durante a consulta, serão avaliados o histórico de saúde do paciente e familiares, as lesões que possa ter sofrido e os objetivos a serem atingidos. Medidas corporais (perímetros, estatura, peso, composição corporal – massa magra e gorda), avaliação postural e testes específicos de flexibilidade, força, resistência muscular, cardiorrespiratório, equilíbrio e potência também serão obtidos. Dependendo da idade, alguns exames complementares podem ser solicitados”, conta o ortopedista da Rede de Hospitais São Camilo de São Paulo, Marco Aurélio Neves.

O risco de praticar esportes sem avaliação médica e acompanhamento profissional é de sofrer lesões em diversos membros. “Entre as principais, estão distensão ou estiramento muscular, dor cervical, luxação no ombro, distensão na lombar, inflamação dos músculos e tendões do antebraço, desalinhamento da rótula e desgaste da cartilagem do joelho, dores nos músculos próximos aos ossos da canela, torção do tornozelo, inflamação do tendão de Aquiles e inflamação da parte acolchoada da planta do pé. Geralmente, esses problemas são causados pelo uso excessivo da região afetada sem o devido preparo”, alerta.

“Cada lesão tem sua particularidade de tratamento, mas é comum indicar, para a maioria delas, repouso e afastamento temporário da atividade, medicações para conforto e controle da dor e dos quadros inflamatórios e reabilitação com fisioterapia para acelerar a recuperação e contribuir com o completo restabelecimento das lesões. Em alguns casos, pode ser necessário o tratamento cirúrgico”, explica.

Na academia

Orientação profissional e respeito aos limites corporais são os grandes mandamentos. A prática deve incluir preparação, aquecimento, alongamentos e exercícios de flexibilidade e progressão gradativa da intensidade e carga da atividade com critério e conforto.

No futebol com os amigos

A preparação inadequada, associada ao esporte de contato (impacto) com baixa frequência semanal, é sinônimo de lesões traumáticas e lesões por sobrecarga (distensões, fraturas musculares e tendíneas, entorses etc.).

Na corrida amadora de rua

É preciso orientação, programação individualizada de treinamento e equipamentos adequados (vestimenta e calçados). A corrida é a atividade física com melhor custo-benefício, porém, devido à intensidade do impacto, é um exercício que tem grande potencial de causar lesões.

No ciclismo na cidade

Equipamentos de segurança e utilização de ciclovias e faixas exclusivas são primordiais. A mortalidade associada à prática de ciclismo e uso de bicicleta como transporte é alta.

* Marco Aurélio Neves é ortopedista e especialista em Traumatologia Esportiva da Rede de Hospitais São Camilo de São Paulo


Matéria publicada no site Portal Novidade

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segunda-feira, 24 de agosto de 2015

Crianças acima do peso vão viver menos que os pais


A obesidade nas crianças não só faz com que elas fiquem doentes, mas também que tenham chance de morrer prematuramente de infarto, câncer e diabetes. Elas estão ficando hipertensas, com aumento de colesterol e triglicérides, fatores que, de acordo com estudos muito bem estabelecidos, contribuem para o aumento de morte dessas crianças no futuro.

A pesquisa é de 2009 e, em comparação com os números de 1974, o registro do excesso de peso na infância triplicou, passando de 9,7% para 33,5%. No Brasil, uma em cada três crianças está acima do peso.

No café da manhã, suco de caixinha. No almoço, lasanha congelada. De lanche, um salgadinho e, para o jantar, macarrão instantâneo. O que era para ser apenas uma alternativa conveniente e esporádica acabou se tornando rotina nas mesas de famílias pelo mundo todo — e a praticidade agora cobra seu preço. Enquanto a expectativa de vida aumentou entre as últimas gerações, as crianças de hoje em dia provavelmente viverão menos do que seus pais. E muito da culpa será, justamente, das comidas industrializadas e fast-foods.

O alerta é da coordenadora do departamento de obesidade da Sociedade Brasileira de Endocrinologia, doutora Zuleika Halpern, que classifica como epidemia os atuais números da obesidade no Brasil. De acordo com dados do IBGE (Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística) em parceria com o Ministério da Saúde, uma em cada três crianças de cinco a nove anos está acima do peso recomendado pela OMS (Organização Mundial da Saúde).

