sexta-feira, 22 de maio de 2015

‘'Parada cardíaca’' não designa causa de morte, como se vê nos jornais





O termo “parada cardíaca”, tão utilizado na mídia mas de maneira totalmente errada, significa o final de toda e qualquer doença ou lesão grave, afinal tudo termina na parada do coração e ela não é a causa de morte de alguém.

Esta semana tivemos, infelizmente, a morte de um Senador da República, representante de Santa Catarina e que teve morte súbita por infarto do miocárdio. Jornais noticiaram da seguinte maneira: “o Senador Luis Henrique faleceu de parada cardíaca”. Logo se vê um grande erro de conceito. Na verdade, ele teve um quadro inesperado de infarto do miocárdio seguido de parada cardíaca. Não sendo possível recuperá-lo dessa parada, ocorreu a morte. Se esta ocorreu em menos de duas horas do inicio dos sintomas, nós a chamamos de morte súbita por infarto do miocárdio.

Ainda em relação ao termo “parada cardíaca”, tão utilizado na mídia mas de maneira totalmente errada, significa o final de toda e qualquer doença ou lesão grave, afinal tudo termina na parada do coração e ela não é a causa de morte de alguém. Uma parada cardíaca por intoxicação, por ferimento, por câncer, por infarto, por derrame cerebral ou por outras causas, se não for recuperada, ou seja, atendida com as manobras conhecidas como ressuscitação cardíaca (massagem, desfibrilação e medicação) em menos de três minutos, é considerada morte definitiva.

Outra questão que é vista principalmente na televisão é o uso de desfibrilador cardíaco. Muitas vezes aparece o monitor de uma UTI, registrando uma parada cardíaca como uma linha reta – isso se chama assistolia, ou seja, o coração fica sem movimentos. Não adianta usar, como já apareceu até em novelas, o desfibrilador, que só poderá ser usado se a parada cardíaca aparecer no monitor, como linha irregular que significa fibrilação ventricular. Aí sim o choque de um desfibrilador poderá reverter esse problema.

Uma terminologia comum é chamar de infarto toda a morte sem causa aparente. Isso é um grande problema, principalmente quando um médico, de modo totalmente irresponsável e antiético, em geral por pressão da família para evitar a realizar no IML a chamada verificação do óbito para causa não conhecida e não violenta, emite o atestado de óbito “falso”, constando ser um infarto do miocárdio. O atestado de óbito é um documento oficial para se poder enterrar um corpo e trazer a informação da causa de morte. Isso é de enorme importância para a saúde publica e mesmo familiar.

Ora, existem doenças familiares e principalmente infecciosas ou crônicas que poderão ser prevenidas com os diagnósticos exatos dos que vieram a falecer. Muitas políticas de saúde dependem da quantidade de determinadas doenças que estão acontecendo.
Várias outras desinformações ocorrem nessa rapidez de informações que são veiculadas pelas várias mídias, o nosso papel é esclarecer na medida do possível, desde bobagens de curas milagrosas e conceitos incorretos dos problemas médicos.


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Genes têm influência na predisposição a lesões e no tempo de recuperação



Dados epidemiológicos demonstram a existência de diferenças interindividuais na severidade e na frequência com que lesões ocorrem. Fatores ambientais e genéticos possuem um importante papel na predisposição à ocorrência dessas lesões.


Um jovem está se preparando há algum tempo para uma série de maratonas e lesiona seu tendão de Aquiles. Os médicos sinalizam a necessidade de um tempo de recuperação. O processo acaba sendo mais lento do que o esperado e, após a segunda maratona, o jovem sente novamente a lesão.

O tendão de Aquiles conecta os músculos da panturrilha ao osso do calcanhar. O termo tendinopatia descreve uma inflamação ou pequenas rupturas no tendão. Pode ser crônica ou aguda e ocorre em decorrência de movimentos repetitivos durante alguma atividade ocupacional ou durante atividades esportivas. Atletas que tensionam o tendão de Aquiles têm maior probabilidade em desenvolver tendinopatia.

Dados epidemiológicos demonstram a existência de diferenças interindividuais na severidade e na frequência com que essas lesões ocorrem. Fatores ambientais e genéticos possuem um importante papel na predisposição à ocorrência dessas lesões.

