quarta-feira, 19 de outubro de 2016

1 em cada 3 crianças brasileiras está acima do peso



Hoje é celebrado no país o Dia Nacional de Prevenção da Obesidade; objetivo é conscientizar a população acerca do problema, considerado epidêmico

Mais de um terço das crianças brasileiras entre cinco e nove anos estão acima do peso. Os dados do Ministério da Saúde apontam que o mesmo percentual se aplica aos adolescentes de 12 a 17 anos: 33% apresentam sobrepeso e, destes, 8% são obesos.

A questão vai muito além do aspecto físico, possibilitando o desenvolvimento de problemas de saúde sérios, como colesterol alto, diabetes e hipertensão arterial.

Com o objetivo de conscientizar a população acerca do problema, no próximo dia 11 de outubro é celebrado no Brasil o Dia Nacional de Prevenção da Obesidade.

A questão é considerada um dos maiores problemas de saúde pública do país, superando a desnutrição e ameaçando diminuir a expectativa de vida do país, como um todo. Para a organização Mundial de Saúde (OMS), o sobrepeso infantil está se tornando um problema epidêmico. 

Recentemente, o órgão disparou um alerta vermelho sobre a questão ao redor do mundo, principalmente em países emergentes como o Brasil.

Causas e desdobramentos – O sedentarismo e a alimentação inadequada são as principais causas da obesidade, tanto entre adultos quanto em crianças. Raquel Resende, endocrinologista da Rede de Hospitais São Camilo de São Paulo, explica que existem também causas e síndromes genéticas. 

“Tumores no eixo do hipotálamo-hipofisário ou distúrbios endócrinos como hipotireoidismo e síndrome de Cushing são responsáveis por, em média, 2% a 5% dos casos de sobrepeso. Os demais – grande maioria – podem ser atribuídos aos maus hábitos.”

O excesso de peso aumenta as chances do desenvolvimento de condições crônicas ainda durante a infância ou adolescência: problemas sérios como diabetes, colesterol alto, hipertensão arterial, depressão, problemas respiratórios e outros.

Psicologicamente, a obesidade infantil, por modificar a aparência, reflete na autoestima e autoconfiança das crianças e adolescentes.

Mudança de hábitos – A OMS recomenda 300 minutos de atividades físicas por semana – pouco mais de 40 minutos todos os dias. “As crianças precisam gastar calorias, mesmo com o metabolismo mais acelerado”, relata a especialista. “A infância e a adolescência são períodos críticos para iniciar ou agravar a obesidade devido ao aumento do tecido adiposo, que ocorre principalmente no sexo feminino. Além disso, existe maior consumo de alimentos com alto teor calórico e, também, devidos às instabilidades emocionais frequentes neste período.”

Outro grande perigo da obesidade, segundo Raquel, está em não colocar limites na alimentação dos filhos. “Manter uma dieta balanceada não significa que a criança ou o adolescente vai sofrer privações, nem mesmo que isso vai provocar um futuro de frustrações com o peso e, portanto, levar à obesidade. Trata-se de uma maneira saudável e eficiente de combater a obesidade.”

Rede de Hospitais São Camilo de São Paulo
A Rede de Hospitais São Camilo de São Paulo é composta por três modernos hospitais que fazem parte da história da capital paulistana: Pompeia, Santana e Ipiranga. Excelência médica, qualidade diferenciada no atendimento, segurança, humanização e expertise em gestão hospitalar são seus principais pilares de atuação. As Unidades têm capacidade para atendimentos eletivos, de emergência e cirurgias de alta complexidade, como transplantes de medula óssea.

Hoje, a Rede de Hospitais São Camilo de São Paulo presta atendimento em mais de 60 especialidades, oferece ao todo 685 leitos e um quadro clínico de mais de 3,7 mil médicos qualificados. Seus hospitais possuem importantes acreditações internacionais, como a da Joint Commission International (JCI), renomada acreditadora dos Estados Unidos reconhecida mundialmente no setor, a Acreditação Internacional Canadense e a da ONA (Organização Nacional de Acreditação).