A pesquisa é de 2009 e, em comparação com os números de 1974, o registro do excesso de peso na infância triplicou, passando de 9,7% para 33,5%. A projeção para 2025 é de que a quantidade de crianças obesas chegue a 75 milhões, caso nenhuma providência seja tomada.”Essa obesidade nas crianças não só faz com que elas fiquem doentes, mas também que tenham chance de morrer prematuramente de infarto, câncer e diabetes. Elas estão ficando hipertensas, com aumento de colesterol e triglicérides, fatores que, de acordo com estudos muito bem estabelecidos, contribuem para o aumento de morte dessas crianças no futuro.”

Além dos problemas físicos, que incluem também alterações hormonais e, posteriormente, sexuais, a obesidade infantil é responsável por distúrbios alimentares e depressão, podendo levar, inclusive, ao suicídio na adolescência.”As crianças ficam absolutamente isoladas socialmente, são discriminadas. Ninguém as chama para a turma, para jogar bola, para brincar, e ainda viram motivo de chacota, recebendo apelidos horrorosos. Há crianças obesas que chegam ao ponto de não querer mais nem ir para a escola.”

A culpa é dos pais

Embora os pequenos tenham um certo poder de decisão sobre o que consomem ou não, quem acaba dando a palavra final são os pais — e é aqui que mora o perigo. Se não houver firmeza e a família toda se deixar levar pelos desejos das crianças, com certeza a despensa vai ter muito mais guloseimas do que alimentos saudáveis.

Para Zuleika, os pais são totalmente responsáveis pela saúde dos filhos, especialmente no que diz respeito ao peso e controle da obesidade.

Sem o envolvimento deles, a criança não conseguirá modificar seus hábitos sozinha, ainda mais quando há tamanha oferta de doces e salgadinhos em locais como farmácias, padarias e bancas de jornal, sempre em prateleiras estrategicamente dispostas na altura das crianças.”A criança consome o que os adultos oferecem, ela se senta à mesa e vai comer o que tem. Vivemos em uma época em que as pessoas trabalham mais, e ninguém tem tempo de cozinhar. A pessoa entra no mercado, compra vários pacotes, põe a criança na frente da TV, dá um pacote e vai fazer outra coisa. A crise da obesidade tem vários componentes, mas, sem dúvida nenhuma, se houvesse uma oferta de alimentos prontos mais saudáveis, seria uma boa ajuda para os pais.”

32 kg de açúcar

Todos os anos, um americano médio come 15 kg de queijo, 32 kg de açúcar, e, por dia, 8,5 gramas de sal, o dobro do recomendado pela Organização Mundial da Saúde. E, ao contrário do que se possa pensar, estas cifras não vêm de escolhas voluntárias, como, por exemplo, chacoalhar o saleiro em cima do prato, mas, vêm, sim, dos alimentos industrializados.

Para mostrar de que maneira chegamos à epidemia da obesidade e a hábitos alimentares tão prejudiciais à saúde, o jornalista vencedor do prêmio Pulitzer, Michael Moss, escreveu o livro Sal, Açúcar, Gordura, lançado no Brasil em 2014 pela editora Intrínseca.

A publicação se baseia em uma extensa pesquisa envolvendo as grandes companhias de alimentos multinacionais, laboratórios e cientistas, e aponta que, na guerra pela conquista dos consumidores, vale tudo, até mesmo apelar para o abuso dos três ingredientes que dão título ao livro, e para estratégias comerciais tão agressivas quanto eram as da indústria do tabaco, antes deste tipo de propaganda ter sua veiculação proibida.

Em entrevista exclusiva ao R7, Moss conta que o que mais o surpreendeu ao escrever Sal, Açúcar, Gordura foi perceber o quanto o marketing tem seu papel em deixar as crianças dependentes das comidas processadas, moldando seus hábitos alimentares de uma maneira nociva à saúde.

“Alguns especialistas estão convencidos de que, para a maioria das pessoas, alimentos muito doces e muito gordurosos acabam causando a perda de controle, assim como acontece com o álcool, o tabaco e talvez até alguns narcóticos. Mas, mais que isso, eles mostram que é mais difícil parar de comer em excesso do que abandonar o vício em drogas, já que o marketing dos alimentos é tão dominante.”