Um polimorfismo de nucleotídeos único (SNP), é uma variação genética que ocorre na sequência do DNA. Essas alterações podem ocorrer em regiões do genoma que codificam genes ou em regiões reguladoras e podem afetar a resposta individual a diversos fatores, inclusive à propensão a lesões e o tempo de recuperação. SNPs em genes relacionados à biologia dos músculos, tendões e ligamentos têm sido relacionados com o aumento da gravidade e da predisposição à ocorrência de lesões.

Um SNP  localizado no gene MMP3 apresenta essa característica. As metaloproteinases de matriz são as principais responsáveis pela degradação e remodelação da matriz extracelular. As variações nesse gene podem alterar o bom funcionamento de tendões e ligamentos.

Estudos demonstram que indivíduos com o genótipo variante do SNP no gene MMP3 são mais vulneráveis a lesões. O risco só dessa variante foi 2,5 vezes maior. Outros estudos continuam a ser realizados para determinarmos outros genes que possam contribuir para esse risco.

Cada vez mais o acompanhamento de atletas passa a ser individualizado e, no caso do maratonista, o tratamento e a recuperação da sua lesão devem ser diferenciados, levando em consideração que ele possui uma genética que agrava ainda mais o seu quadro.



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quinta-feira, 21 de maio de 2015

Como prevenir, tratar e acelerar a recuperação de lesões musculares?



As lesões musculares são comuns nos esportes, com sua frequência variando 10 a 55% de todas as lesões. Mais de 90% delas são relacionadas com contusões ou distensões musculares.

Os músculos são os únicos geradores de força capazes de produzir movimento articular. Realizam contração convertendo energia química em trabalho mecânico. São 434 músculos, representando 40% do peso corporal; dentre estes, 75 pares de músculos estriados são envolvidos na postura geral e movimentação do corpo.

As lesões musculares são comuns nos esportes, com sua frequência variando 10 a 55% de todas as lesões. Mais de 90% delas são relacionadas com contusões ou distensões musculares. A contusão muscular ocorre quando um músculo é submetido a uma força súbita  de compressão como um golpe direto, por exemplo. Já nos estiramentos, o músculo é submetido a uma tração excessiva levando à sobrecarga das miofibras e, consequentemente, a sua ruptura.

O que distingue a cura da lesão muscular de um osso fraturado é que o músculo esquelético cicatriza através de um processo chamado “reparação”. Nele, há formação de tecido fibroso de entre as duas partes de músculo lesionado, enquanto uma fratura cicatriza por “regeneração”. Ou seja, o osso fraturado é curado através da produção de calo ósseo que, posteriormente, se remodela em tecido ósseo.

Todas as lesões musculares passam por 3 fases no processo de cura:

1) Fase de Destruição: Caracterizado pela ruptura e consequente formação de um hematoma entre os cotos do músculo rompido e uma reação inflamatória.

2) Fase de Reparação: Compõe a produção de uma cicatriz de tecido conectivo, assim como a revascularização por crescimento de capilares na área lesada.

3) Fase de Remodelação: um período de retração e reorganização do tecido cicatricial e recuperação da funcional capacidade do músculo.

Grau I – é o estiramento de uma pequena quantidade de fibras musculares (lesão < 5% do músculo). A dor é localizada em um ponto específico, surge durante a contração muscular contra-resistência e pode ser ausente no repouso. O edema pode estar presente, mas, geralmente, não é notado no exame físico. Ocorrem danos estruturais mínimos, a hemorragia é pequena, a
resolução é rápida e a limitação funcional é leve. Apresenta bom prognóstico e a restauração das fibras é relativamente rápida.

Grau II – O número de fibras lesionadas e a gravidade da lesão são maiores (lesão > 5% e < 50% do músculo). São encontrados os mesmos achados da lesão de primeiro grau, porém, com maior intensidade. Acompanha-se de: dor, moderada hemorragia, processo inflamatório local mais exuberante e diminuição maior da função. A resolução é mais lenta.

Grau III – Esta lesão geralmente ocorre desencadeando uma ruptura completa do músculo ou de grande parte dele (lesão > 50% do músculo), resultando em uma importante perda da função com a presença de um defeito palpável. A dor pode variar de moderada a muito intensa, provocada pela contração muscular passiva. O edema e a hemorragia são grandes.

