sexta-feira, 24 de julho de 2015

Dieta anti-inflamatória faz bem para o coração



Relativamente fácil de seguir, segundo o site U.S. News, essa dieta foi desenvolvida por Andrew Weil, médico formado em Harvard e pioneiro no campo da medicina integrativa nos Estados Unidos.

Como o próprio nome sugere, a dieta anti-inflamatória é baseada na ingestão de alimentos que combatem a inflamação no organismo, como o ômega-3 – presente nos peixes de água fria.

Relativamente fácil de seguir, segundo o site U.S. News, essa dieta foi desenvolvida por Andrew Weil, médico formado em Harvard e pioneiro no campo da medicina integrativa nos Estados Unidos.

Para Weil certos alimentos podem causar ou combater a inflamação no organismo. Por isso conhecer o próprio corpo e consumir os alimentos adequados não só auxiliam na perda de peso, mas também ajudam a manter uma vida equilibrada.

A inflamação, segundo Weil, pode acarretar problemas graves de saúde, como doenças no coração, câncer e até Alzheimer.

A dieta anti-inflamatória sugere a ingestão de cerca de até 2.000 calorias por dia, dependendo do sexo, peso e atividade física praticada diariamente de cada individuo.

Das calorias ingeridas diariamente, 40% a 50% devem ser do bom carboidrato, como os cereais integrais, 30% devem vir de gordura, e 20% a 30% precisam ser proteína. Todos os nutrientes devem estar presentes nas três principais refeições diárias.

O ideal é que a dieta seja recomendada por um especialista da área da saúde, pois os alimentos que compõem a dieta anti-inflamatória podem variar de acordo com o cada organismo e uma série de exames é necessária antes de começar a dieta.


Matéria publicada no site Exame

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Estudo indica que impactos dos exercícios físicos variam conforme o perfil do praticante



Apesar de promover ganhos para a maioria das pessoas em grande parte das circunstâncias, não significa que o mesmo programa de exercício ou de terapia deva ser prescrito a todos igualmente.

Um tempo em que os fracos não tinham vez: na pré-história, o condicionamento físico era arma fundamental para a sobrevivência. Milênios depois, a questão permanece de vida ou morte. Não mais para assegurar a subsistência, mas livrar o organismo de enfermidades, como as cardiovasculares, tão sorrateiras quanto um predador à espreita. A associação é reconhecida desde as civilizações mais antigas, mas somente em 1958 o médico Jeremiah Noah Morris estabeleceu cientificamente a importância da atividade física na prevenção de doenças. Com isso, mudou a forma como a humanidade se relaciona com o corpo. Estudo recente da Universidade Brown, nos Estados Unidos, tem chances de provocar outra renovação. Os cientistas de lá descobriram que os benefícios das atividades físicas não são universalmente iguais.

“Apesar de promover ganhos para a maioria das pessoas em grande parte das circunstâncias, não significa que o mesmo programa de exercício ou de terapia deva ser prescrito a todos igualmente”, diz Simin Liu, epidemiologista que coordenou a investigação, detalhada recentemente no Journal of the American Heart Association. Liu reuniu evidências em 160 estudos clínicos, totalizando mais de 7,5 mil participantes. O médico é um dos primeiros pesquisadores a examinar os efeitos dos exercícios aeróbicos em pessoas com diferentes condições de saúde. Uma das conclusões a que chegou é que homens, indivíduos com até 50 anos e até hipertensos estão entre os mais beneficiados por esses exercícios cardiovasculares.

A equipe também descobriu que essas atividades têm capacidade de reduzir a resistência à insulina e a inflamação significativamente, e que os exercícios regulares de fato afetam as taxas do colesterol total, diminuindo o LDL, o mau colesterol, e aumentando o HDL, o bom. O estudo traz resultados especialmente positivos para diabéticos tipo 2 e hipertensos: fatores de risco cardeais para infartos e acidente vascular cerebral são atenuados com a prática física. A relação faz sentido, diz Lázaro Miranda Fernandes, coordenador do Departamento de Cardiologia do Hospital Santa Lúcia, em Brasília. “Quando se atua em um paciente sem fatores de risco, não há malefícios a serem combatidos. Porém, quanto maior o risco cardiovascular do indivíduo, maior será a repercussão do tratamento neste sentido”, explica Fernandes, que também integra a Sociedade Brasileira de Cardiologia (SBC).