Na pesquisa, Moss constatou que o “paladar infantil” existe de fato: crianças preferem comidas duas vezes mais doces que os adultos, que, no geral, vão diminuindo seu gosto por açúcar ao longo da vida. O jornalista acrescenta, ainda, que a gordura tem seu ápice de adesão durante a adolescência, e que, em relação ao sal, suas descobertas foram ainda mais surpreendentes. “Até os seis meses de idade, nós não toleramos o sal. Além disso, há um estudo que comprova que nosso gosto pelo sal na fase adulta é intimamente ligado à quantidade de exposição que tivemos a alimentos processados enquanto crianças.”

“Lavagem saudável”

Ao perceber que, com a divulgação da epidemia de obesidade que se alastra pelo mundo uma parcela dos consumidores se tornou mais consciente e passou a buscar alimentos processados com reduzidos teores de sal, açúcar e gordura, os fabricantes deram, então, início à produção de itens dentro desta nova necessidade.

Moss, no entanto, acredita que a iniciativa não passa de uma tentativa de dar uma nova roupagem a produtos praticamente iguais aos que já existiam, em um processo que ele chama de “lavagem saudável”. “Eles fingem oferecer produtos mais saudáveis ao mudar um único elemento na receita, de modo que não se trata de uma mudança significativa. Acontece que as empresas dependem do abuso de sal, açúcar e gordura para tornar seus produtos mais convenientes, irresistíveis e baratos, então não vão desistir desta fórmula.”

Como explica a endocrinologista Zuleika Halpern, crianças que têm dietas baseadas em alimentos industrializados vivem mal alimentadas e, por consequência, estarão sempre com fome. “São produtos nada nutritivos e que causam um efeito que chamamos de fome rebote. Ela come um pacote de bolachas inteiro e, depois de duas horas, já está com uma fome violenta. Isso acontece porque há um pico de insulina com a ingestão de tanto açúcar. É diferente de uma criança que come um prato de comida, e que vai ficar sem fome por, no mínimo, quatro horas.”

A médica alerta, ainda, para o fato de que, mesmo quando os pequenos fazem atividade física, os efeitos nocivos deste tipo de alimentação não são anulados. Mesma coisa com os pais que contam com a genética a favor dos filhos. De acordo com Zuleika, há diversos casos de crianças com sobrepeso que têm genitores magros. “Vivemos em um mundo em que tudo é feito para nos engordar e destruir. É preciso se cuidar para ter uma boa alimentação, praticar atividades físicas e nunca ficar inativo. Fico revoltada, porque a expectativa de vida vinha aumentando, conquistamos bons medicamentos para isso, e, agora, vamos acabar revertendo este quadro, porque nada mais vai adiantar. As pessoas vão começar a morrer mais cedo de novo por conta deste ambiente horroroso que desenharam para nós.”


Matéria publicada no site Folha Vitória

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Mitos e verdades sobre a vitamina C


Pesquisadores europeus desenvolveram o maior estudo de revisão sobre o papel da vitamina C em relação a gripes e resfriados e concluíram que a receita é absolutamente ineficaz, exceto para atletas de alta performance, como maratonistas ou triatletas.

Nutriente não ajuda na prevenção de resfriados, mas auxilia na formação de glóbulos vermelhos e de reparação, aumentando a produção de colágeno.

Para a maioria das pessoas, a ingestão de vitamina C é uma das principais formas de prevenir os resfriados. A ideia surgiu em 1970, ano em que o químico norte-americano Linus Pauling, ganhador de dois prêmios Nobel, lançou o livro “Vitamina C e o Resfriado”, no qual pregava que um grama diário de vitamina C era o suficiente para reduzir em 45% a incidência de resfriados.

Atualmente, médicos e nutricionistas questionam a teoria de Pauling. Pesquisadores europeus desenvolveram o maior estudo de revisão sobre o papel da vitamina C em relação a gripes e resfriados e concluíram que a receita é absolutamente ineficaz, exceto para atletas de alta performance, como maratonistas ou triatletas.