Dependendo da localização do músculo lesionado em relação à pele adjacente, o edema, a equimose e o hematoma podem ser visíveis, localizando-se geralmente em uma posição distal (voltada para o extremo dos membros) à lesão devido à força da gravidade que desloca o volume de sangue produzido em decorrência da lesão. O defeito muscular pode ser palpável e visível.

FATORES DE RISCO

Tais fatores são: as deficiências de flexibilidade, os desequilíbrios de força entre músculos de ações opostas (agonistas e antagonistas), as lesões musculares pregressas (reabilitação incompleta), os distúrbios nutricionais, os distúrbios hormonais, as alterações anatômicas e biomecânicas, as infecções e os fatores relacionados ao treinamento (o aquecimento inadequado, a falta de coordenação de movimentos, técnica incorreta, sobrecarga e fadiga muscular).

O QUE SE SENTE?

A história clínica é marcada por dor súbita localizada, de intensidade variável, algumas vezes acompanhada de um estalar audível ou de uma sensação de pedrada. Ocorre geralmente durante a explosão muscular na corrida, salto ou arremesso e culmina com a interrupção do mesmo. A intensidade dos sinais e sintomas pode variar de acordo com a sua gravidade.

Ao examinar o paciente lesionado, o medico busca edema localizado, tensão aumentada do tecido ao redor e possibilidade de um defeito (área de depressão local ou “gap”) visível ou palpável. A presença de hematoma tem o significado de uma lesão de maior extensão e gravidade. A contração revela dor local e impotência funcional, caracterizada pela incapacidade de se mover a articulação.

Os estiramentos musculares geralmente não são precedidos por dor localizada ou tensão muscular aumentada no mesmo local; portanto, prever o surgimento de tais lesões não é uma tarefa simples.

TRATAMENTO

Os princípios do tratamento das lesões musculares na fase aguda seguem o método PRICE(proteção, repouso, gelo, compressão local e elevação do membro acometido). O repouso do membro afetado mediante a utilização de órteses (tipoias, muletas, estabilizadores articulares) está indicado nos estiramentos de grande magnitude (lesões graus 2 e 3). Durante o processo de reabilitação, há a necessidade de modificar as atividades de risco.

Durante as fases iniciais deve-se permitir a mobilização do membro acometido dentro dos parâmetros de segurança, para que não haja ampliação da área de lesão. O ultrassom pulsado auxilia na reparação, gerando um aumento do metabolismo local, redução da inflamação e do espasmo muscular, enquanto o ultrassom contínuo estimula a circulação sanguínea.

O laser pode ser aplicado na fase de cicatrização, pois estimula o processo nos tecidos moles e atua na modulação da dor. O ondas curtas pulsado está indicado na fase de cicatrização tecidual, auxiliando na reabsorção de hematomas, 
redução do processo inflamatório e do espasmo e na reparação tecidual.

A flexibilidade pode ser iniciada de dois a sete dias após a lesão, realizada de forma suave a moderada de acordo com a resistência da dor. O fortalecimento muscular deve começar tão logo o paciente apresente melhora da dor com leve resistência. Os exercícios devem ser iniciados com baixa intensidade, aumentando-se a intensidade conforme a tolerância do indivíduo.

RETORNO AO ESPORTE

O foco principal da equipe reabilitadora é a da prevenção da recorrência da lesão, pois, muitas vezes, o indivíduo encontra-se completamente livre da dor e aparentemente está apto ao esporte e, em um movimento “banal”, ocorre a relesão. Portanto, quanto maior for o grau dela, maior será o tempo de sua volta.

Os exercícios excêntricos são fundamentais na recuperação da lesão e no retorno gradual aos movimentos específicos do esporte, devido a algumas vantagens biomecânicas, tais como o significativo ganho de força através de um menor recrutamento das unidades motoras quando comparados aos exercícios concêntricos.

Os critérios para o retorno ao esporte são: a flexibilidade semelhante ao membro contralateral, amplitude de movimento normal, ausência de dor e critérios de força muscular semelhantes aos valores prévios à lesão ou ao membro contralateral (acima de 80%). O tratamento cirúrgico é raramente indicado e prioriza as lesões completas, de grande impotência funcional e dissociação importante entre os dois bordos da lesão.

PREVENÇÃO

A prevenção da lesão envolve, principalmente o aquecimento muscular, pois:

– melhora a velocidade e força de contração muscular.
– diminui a viscosidade.
– aumenta a temperatura no músculo.
– aumenta a velocidade de transmissão nervosa.