A lógica vale também para interpretar as vantagens observadas em indivíduos com menos de 50 anos. “Nos mais velhos, certas lesões coronarianas e doenças crônicas já estão avançadas”, explica Lázaro Fernandes. O cardiologista ressalta que os resultados não excluem benefícios aos outros grupos. Idosos vítimas de infarto, por exemplo, conseguem reabilitar o fluxo e a irrigação sanguínea nos tecidos lesionados com exercícios diários leves e repetidos. “Isso não vai ampliar a longevidade significativamente, mas melhorará a qualidade de vida e evitará novos eventos”, observa. Além disso, esportes aumentam a fibrinólise, a dissolução de pequenos coágulos que se formam nas artérias, podendo obstruí-las. “E isso é especialmente bom para os cardíacos”, acrescenta Lázaro Fernandes.

Mais adaptações O fisiologista Roberto Patu, mestre em ciências da saúde, conta que estudos como os de Simin Liu são reflexos de uma nova tendência da prática física: a individualização, que leva em consideração os gostos, as necessidades, as preferências e as possibilidades do praticante. “É uma forma de tratar a atividade como prevenção de doenças e não somente de promoção de saúde”, explica. “Se Liu tivesse considerado também os exercícios resistidos – que demandam força, como a musculação – , a extensão dos benefícios poderia ser ainda maior”, acredita Patu, especialmente entre as pessoas na faixa dos 50 anos. É nesse período que a sarcopenia (perda de massa muscular) manifesta os primeiros sinais.

Ainda que a Escola Americana de Medicina Esportiva sugira um padrão universal para a prática de exercícios (veja infográfico), o método evoluiu para um sistema sob medida, que envolve diagnóstico, planejamento e ação. “Isso nos permite traçar um trabalho que faça o praticante sentir prazer. Se ele não gosta de musculação, iremos pensar em uma estratégia que o permita fazer trabalhos resistidos também, como treinamentos funcionais e core training, que envolve isometria, estabilidade, equilíbrio e força”, esclarece o especialista. Em média, os resultados de modalidades diversas aparecem em três meses.

No aeróbico, por exemplo, os efeitos são perceptíveis em 30 dias. Há diminuição da frequência cardíaca em repouso, aumento de vasos sanguíneos e melhora no transporte de oxigênio. “Para o treinamento resistido, o planejamento é de 12 semanas”, conta Patu. Porém, ele frisa, tudo é relativo. O treino individualizado tem em conta a dieta, a interação social, a situação financeira e até mesmo a satisfação com o trabalho. A tendência de atividades cada vez mais direcionadas atrai públicos que não têm o hábito de praticar exercícios, como idosos que, na juventude, não cogitaram exercícios para manter a saúde. “Agora, há mais conhecimento sobre a relação disso tudo com o organismo, o que mostra que o entendimento sobre o próprio corpo é uma consequência de mais cultura e informação. As pessoas não querem somente viver mais, querem viver bem”.


Matéria publicada no site Saúde Plena

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Fazer trinta minutos de atividade física por dia pode prolongar a vida em até quatro anos



Estudos e recomendações médicas indicam a importância de se movimentar e fazer atividade física durante o dia, inclusive no trabalho. Uma pesquisa do Departamento de Saúde Pública da Inglaterra indicou que o ideal é que trabalhadores de escritório fiquem em pé por pelo menos duas horas durante o expediente.

As conclusões foram publicadas pelo “British Journal of Sports Medicine”. Segundo os especialistas que desenvolveram o estudo, fazer as pessoas ficarem de pé durante suas horas de trabalho pode ser um objetivo mais fácil de atingir do que garantir que todos comecem a se exercitar.

Na visão do coach, educador físico e atual melhor personal trainer do mundo, Cristiano Parente, a pesquisa atesta a importância de se movimentar no cotidiano. “Seja no trabalho ou em casa, é importante inserir efetivamente no dia a dia novas formas de se movimentar. As pessoas que ficam em pé no trabalho ou que sobem e descem escadas diariamente terão, certamente, uma vida mais ativa e um metabolismo mais saudável”, afirma.

De acordo com o campeão mundial, diversos estudos constataram que as pessoas que conseguem somar cerca de 30 minutos de atividade física diária, seja no trabalho, em casa ou na academia, “conquistam um corpo mais saudável e chegam a prolongar a sua vida por mais três ou quatro anos”.