“No grupo pesquisado, aqueles que tomavam a vitamina regularmente ficavam doentes com uma frequência 50% menor. Para o resto das pessoas os efeitos preventivos da vitamina C eram os mesmos de um placebo, ou seja, não tinham serventia nenhuma”, afirma Mauro Scharf, endocrinologista e diretor médico do Lâmina Medicina Diagnóstica. O especialista reforça que esta análise avaliou que a vitamina C se mostrou útil apenas para aliviar os sintomas de gripes e resfriados e para diminuir o mal-estar do paciente.

O estudo considerou atletas apenas aqueles que treinam no mínimo uma hora e meia por dia, de cinco a seis vezes por semana. O que se sabe é que, depois de exercícios muito árduos, o organismo precisa recompor tecidos danificados ou extenuados pela atividade intensa. Nestas funções de esforço físico acontece um grande rebaixamento da presença de vitamina C. “Em geral, os benefícios da suplementação de vitamina C na prevenção de gripes e resfriados só valem para quem treina pesado”, diz o médico.

Sabe-se que a vitamina C auxilia na formação de glóbulos vermelhos e de reparação, agindo como um fator na produção de colágeno, um tecido conectivo importante no corpo. Além disso, o nutriente ajuda o corpo a absorver o ferro a partir das folhas que comemos. Além disso, a vitamina C, também conhecida como ácido ascórbico, protege as células do corpo e tecidos dos danos causados por radicais livres, ou seja, antioxidante protetor.

De acordo com Scharf, há um debate contínuo sobre a quantidade diária ideal de vitamina C a ser ingerida pelas pessoas que tenham ritmo de vida e de atividade física medianos. “Concorda-se que uma dieta balanceada e sem suplementos é suficiente para a ingestão do nutriente”, afirma. Já as altas doses (milhares de miligramas) podem causar diarreia, náusea, vômito, dor de cabeça, fadiga e perturbação do sono. O uso prolongado pode ainda facilitar o aparecimento de cálculos (pedras) no sistema urinário.

A Academia Nacional de Ciências dos Estados Unidos recomenda que a ingestão diária de vitamina C seja de 60 a 95 miligramas por dia.


Matéria publicada no site Floripa News

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Obesidade está relacionada a risco de desenvolver câncer


Estudo publicado na revista “The Lancet”, em 2014, considerado o mais abrangente sobre obesidade e câncer, concluiu que pessoas acima do peso têm mais probabilidade de desenvolver 17 tipos da doença.

Obesos também têm mais chances de sofrer com outras doenças, como diabetes e até AVC

No Brasil, mais da metade da população adulta está acima do peso, segundo pesquisa do Ministério da Saúde divulgada em 2013. O oncologista Amândio Soares destaca a relação entre obesidade e vários tipos diferentes de câncer. Alimentação saudável, com ingestão de frutas, ajuda a reduzir os riscos de desenvolver tumores.

A obesidade é um grave problema de saúde pública mundial. A situação não é nada boa para o Brasil, que está entre os países com maior número de obesos. Mais da metade da população adulta brasileira está acima do peso, segundo pesquisa do Ministério da Saúde (MS) divulgada em 2013.

Tais dados são ainda mais preocupantes na medida em que estudos avançam e relacionam o Índice de Massa Corporal (IMC) elevado a fator de risco de câncer. Estudo publicado na revista “The Lancet”, em 2014, considerado o mais abrangente sobre obesidade e câncer, concluiu que pessoas acima do peso têm mais probabilidade de desenvolver 17 tipos da doença, entre eles o de intestino grosso, o de mama na mulher (pós-menopausa), o de endométrio, o de rim, o de vesícula biliar, o de esôfago, o de ovário, o de fígado, o de tireoide e a leucemia.

“Em relação ao câncer de mama, o aumento do risco depende do status menopausal. Após a menopausa, as mulheres obesas têm um risco 1,5 vez maior de desenvolver câncer de mama quando comparadas às mulheres com peso adequado, além de um risco maior de morrer em consequência desse câncer”, explica o oncologista Amândio Soares, diretor do Grupo Oncomed-BH.

Segundo o especialista, entre os pacientes com câncer de próstata, existe uma clara relação entre obesidade e agressividade da doença, com aumentos nas taxas de recorrência e de mortalidade. “Esses aumentos são proporcionais ao grau de obesidade”, explica Soares.