A Rede de Hospitais São Camilo de São Paulo faz parte da Sociedade Beneficente São Camilo, uma das entidades que compreende a Ordem dos Ministros dos Enfermos (Camilianos), uma entidade religiosa presente em mais de 30 países, fundada pelo italiano Camilo de Lellis, há mais de 400 anos. No Brasil, desde 1928, a Rede conta com expertise e a tradição em saúde e gestão hospitalar.

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terça-feira, 11 de outubro de 2016

Dor no Joelho



Está com dor no joelho e não sabe o que está acontecendo? Nós vamos te ajudar!

Sabe aquela dorzinha que você sente na região anterior no joelho durante ou após a corrida, seja ela de curta ou longa distância? Ela pode ser causada por uma fraqueza na musculatura do quadril (músculos dos glúteos), fazendo com que o joelho receba uma sobrecarga muito grande.

Muitas vezes pensamos que ao se preparar para a corrida, basta apenas fortalecer os músculos da coxa e da panturrilha. Esse é um equívoco muito comum e que em muitos casos não previnem as dores provenientes dessa sobrecarga que a corrida proporciona.

Pois bem, temos que fortalecer muito o nosso “bumbum” para que nossos joelhos não sofram tanto com o impacto e também visando a melhora da performance uma vez que os glúteos são os grandes responsáveis pela estabilidade dos membros inferiores.

Ao entrar em uma academia e realizar a primeira avaliação física, temos que deixar claro que o objetivo disso é a prevenção e preparação para os treinos e provas de corrida. Dessa forma o profissional que realizar a avaliação pode preparar um treino voltado para essa musculatura que é primordial para um bom desempenho pessoal.

De um modo geral, os melhores exercícios que ativam esses músculos são os agachamentos (sempre respeitando uma pequena angulação, uma vez que agachamentos profundos sobrecarregam os joelhos) e exercícios com faixas elásticas.

Seguem 2 exemplos de exercícios que podemos realizar que são benéficos para essa prevenção

1- Agachamento
2- Equilíbrio

O ideal é realizar os exercícios de fortalecimento de 2 a 3 vezes por semana, de preferência em dias alternados aos treinos de corrida. Uma vez fortalecidos, diminuímos e muito as chances de dores e lesões, aproveitando muito mais aquilo mais gostamos de fazer.




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Estudos comprovam: experiência educacional facilita o desenvolvimento esportivo do atleta de alto rendimento



Pesquisas demonstram a importância da educação como fator de construção de atletas mais preparados para a carreira e para o mundo

No artigo anterior, eu discuti a relação entre a Educação Física e o desenvolvimento cognitivo (link) e os efeitos dessa relação para o desenvolvimento humano. O foco desse texto está em uma relação que deveria trazer também benefícios, mas que tem sido relegada e muitas vezes é tratada com irrelevância, que é o efeito da educação formal nos atletas de alto nível. Nesse caso, em um sentido amplo, os indivíduos que atuam no esporte de competição.

Pouca atenção e muito menos projetos existem com o objetivo da manutenção dos atletas de alto rendimento no sistema educacional, principalmente no âmbito universitário, em oposição ao sistema americano que raramente o atleta alcança o esporte profissional sem concluir o ensino superior. O sistema esportivo brasileiro, em grande medida, força os atletas no final da juventude a optar entre o estudo e a continuidade da carreira esportiva.

Em razão do ECA (Estatuto da Criança e do Adolescente) e um acompanhamento maior do Ministério Público tem se exigido que os atletas permaneçam na escola até o ensino médio. E de cara surge uma questão: apenas para cumprir tabela? Apenas para cumprir uma exigência ou há efetivamente a preocupação com a qualidade e o futuro da carreira do atleta?

Não parece ser efetivamente a qualidade ou o futuro do atleta a via primária. Normalmente, os atletas jovens contam com bolsas de estudo nos colégios privados, pelo menos essa é uma característica em São Paulo, em contrapartida eles disputam as competições escolares representando as escolas.