O alongamento é controverso, pois, segundo alguns autores, causaria:

– Diminuição de força e velocidade de contração
– Diminuição da sensibilidade do fuso

Outros fatores consagrados incluem:

– Hidratação adequada
– Fortalecimento muscular
– Reequilibrio isocinético muscular

NOVOS CONCEITOS: A TERAPIA CELULAR

Novas técnicas e conceitos têm sido estudados nos tratamentos das lesões musculares, como: os fatores de crescimento derivados de plaquetas, a cultura de células-tronco autólogas, as drogas inibidoras da fibrose, a bioengenharia e a estimulação neuromuscular. Os primeiros, conhecidos como PRP tem sido amplamente utilizados no departamento medico em clubes de futebol profissional.

Apesar de existirem poucos estudos, acredita-se que a infusão do PRP recrutaria um maior numero de células-tronco satélites. Isso alteraria a biologia da cicatrização muscular, aumentando o poder da regeneração muscular. O que se observa na infusão do concentrado de plaquetas em lesões musculares é o alivio mais rápido e prolongado da dor e redução do tempo de retorno ao esporte.


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quarta-feira, 20 de maio de 2015

ÚLTIMAS VAGAS !!! WORK SHOP - TREINAMENTO FUNCIONAL - BÁSICO - BLUMENAU/SC



ÚLTIMAS VAGAS!!!
 


CARGA HORÁRIA: 08 horas /Mec
PUBLICO ALVO: Professores de educação física, personal trainers, preparadores esportivos , fisioterapeutas e estudantes de carreiras correlatas

CONTEÚDO PROGRAMÁTICO
- Apresentação da Metodologia
- Conceito e Histórico Treinamento funcional Tao Pilates
- Base anatômica- Biomecânica
- Treinamento do CORE
- Progressões funcionais baseadas nos 4 pilares do movimento
(bosu- elásticos-bola-)
- Avaliação e Correção das Instabilidades e Perda de controle de Movimento
- Recuperação e regeneração 
- Prescrição


CRONOGRAMA
8:30 – 10:00:TEORIA .
O que é o treinamento Funcional.
Os quatro pilares da Locomoção Humana.
Os fundamentos do core training
Avaliações funcionais
Progressões funcionais.
10:00 as 10:30 : intervalo
10:30 as 12:30: prática 1
12:30 as 14:00 : almoço
14:00 as 16:00 : prática 2
16:00 as 16:30 : intervalo
16:30 as 18:30 :prática 3-
Nas aulas práticas serão utilizados diversos acessórios.


Corpo Docente:
Dr. Joel Steinman - e equipe do TAO PILATES

Médico com mais de 35 Anos de experiência clinica
Surfista há 35 anos
Especialista em Medicina Esportiva - Sociedade Brasileira de Medicina do Esporte Especialista em Acupuntura e Manipulação Vertebral (quiropraxia) na China pela Academia de Medicina Tradicional Chinesa de Beijing- China - Membro do Colégio Médico Brasileiro de Acupuntura
Especialista em Pediatria pela Sociedade Brasileira de Pediatra
Mestre em Saúde pela Universidade de Paris
Membro do Pilates METHOD ALIANCE
Pós graduação em Posturologia
Cursou programas de formação na Austrália
Criador do TAO PILATES, voltado a reabilitação e reestruturação do movimento
Membro da Sociedade Brasileira de Medicina Física e de Reabilitação
Diretor Médico do Campeonato Mundial de Surf – WCT Brasil
Diretor Tao Pilates Instituto de Acupuntura e Medicina do Esporte
Autor do livro Surfing and Health (Meyers&Meyers)
Autor do livro Surf e Saúde


Informações:
TAO PILATES® INSTITUTO DE MEDICINA EXERCÍCIO E DO ESPORTE
Fone/Fax: 048-3228-9898
WWW.TAOPILATES.COM.BR
secretaria@taopilates.com.br


NOTA- INSTRUTOR RESPONSÁVEL PELO CURSO PODERÁ SER ALTERADO, CASO HAJA ALGUM IMPEDIMENTO.


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Sentiu lesão durante a corrida? Parar o treinamento é a atitude mais indicada


A corrida pode ser uma excelente atividade física para a manutenção da saúde e melhora da performance física. Mas existem situações em que ela pode te deixar na mão.