A obesidade também tem relação com um subtipo específico de câncer de esôfago, chamado de “adenocarcinoma”. Já o aumento do risco de câncer de intestino grosso em pessoas obesas ocorre mais em homens quando comparados com as mulheres.

Causas. As principais causas da obesidade são o sedentarismo e o consumo exagerado de alimentos com alto valor calórico e/ou gorduras. “O sobrepeso e a obesidade são causados por uma alimentação pouco saudável”, destaca Soares.

Consequências. Além de câncer, obesos têm mais chances de sofrer com outras doenças, como diabetes, doenças cardiovasculares, aumento da pressão arterial e acidente vascular cerebral. “É importante lembrar que a obesidade é acompanhada pela redução na expectativa de vida, o que significa que, geralmente, as pessoas obesas vivem menos tempo”, ressalta o diretor do Grupo Oncomed-BH.

Vilões

Alimentos ricos em gordura (carnes vermelhas, frituras e bacon): consumidos regularmente em longo prazo, fornecem o tipo de ambiente que uma célula cancerosa necessita para crescer, se multiplicar e se disseminar.

Picles, salsicha, embutidos e alguns tipos de enlatados: contêm níveis significativos de agentes cancerígenos, como nitritos e nitratos usados para conservar alimentos.

Defumados e churrascos: São impregnados pelo alcatrão proveniente da fumaça do carvão, o mesmo encontrado na fumaça do cigarro e que tem ação carcinogênica conhecida.

Hábitos saudáveis têm de ser estimulados

A frase “você é o que você come” nunca fez tanto sentido. Algumas mudanças nos hábitos alimentares podem ajudar a reduzir os riscos de desenvolver câncer. O Instituo Nacional de Câncer (Inca) recomenda o consumo de frutas, verduras, legumes e cereais integrais, que contêm vitaminas, fibras e outros compostos que auxiliam as defesas naturais do corpo a destruir os carcinógenos antes que eles causem danos às células.

“A melhor recomendação para reduzir a obesidade é estimular, desde a infância, os hábitos saudáveis de alimentação e a prática regular de atividade física. Exercícios são altamente relevantes na promoção do bem-estar físico e emocional, além de favorecer a redução da taxa de obesidade”, destaca o oncologista Amândio Soares.


Matéria publicada no site O Tempo

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sexta-feira, 21 de agosto de 2015

Como a genética pode influenciar no desempenho do treino


A capacidade de resistência, desempenho muscular, susceptibilidade a lesões, composição de massa de um organismo, ou de aptidão psicológica, são influenciados pelos genes presentes no seu DNA, herdados hereditariamente.

Começar e manter uma atividade física regularmente não é tarefa simples, já que são vários os fatores que contribuem negativamente para aqueles que buscam adotar a prática esportiva. Cansaço, falta de tempo, problemas físicos ou preguiça são alguns dos empecilhos mais comuns para quem quer mas não consegue se exercitar. O pior é que mesmo aqueles que conseguem superar tais entraves ainda estão propensos a encontrar outros, por conta de questões relacionadas à genética – saiba também sobre os motivos que dificultam a perda de peso.

GENES PRESENTES EM CADA INDIVÍDUO PODEM FAZER COM QUE ELE SEJA MAIS PROPENSO A TER OU NÃO LESÕES

Não importa se você é um atleta profissional de elite ou um cidadão comum que faz corridas diárias para manter a forma. Em função de fatores genéticos, todos estão sujeitos a terem maior ou menor inclinação para realizar determinada atividade física – conheça o popular “treino de sete minutos”.

Isso significa dizer que a capacidade de resistência, desempenho muscular, susceptibilidade a lesões, composição de massa de um organismo, ou de aptidão psicológica, são influenciados pelos genes presentes no seu DNA, herdados hereditariamente.

SABER DA INFLUÊNCIA DAS VARIANTES GENÉTICAS DIRECIONA O TREINO NO CAMINHO MAIS SAUDÁVEL

É sabido que cerca de 66% da variabilidade da performance atlética deve ser explicada por fatores genéticos aditivos, o que pode ser definido em outras palavras como uma extensa combinação de genes distintos envolvidos com o metabolismo e tudo aquilo que esteja ligado ao exercício.