Em um estudo recente de Melo e colaboradores (2014) com atletas de futebol, eles detectaram que o tempo gasto com a formação no futebol pode criar dificuldade para uma vida escolar dedicada e para uma formação cultural de qualidade.

Os dados deste estudo sugerem que a formação no futebol se torna prioridade em relação à escola em função dos desejos dos atletas que buscam a profissionalização. Isto ocorre por completa ausência de diálogo entre o sistema escolar e o esportivo.

Não se objetiva que tenham uma formação após a carreira esportiva, que inclusive pode ser abreviada por lesões ou por falta de espaço para o desenvolvimento. E a compreensão de que a subida para a vida adulta no esporte de alto nível é para poucos em qualquer lugar do mundo.
Ryba e colaboradores (2016) destacam que o aumento da pressão sobre o atleta adolescente na busca do sucesso esportivo e acadêmico pode render vulnerabilidade a ansiedade, a uma sobrecarga de estresse, overtraining e abandono.

Uma outra problemática é possível de ser identificada: os clubes esportivos, usualmente, planejam suas sessões de treinamento apartadas do sistema educacional, isto é, como entendem que a prioridade são eles – os treinamentos; não é incomum serem marcados exatamente nos períodos ou na transição do período, isto é, o treino inicia no final da tarde e entra no início da noite bloqueando dois períodos do dia em que o atleta deveria e poderia cursar a escola.

No sistema universitário, as características são similares aos encontrados nos anos anteriores. Os atletas obtêm bolsas de estudo para representar as Instituições de Ensino como forma de contrapartida da divulgação do nome da Instituição ou utilizam-se da exigência que, algumas delas, têm para manter seu regime filantrópico com a concessão de bolsas enquadradas com projetos sociais.

Esse sistema é diverso do realizado nos Estados Unidos, que tem o sistema esportivo integrado à escola e, principalmente, com as Universidades. Mas, a dificuldade de acesso ao sistema esportivo profissional é exígua e, exatamente por isso, que os atletas estão integrados a universidade, pois caso não consigam adentrar no sistema profissional, eles tenham uma formação universitária que lhes dê opções.

Para se ter ideia da dificuldade, um estudo de 2012, da NCAA (National Collegiate Athletic Association) que promove o esporte universitário, apontou que apenas 1,2% dos atletas universitários do basquete masculino tornaram-se profissionais e 0,9% dos atletas femininos, encontramos para o Futebol Americano (1,7%), basebol (11,6%), Hóquei masculino (1,3%) e Futebol masculino (1,0%). É evidente a reduzida chance de ascender ao esporte de alta competição. Além disso, é um claro indicativo da necessidade de proporcionar outras alternativas, além do esporte de competição, sob pena de se colocarem em condições de vulnerabilidade (REBUSTINI, 2012).

A busca da integração do esporte, mesmo no alto nível, e a escola tem sido denominado de Dupla Carreira. Para Ryba e colaboradores (2016) nos países economicamente desenvolvidos, há um aumento da expectativa que jovens atletas possam combinar suas atividades acadêmicas com as esportivas para que sejam evitadas restrições nas oportunidades futuras de estudo e opções de vida. Visa estimular uma formação não apartada entre os sistemas educacionais e esportivo.

Para que tenhamos uma ideia da perda para o atleta e para a sociedade de não termos um sistema integrado podemos utilizar a tese de doutorado de Aquilina (2009) com atletas franceses, finlandeses e ingleses em que foi possível detectar que a experiência educacional facilitou o desenvolvimento esportivo e as habilidades desenvolvidas no contexto esportivo foram vistas como transferíveis para o mundo da educação e do trabalho.

O estudo listou uma série de benefícios dessa associação, tais como:

a) planejamento e organização das competências, trabalho em equipe;

b) habilidades interpessoais;

c) capacidade de definir metas, priorizar e monitorar realizações;

d) manutenção do compromisso;

e) desenvolvimento da proficiência e habilidades analíticas que podem facilitar a comunicação no contexto com o técnico;

f) liderança;

g) consciência de networking e negócios.