Além disso, a evolução no esforço pode melhorar ainda mais o cenário. “O corpo tem uma capacidade adaptativa muito alta. Logo, com o passar do tempo, tentar aumentar sempre um pouquinho o grau de dificuldade do esforço torna-se importante fator de contribuição para as melhorias na saúde e qualidade de vida” afirma Parente. O especialista ainda completa: “quando temos uma intensidade mais alta ainda, com menos do que 30 minutos também é possível obter resultados tão interessantes quanto”.

Cristiano Parente ressalta que nosso corpo responde de forma mais positiva quando realizamos qualquer movimento e esforço além do que já estamos acostumados. “A atividade física bem controlada só nos traz reflexos positivos. Qualquer tipo de atividade que englobe um esforço físico maior terá como resultado uma musculatura mais forte, uma melhor circulação do sangue e um maior consumo de energia, com resultados muito claros quando acompanhados de alimentação e descanso adequados. O que resulta em uma série de benefícios para a saúde ao longo da vida”, aponta.

Mais sobre Cristiano Parente: Eleito o melhor personal trainer do mundo em concurso realizado no final de 2014 em Nova York (EUA) pela Life Fitness, maior fabricante de equipamentos de academia do mundo, o brasileiro superou mais de 1.700 treinadores de 43 países na competição.Cristiano tem três graduações pela Universidade de São Paulo (USP) – Bacharelado em Educação Física, Bacharelado em Esporte e Licenciatura em Educação Física -, além de quatro pós-graduações. É um dos sócios da Koatch Academia, sediada em São Paulo e especializada em atendimento personalizado há mais de dez anos.


Matéria publicada no site Paranashop

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quinta-feira, 23 de julho de 2015

Recuperação muscular é essencial para o sucesso do treino



Quando praticamos uma atividade física temos uma mudança na nossa estrutura muscular. São estímulos provocados pela intensidade do exercício que nos faz causar essas mudanças, o que leva à melhora do condicionamento físico, hipertrofia muscular, resistência muscular. 

Esses estímulos são stress, causado durante o treinamento pelas sobrecargas metabólicas e tensionais, provocando microlesões nos músculos envolvidos que caracterizam a estimulação. 

Na recuperação ocorre a reparação dessas microlesões como também o restabelecimento energético em um patamar superior ao anterior. Esta fase de recuperação é fundamental para o desenvolvimento muscular afim de se preparar para estímulos subsequentes mais intensos. Se o praticante do exercício (musculação, corrida, qualquer modalidade esportiva) não estiver completamente recuperado e houver fornecimento de nova sobrecarga, a musculatura responderá de maneira negativa desfavorecendo o desenvolvimento muscular. 

Em se tratando do treinamento de hipertrofia muscular, acredita-se que a recuperação ocorra entre 48 e 72 horas, considerando uma alimentação adequada e outros fatores, tais como o descanso. Em modalidades aeróbias a recuperação ocorre em 24 a 48 horas, o que dependerá do tipo de treinamento, objetivos e planejamento de treinos. 

Uma boa recuperação muscular levará a um processo de fortalecimento, crescimento e adaptação muscular, portanto, ocorre em sua maior parte não durante o treinamento e sim no período de descanso. 

Logo após o exercício, mais ou menos uma a duas horas após do treino, os músculos que estavam ativos se preparam para restabelecer a energia gasta e maximizar a entrada de nutrientes. Este é o estado em que o corpo se encontra mais receptivo à absorção e armazenamento de energia. 

Os dias e horas ideais para uma boa recuperação muscular dependerá do seu objetivo e tipo de treinamento que está realizando, por isso a importância da orientação de um profissional de Educação Física na programação de seus treinos. Esse planejamento deverá conter os exercícios apropriados e o descanso necessário para um bom resultado. 

Muitos estudos demonstram que uma dieta adequada em carboidratos e proteínas cria uma resposta insulínica mais eficiente na recuperação do glicogênio muscular e para o anabolismo. Dada a importância dos carboidratos para a performance de exercícios aeróbios de longa duração, recomenda-se que indivíduos que se exercitam regularmente devam consumir uma dieta entre 55%- 70% de seu total calórico na forma de carboidratos. 

Uma bela noite de sono também contribui muito para a recuperação muscular. Durante o sono, ocorre a secreção do hormônio HGH (Hormônio do Crescimento), que estimula o crescimento e a recuperação muscular, a construção óssea e a queima de gordura, auxiliando na recuperação de treinos fortes e melhorando a resposta fisiológica. Estudos mostram que quando um indivíduo não dorme adequadamente, a produção desse hormônio diminui. 