Os outros 34% dessa variação são explicados pelos fatores ambientais. Já que as variantes genéticas podem gerar pré-disposição a certo tipo de lesão ou determinar o nível de absorção de nutrientes, fica mais fácil saber como reparar uma possível carência ou dificuldade.

Por Fabrício Mainenti

Matéria publicada no site

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Pesquisa aponta que 45% das crianças estão com excesso de peso


Das crianças brasileiras, somente 44% delas estão cumprindo a recomendação da atividade física; 45% das crianças brasileiras estão com excesso de peso ou obesidade”, apontou Gerson Luis Ferrari, pesquisador CELAFISCS.

Pesquisa sobre o sedentarismo das crianças foi realizada em 12 países, incluindo o Brasil. Crianças responderam questionários sobre o estilo de vida.

Yris tem 13 anos e também é um exemplo. “Eu comecei com dez anos, aí eu até consigo acompanhar a evolução das meninas, mas, se eu tivesse começado bem cedinho, eu já estaria bem mais adiantada! Bem mais, bem mais”, contou Yris.

Pena que ela seja uma das poucas crianças ativas do Brasil. Até chegar ao treino, muita caminhada. “É, 40 minutos andando, elas sobem e descem a pé”, disse a mãe de Yris, Vanessa Toneli.

“As crianças brasileiras, somente 44% delas estão cumprindo a recomendação da atividade física; 45% das crianças brasileiras estão com excesso de peso ou obesidade”, apontou Gerson Luis Ferrari, pesquisador CELAFISCS.

Gerson foi o responsável por uma pesquisa sobre o sedentarismo das crianças em 12 países – incluindo o Brasil. “As crianças responderam questionários referentes ao estilo de vida delas, o que que elas comem na escola, o que que elas comem fora da escola, o que elas jantam, isso tanto no final de semana, quanto no dia de semana”, conta Gerson.

A Yris participou da pesquisa no ano passado. Ao todo, foram avaliadas 812 crianças na cidade de São Caetano do Sul, a idade variava de 9 a 11 anos.

Globo Repórter: O que acontece aqui?

Gerson: Esta daqui é uma balança que a gente mede tanto o peso da criança como a quantidade de gordura corporal. Este é um equipamento moderno e internacional que a gente utilizou na pesquisa juntamente com os outros países. Este aqui é um equipamento chamado acelerômetro – ele é utilizado para utilizar a prática de atividade física e o comportamento das crianças em relação sedentarismo. Então ele mede quanto tempo a criança faz atividade física leve, quanto tempo a criança faz atividade física moderada e quanto tempo a criança faz atividade física moderada ou vigorosa. Nós utilizamos este equipamento nas crianças aqui do Brasil e nos outros países durante dez dias, então as crianças utilizam este equipamento durante 24 horas por dia, com exceção no tempo de sono!


Globo Repórter: Você aprendeu a administrar seu tempo, né?

Yris: É…
Vanessa, mãe da Yris: Verdade! Ela é bem organizada…
Yris: Ginástica rítmica e dança afro… E faço aula de violão também!
Vanessa: E estuda! Estuda e me ajuda também em casa… O que eu admiro bastante nela. Às vezes eu falo assim ‘Ah Yris, não vai não na dança’, porque é tão longe, lá no Butantã… A ginástica ela não pode faltar, porque acaba perdendo a vaga.


Uma hora de exercício físico diário para crianças

Gérson Ferreira: A recomendação é que as crianças devam fazer pelo menos sessenta minutos de atividade física de moderada a vigorosa por dia.
Globo Repórter: Qual é o conselho que o senhor daria aos pais?
Gérson Ferreira: Os pais precisam auxiliar e também fazer a prática da atividade física juntamente com as crianças! Se os pais puderem colocar um limite de tempo “tela” por dia, já auxilia a diminuir o risco de obesidade e até aumentar a prática da atividade física das crianças.
Globo Repórter: Tem que tirar o computador do quarto?
Gérson Ferreira: A recomendação é excluir o computador do quarto.
Globo Repórter: Não é fácil?
Gérson Ferreira: Não é fácil, tem que convencer as crianças!
E os adultos também precisam se convencer de uma vez por todas: nunca é tarde para começar.



Matéria publicada no site Globo.com

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