Esse cenário introduzido por Aquilina nos induz a um sistema bidirecional em que, tanto o esporte influencia o desenvolvimento de habilidades acadêmicas, como o aperfeiçoamento educacional auxilia em diversas variáveis necessárias ao desempenho do atleta de alto nível. Em um estudo qualitativo longitudinal Terragrosa e colaboradores (2015) detectaram que os atletas que tiveram a possibilidade de promover uma dupla carreira tiveram facilitadas suas transições da carreira esportiva de elite para uma carreira profissional alternativa.

Parece-nos claro o efeito mútuo da prática esportiva, seja regular e do alto rendimento, e do estudo sobre o desenvolvimento do indivíduo.

E quanto essa visão compartimentalizada e apartada de integração traz prejuízos não só ao indivíduo, mas também a sociedade ao privar o atleta de condições de caminhar com uma dupla carreira.

Esse cenário novamente expõe a ausência de uma política esportivo-educacional em todos os níveis.
*Flávio Rebustini é Doutor pela UNESP/Rio Claro. Membro do LEPESPE – Laboratório de Estudos e Pesquisas em Psicologia do Esporte/UNESP-RIO CLARO. Coordenador da Especialização em Psicologia do Esporte da Universidade Estácio de Sá. E-mail: frebustini@uol.com.br

REFERÊNCIAS

AQUILINA, D. Degrees of success: negotiating dual career paths in elite sport and university education in Finland, France and the UK. Thesis. Loughborough University, Loughborough, 2009.MELO, R. B. S.; ROCHA, H. P. A.; SILVA, A. L. C.; SOARES, A. J. G. Jornada escolar versus tempo de treinamento: a profissionalização no futebol e a formação na escola básica. Revista Brasileira de Ciências do Esporte, 2016. http://dx.doi.org/10.1016/j.rbce.2015.11.003.NATIONAL COLLEGIATE ATHLETICA ASSOCIATION. Estimated probability of competing in athletics beyond the high school interscholatisc level. 2011. Disponível: http://www.granvillerec.org/wp-content/uploads/2011/05/Probability of_Competing _ Past_High_School.pdfREBUSTINI, F. A vulnerabilidade no esporte e a exposição às novas mídias: um estudo sobre o twitter. 2012. 109 f. Tese – (doutorado) – Universidade Estadual Paulista, Instituto de Biociências de Rio Claro, 2012. Disponível em: <http://hdl.handle.net/11449/99076>.RYBA, T. V.; AUNOLA, K.; KALAJA, S.; SELANNE, H.; RONKAINEN, N.; NURMI, J. E. A new perspective on adolescent athletes’ transition into upper secondary school: A longitudinal mixed methods study protocol. Cogent Psychology, n. 3, p. 1142412, 2016.TERRAGROSA, M.; RAMIS, Y.; PALLARÉS, S.; AZÓCAR, F.; SELVA, C. Olympic athletes back to retirement: a qualitative longitudinal study. Psychology of Sport and Exercise, v. 21, p. 50-56, 2015.

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terça-feira, 4 de outubro de 2016

Treinar com supersérie não gasta mais calorias nem aumenta o EPOC



Estudo publicado em revista científica internacional coloca em xeque metodologias de treinamento focadas em supersérie

Tudo indica que essa metodologia é muito importante para alternância de estímulos e para aumentar os estímulos sobre os processos hipertróficos (isso tem que ser investigado melhor).
Mas será que realizar uma supersérie pode ser melhor que fazer uma sessão alternada por segmento no que se refere ao gasto calórico?

Alguns treinadores acreditavam nisso, diziam que a suposta intensidade percebida seria um reflexo de maior gasto calórico e por consequência poderia explicar melhor os processos de emagrecimento. Um dos objetivos do artigo que vou mostrar foi exatamente esse, comparar o gasto calórico entre as sessões de super séries x alternada por segmento e também o impacto desses métodos sobre o consumo energético pós exercício (EPOC).