Lembrem sempre de incluir no seu Planejamento de Treinos: bons exercícios, regularidade nos treinos, uma boa noite de sono, um bom descanso muscular e uma alimentação adequada. 


Matéria publicada pelo site Minha Vida 

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Médico afirma que a alimentação pode controlar o diabetes



Pesquisas científicas internacionais recentes têm apresentado evidências de que a alimentação pode ser mais do que um simples aliado no combate ao diabetes, mas o segredo de um tratamento bem sucedido.

No Brasil, já existem profissionais da saúde que defendem que é hora de esclarecer o assunto e acabar com os mitos.

Pesquisas científicas internacionais recentes têm apresentado evidências de que a alimentação pode ser mais do que um simples aliado no combate ao diabetes, mas o segredo de um tratamento bem sucedido.

Referência em estudos sobre o metabolismo, o médico brasileiro Patrick Rocha desenvolveu nos últimos anos pesquisas focadas no controle da diabetes através da mudança na alimentação.

Contrariando a linha conservadora, Dr. Rocha acredita que o tratamento do diabetes deve ser orientado não apenas atacando os sintomas, mas a raiz do problema, a partir de uma alimentação capaz de reduzir a necessidade diária de medicações.

“Ao tratar o Diabetes e suas complicações apenas com medicamentos, você não a controla, e muito menos a reverte – você apenas a medica, e não alcança uma melhora real na saúde e qualidade de vida do paciente. Essa falta de esclarecimento tem gerado um sofrimento sem precedentes para os diabéticos, que mesmo tomando a medicação sofrem várias complicações como cegueira, amputações, impotência sexual, insuficiência renal em virtude de não terem um conhecimento real sobre aquilo que estão ingerido e pode estar interfirindo no tratamento”.

De acordo com Dr. Rocha um dos maiores problemas da abordagem médica e nutricional atual é a falta de esclarecimento. Existem alimentos que segundo o médico não só podem desencadear a diabetes, como podem, também, piorá-la a longo prazo. O que acaba exigindo uma dose diária cada vez maior de medicamentos.

Por esta perspectiva, o paciente precisa compreender que a alimentação é capaz de desintoxicar o organismo e é essencial limpar o organismo de toxinas para que o metabolismo funcione em sua capacidade e desta forma a taxa de glicose se regularize naturalmente, diminuindo a resistência à insulina que afeta milhares de pessoas.

Evitável ou não, o Diabetes tipo I e II precisam ser tratados a partir do momento que são diagnosticados. No Brasil, o Diabetes Mellitus afeta cerca de 12 milhões de pessoas e é reconhecido como um importante problema de saúde pública a ser enfrentado.

Em virtude do aumento de sua prevalência, bem como pelos reflexos sociais e econômicos que acarreta, tais como comprometimento da produtividade, qualidade de vida, aposentadorias precoces, altos custos do tratamento e complicações.

Fonte: Jornalística Comunicação e Marketing Empresarial


Matéria publicada no site O Debate

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Sabia que é possível sofrer uma “overdose” de água?



A hiponatremia traduz-se na queda dos níveis de sódio para valores perigosamente baixos devido a uma sobre-hidratação. Também conhecida como “intoxicação de água”, a fatal de sódio durante ou até 24 horas depois da atividade física por levar a um aumento dos níveis de água do organismo, fazendo com que as células inchem.

As advertências para a importância da hidratação multiplicam-se à medida que as temperaturas sobem. Mas atenção: é possível beber água a mais, sobretudo durante períodos de exercício.

O calor e consequente transpiração fazem o corpo perder fluídos mais rapidamente do que parece, expondo-nos ao perigo da desidratação. Por outro lado, uma boa hidratação auxilia a digestão, elimina toxinas, é benéfica para as articulações e até ajuda a memória.

Mas, alertam, os especialistas, é possível beber água a mais, se não se “ouvir” os sinais do corpo. A hiponatremia traduz-se na queda dos níveis de sódio para valores perigosamente baixos devido a uma sobre-hidratação. Também conhecida como “intoxicação de água”, a fatal de sódio durante ou até 24 horas depois da atividade física por levar a um aumento dos níveis de água do organismo, fazendo com que as células inchem.

A hiponatremia pode tornar-se mais grave devido à ausência de sintomas claros no início. Quando se manifestam, já incluem dores de cabeça, vómitos, confusão e até mesmo, convulsões, devido ao inchaço do cérebro. Raramente é fatal, mas acontece.