Muitos corredores procuram encarar uma eventual lesão de uma maneira mais imediatista, colocando a culpa no último treino, no tênis, na falta de musculação. Mas controle esse ímpeto, faça uma análise honesta da sua sistemática de treinos pois, geralmente, as lesões são a soma de fatores relacionados diretamente ou não ao momento em que estamos correndo, na maioria das vezes, elas acontecem por excesso de treinos ou provas, ou seja, a culpa pode ser do atleta.

Vamos imaginar que o atleta está  fazendo o treino longo e, de repente, sente uma dor na panturrilha. Nesse momento ele percebe que não dá mais para correr (e às vezes nem caminhar). O que ele deve fazer? Em primeiro lugar, interromper o treino, é a atitude mais sensata.  Somos seres humanos normais, que trabalhamos, dormimos pouco algumas vezes, nos estressamos e isso vai se acumulando.

Pode ser que, no momento, o melhor remédio seja um pouco de descanso e uma posterior reavaliação do treinamento e dos objetivos. É compreensível que essa pausa forçada seja frustrante. Monitorar a dor por dois ou três dias e o atleta tem de relaxar. Caso ele sinta que está melhorando, ele está no caminho certo e, provavelmente, voltará a treinar logo. Mas se sentir que a dor não melhorou ou que piorou, talvez seja a hora de procurar ajuda de um fisioterapeuta (ou um médico) ligado ao esporte e, se possível, que seja corredor também.

É preciso parar de treinar completamente? Se doer, não faça. Se o atleta não consegue correr por que sente dor, mas consegue pedalar, malhar ou nadar (ou alguma outra atividade), é bem provável que possa continuar praticando essas atividades de forma moderada. A boa notícia é que a maioria das lesões da corrida não são graves e raramente alguém precisa de um tratamento fora do comum. E além do mais, de certa forma, as lesões fazem parte do processo de aprendizagem e, possivelmente, o atleta voltará aos treinos sendo um corredor mais cuidadoso.

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Mitos e verdades sobre a Fascite Plantar




Quase metade dos meus pacientes atuais estão com fascite plantar. E isso não é algo que me surpreenda, pois essa patologia, que gera dor na sola do pé, é um dos três acometimentos mais frequentes entre os corredores.

Convivendo e tratando diariamente essas pessoas ouço muitos comentários que podem ser enquadrados como mitos e que, se esclarecidos, vão te ajudar a enfrentar melhor esse problema:

- “Preciso de um tênis melhor”: Não é um tênis melhor que irá curar a sua fascite plantar. A maneira como você corre é mais importante do que os acessórios que você usa para correr. Por exemplo, mesmo com a tecnologia mais avançada, um tênis não é capaz de absorver impacto tão bem quanto seu próprio corpo, se você estiver correndo com uma boa biomecânica. O tênis te dará apenas uma sensação de conforto e “maciez” na pisada, mas o seu calcanhar continuará sofrendo com o impacto.

– “Foi falta de alongamento”:O alongamento não previne lesões na corrida. Essa notícia já se espalhou entre os corredores, mas quem ainda não sabia, pare de se sentir culpado achando que se machucou porque não alongou o suficiente. As causas das lesões na corrida são muita mais complexas do que alongar ou não.
Já durante o tratamento, o alongamento da sola do pé é importante para devolver a flexibilidade da fascia plantar que, quando doente, tende a ficar mais enrijecida.

- “Não formou esporão, então não é grave”: O esporão do calcâneo é algo que pode acompanhar a fascite plantar, mas atualmente há uma discussão se as duas coisas patologias tem mesmo uma ligação tão direta como pensávamos. O fato é que a fascite plantar por si só é um dos problemas mais complicados da corrida e se não tratada precocemente pode se tornar algo crônico e de resolução complicada.

E quando eu digo crônico me refiro há períodos de meses, que podem ultrapassar um ano. Eu sei como é difícil para você, apaixonado por corrida, ficar algumas semanas sem treinar para fazer um tratamento. Mas no caso da fascite plantar isso é algo importante pensando a longo prazo. O que é pior, ficar um ou 12 meses sem correr?

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Batata doce: uma opção saborosa e saudável para incluir no cardápio



A batata doce possui um valor calórico maior que a batata “comum”, no entanto, ela auxilia na perda de peso porque aumenta a sensação de saciedade e fornece energia de forma equilibrada, sem elevar os níveis de glicose no sangue.