Para este estudo foram recrutados 22 sujeitos que, randomicamente, foram convidados a realizar dois tipos de treinamentos. Sessão A – leg press – supino reto – extensão de joelhos – voador (peitoral) (modelo alternado por segmento). Sessão B – Leg press – extensão de joelhos – supino reto e voador (peitoral) (modelo super série). Foram aplicadas séries de 10 repetições máximas (falha) e o tempo de contração foi controlado por meio de metrônomo digital. Os sujeitos foram monitorados durante o tempo todo por meio de um analisador de gases MGC-CPXD que permite uma verificação precisa e em tempo real do gasto energético durante e após a sessão de treinamento.

Os resultados mostram que não há diferença significativa entre as sessões de treinamento no que diz respeito ao gasto calórico durante e nem após (EPOC). Isso nos mostra que não é a percepção de intensidade que muda o gasto energético. Se não houver um aumento do trabalho, que é representado por mais séries, repetições e carga levantada, não teremos maior gasto energético e por consequência, no que diz respeito ao emagrecimento realizar superséries não irá aumentar ou acelerar o processo.

Em resumo podemos afirmar com base nesses resultados que o importante para aumentar o gasto calórico é o volume de treinamento e a intensidade real (carga x séries x repetições x N de exercícios) e não a percepção subjetiva de esforço. Parecer desgastante não, necessariamente, gasta mais calorias. Mas…

Clique aqui e leia o artigo na íntegra e reveja seus conceitos sobre treinamento esportivo:
(O Prof. André Lopes é Ph.D em Ciências do Movimento Humano pela UFGRS e expert do Portal da Educação Física).

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segunda-feira, 3 de outubro de 2016

8 dicas para quem tem problemas respiratórios



Em dias frios, a umidade do ar tende a baixar, colaborando para o surgimento dos problemas respiratórios. Saiba como evitá-los!

Apesar da prática de exercícios físicos ajudar a fortalecer a musculatura respiratória, atletas que sofrem com asma, bronquite, rinite e sinusite, por exemplo, devem ter um cuidado redobrado nos dias frios. O tempo seco – comum nesta época de baixas temperaturas – causa o ressecamento das narinas, favorecendo o aparecimento de diversos problemas respiratórios.

Além de ficarem mais vulneráveis no inverno, pessoas com histórico de doenças pulmonares tendem a sentir um impacto maior na performance. A respiração se torna mais difícil, o fôlego diminui e o organismo fica mais suscetível a contrair alergias respiratórias e doenças inflamatórias das vias aéreas.

De acordo com o infectologista da Rede de Hospitais São Camilo de São Paulo, Jean Gorinchteyn, é preciso tomar alguns cuidados para evitar esses desconfortos e ainda conseguir render bem nos treinos sem prejudicar a saúde. Confira:

1. Hidratação: É comum no inverno as pessoas beberem menos água, já que a percepção de sede tende a ser menor. Contudo, mesmo no frio, é preciso tomar pelo menos 2 litros por dia. A água ajuda a hidratar os tecidos das narinas e aliviar os problemas causados pelo ar seco.

2. Umidade do ar: Se não tiver um umidificador, uma boa dica é colocar uma bacia com água no quarto, principalmente se ela tiver o costume de dormir com o ar-condicionado ligado

3. Lavagem do nariz: para manter a narina limpa e hidratada, lave constantemente o nariz com soro fisiológico

4. Ventilação: Ambientes fechados aumentam a proliferação de doenças, portanto é bom evitar lugares com pouca circulação de ar e muito aglomerados. Se possível, procure sempre abrir a janelas

5. Mãos limpas: Carregue sempre um tubo de álcool em gel para limpar as mãos, principalmente após sair de transportes públicos ou lugares de grande movimento

6. Sintomas: Durante os treinos, preste atenção a sintomas como dores no peito, falta de ar e fraqueza. Se sentir algum deles, pare imediatamente o exercício, principalmente se tiver asma. Segundo o especialista, um terço das pessoas com asma corre o risco de ataque fatal, pois pode sobrecarregar o coração.