Segundo a edição de junho da publicação Clinical Journal of Sport Medicine, o consenso médico sobre a hiponatremia relacionada com o exercício físico – válido tanto para atletas profissionais como ciclistas de verão e jogadores de voleibol de praia – é o de que o ideal é beber água quando se tem sede.

“Usar o mecanismo inato da sede para guiar o consumo de fluídos é uma estratégia que deve limitar o beber em excesso e o desenvolvimento da hiponatremia”, lê-se no relatório.


Matéria publicada no site Visão.pt

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quarta-feira, 22 de julho de 2015

Uso de suplementos por adolescentes divide opiniões de médicos



Presentes em páginas de celebridades fitness, os suplementos alimentares estão fazendo sucesso também entre os adolescentes. Mas o uso de substâncias que prometem colocar o corpo em forma ou dar mais disposição divide a opinião de especialistas em nutrição e deixa os pais sem saber se devem permitir que os filhos incrementem a alimentação com os produtos.

Parte dos profissionais afirma que uma dieta saudável é suficiente para que jovens conquistem o corpo definido que desejam. Outros dizem que o uso pode causar complicações, principalmente a sobrecarga de órgãos como os rins. Também há especialistas que afirmam que o uso equilibrado de suplementos não traz riscos à saúde e pode ser benéfico mesmo na fase de crescimento.

Nutricionista esportiva, Érica Zago, de 38 anos, incluiu whey protein – tipo de proteína extraída do soro do leite – na alimentação da filha quando ela tinha 4 anos. “Desde bem pequena, ela usa suplementos. Nunca gostei dos desjejuns comuns, como café com pão e manteiga. Além disso, com 4 anos, ela teve pneumonias recorrentes e estava preocupada com a imunidade dela.”

Hoje com 15 anos, a estudante Rafaella Zago Romacho ainda toma suplementos. “Ela tem uma dieta normal, mas a suplementação introduz nutrientes que talvez ela não tivesse acesso só com a alimentação”, diz a mãe.

A jovem afirma que também toma cuidado com os alimentos que consome e pratica atividades físicas. “No começo, eu fazia (exercícios) por causa do corpo, mas passei a gostar. E não gosto muito de doce.”


Atleta

Há um ano e meio, o estudante Lucas Milhomem, de 15 anos, começou a tomar suplementos que também são famosos: maltodextrina e BCAA. Seu objetivo é melhorar o desempenho como atleta. “Ele pratica futebol desde os 5 anos. Quando começou a tomar, ficou mais esperto e tem mais explosão nos treinos”, conta o pai do adolescente, o administrador de empresas Alex Milhomem, de 38 anos.


O jovem notou resultados. “Eu não me sinto tão cansado no treino e não tenho tantas dores.” Milhomem diz que estabeleceu regras para que o filho pudesse usar os suplementos.

“Sempre tive uma preocupação muito grande. Não deixaria ele tomar com menos de 13 anos. Acho que só depois dessa idade o adolescente passa a ter discernimento e está em uma fase do crescimento adequada para tomar suplementos. Deixei porque ele quer ser um atleta do futebol”, afirma.

Consultor científico da Associação Brasileira de Empresas de Produtos Nutricionais (Abenutri), Erico Caperuto diz que os nutrientes podem ser usados na adolescência, desde que sejam respeitadas as condições físicas e os objetivos dos jovens.

“Na adolescência, o suplemento é ideal, porque vai estimular o crescimento de maneira adequada, mas um nutricionista tem de colocar na quantidade certa e tem de ser associado a uma vida ativa.”


Problema

O estudante Diego Ferreira Silveira, de 23 anos, teve uma má experiência com suplementos. No ano passado, ficou internado por 15 dias após usar diferentes produtos de forma excessiva. Ele estava na Irlanda e precisou fazer um tratamento para recuperar o funcionamento dos rins.



“Fiquei me tratando durante três meses até melhorar. Até hoje tenho problemas, mas penso duas vezes antes de comprar qualquer coisa”, diz.

Silveira reconhece que sua situação foi agravada pelo uso de anabolizantes. “Malho há mais de três anos e comecei a tomar os suplementos há dois. Tomei whey, BCAA, aminoácidos e até anabolizantes. Já gastei mais de R$ 30 mil com cirurgias, mas só para reparar problemas, nada para o meu benefício.”



Matéria publicada no site UOL

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