Quando o assunto é dieta e, mais especificamente perda de peso, a maioria das pessoas tem certo receio em consumir carboidratos. Porém, esse tipo de alimento é responsável por dar energia, por isso não devem ser eliminado da dieta (ao menos que esta seja uma orientação de um profissional como nutricionista ou nutrólogo).

Mas, a dica, para quem se preocupa com a saúde e boa forma, é investir em “carboidratos do bem”. E entre eles, nenhum se destaca mais do que a batata doce!

Muito famosa entre os atletas, o que pouca gente sabe é que esta batata não é indicada somente para quem se exercita, mas para todos, pois pode oferecer inúmeros benefícios à saúde – que vão além da boa forma.

Abaixo você confere quais benefícios a batata doce pode oferecer, como pode ser útil em um processo de emagrecimento e como ela pode/deve ser consumida.

Batata doce X Batata inglesa

Uma das dúvidas mais comuns entre as pessoas é: qual é a diferença entre a batata doce e a batata “normal” (inglesa)? Por que a batata doce é mais recomendada?

Talitta Maciel, do Espaço Reeducação Alimentar, explica que a batata doce possui um valor calórico maior que a batata “comum”, no entanto, ela auxilia na perda de peso. “Isso porque aumenta a sensação de saciedade e fornece energia de forma equilibrada, sem elevar os níveis de glicose no sangue”, diz.

Além disso, acrescenta a nutricionista, a batata doce possui mais fibras, mais potássio, e mais cálcio do que a batata inglesa.

“As características desse tubérculo também ajudam a controlar o colesterol ruim (LDL) e diabetes, além de auxiliarem no bom funcionamento intestinal”, diz Talitta.

Outra grande diferença entre a batata doce e a batata “comum” é o tipo de carboidrato, chamado amido resistente, conforme explica Talitta. “Esse amido, ao contrário do carboidrato normal, não é rapidamente absorvido pelo organismo. As enzimas do intestino delgado não conseguem digeri-lo, além disso, ele atrai moléculas de gordura e açúcar, assim, essas moléculas acabam sendo digeridas mais lentamente”, destaca.

5 vantagens de incluir a batata doce na dieta

Resumindo: não faltam bons motivos para incluir a batata doce na dieta. Abaixo você confere os principais:

Controle de diabetes

O consumo de batata doce, de acordo com Talitta, ajuda no controle de diabetes, pois ela possui baixo índice glicêmico.

Perda de peso

Talitta ressalta que a batata doce auxilia no emagrecimento, pois diminui o apetite e é rica em fibras. “Na quantidade adequada, pode ser uma aliada na perda de peso, isso porque é um carboidrato de baixo índice glicêmico – o que significa que é digerido de forma mais lenta e, assim, dá mais saciedade, auxiliando no controle do peso. Além disso, por liberar a glicose de forma gradual, evita que ela seja armazenada no corpo feito gordura”, diz.

Energia para praticantes de atividade física

Talitta explica que a batata doce é uma ótima opção para praticantes de atividade física. “Fornece muita energia sem provocar picos de glicose no sangue, aumenta a disposição durante a atividade, auxilia na queima de gordura e no ganho de massa muscular”, destaca.
Reforço para o sistema imunológico
Talitta destaca que a batata doce também fortalece o sistema imunológico, já que possui alta quantidade de vitamina A.

Versatilidade

A batata doce, além de ser deliciosa e agradar a maioria das pessoas, rende bons pratos saudáveis (tanto salgados quanto doces).

Vale ressaltar, porém, que deve ser sempre feita cozida. Nada de fritar a batata doce, pois o óleo já deixa a opção pouco saudável.

Quanto de batata doce é “permitido” consumir por dia?

Apesar de ser saudável, é claro, a batata doce não deve ser consumida em excesso. Talitta explica que a quantidade recomendada para consumo diário deve acompanhar as necessidades de 60% a 65% de carboidratos, em média, de uma rotina alimentar. “Porém, isso pode ser ajustado de acordo com o nível de atividade física da pessoa, peso, altura e objetivo”, diz.

A nutricionista acrescenta que cerca de 100 gramas de batata doce possui aproximadamente 100 calorias.

Agora você já tem algumas receitas e já conhece bons motivos para incluir a batata doce na sua dieta. Lembre-se que, embora saudável, ela não deve ser consumida em excesso!

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