7. Horário: Prefira treinar no início da manhã e, de preferência, em lugares abertos, como parques. Se for fazer um treinamento na rua, evite vias muito congestionadas por causa da alta concentração de poluentes.

8. Atividades aquáticas: Esportes na água, como natação, são excelentes para quem tem problemas respiratórios. Além da elevada umidade do ar no ambiente, a modalidade trabalha a respiração como um todo, aumenta o fluxo de ar e ainda ajuda a expandir a caixa torácica.

(Fonte: Jean Gorinchteyn, infectologista da Rede de Hospitais São Camilo de São Paulo).
Matéria publicada no site do Ativo.com

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Saiba como o peso do tênis muda sua velocidade na corrida



Estudo americano mostra o real efeito do peso do tênis na performance do corredor

Estudos da década de 80 mostraram que, para cada 100 gramas por tênis, o atleta gasta cerca de 1% a mais de energia. Constatou-se também que a economia de energia é proporcional a desempenho do corredor, ou seja, que cada 1% de perda energia é equivalente a correr 1% mais lento. Essa teoria, contudo, foi muito pouco testada na prática desde então, o que despertou o interesse de um grupo de pesquisadores da Universidade de Colorado, nos Estados Unidos.

Publicado recentemente na Medicine & Science in Sports & Exercise, o novo estudo utilizou calçados Nike Zoom Streak 5 que pesam cerca de 200 gramas, dependendo da numeração. Em alguns pares, foram colocadas gotas de chumbo na palmilha para adicionar 100 gramas, enquanto que, em outros, as esferas foram costuradas também na lateral para acrescentar 300 gramas.

Pesquisas anteriores constataram que as pessoas percebem o peso de um sapato ao segurá-los na mão, mas não quando estão calçadas. Assim, para não influenciar os participantes, os autores da pesquisa calçaram eles mesmos os tênis nos corredores.

Cada um dos 18 atletas realizou uma série de testes em esteira para avaliar a economia de energia e, em seguida, uma segunda bateria de testes de tiros de 3 mil metros em dias separados. Sem o conhecimento deles, os corredores usaram tênis com diferentes gramaturas em cada etapa.

Conclusão
Como era esperado, os resultados mostraram que a economia de energia foi prejudicada em 1,11% para cada 100 gramas adicionadas ao tênis. O tempo gasto para completar os 3 mil metros, contudo, aumentou 0,78% para cada 100 gramas, contrapondo a teoria de que mudanças na economia de energia são proporcionais às alterações no desempenho.

Uma das justificativas para esta diferença seria, segundo os autores, o ritmo de corrida. Nos primeiros testes, o ritmo médio foi de 7:40 por milha (1,6 km), enquanto que nos testes de 3 mil metros a velocidade média foi de 5:36. Portanto, a teoria dos pesquisadores é de que os efeitos do peso do tênis depende da velocidade que o atleta está correndo.

Matéria publicada pelo Ativo.com

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Técnicas de recuperação para melhor seu rendimento



Especialista cita formas de recuperação muscular para melhor o seu desempenho

Você sabe por que as técnicas de recuperação são importantes? Durante uma corrida a ação muscular consome energia e elementos que mantêm nosso sistema funcionando, como o oxigênio, vitaminas, sais minerais, entre outros.

Se a reserva desses suprimentos não for suficiente para o exercício, os músculos podem ser prejudicados. É o que acontece quando realizamos um treino mais longo, mais rápido, com mais elevação, terreno diferente, temperatura e umidade extremas — ou qualquer outra diferença em relação ao que estamos acostumados.

Em alguns casos, as reservas até estão em quantidade boa, mas a captação delas pelo músculo não consegue acompanhar seu consumo.

Ao final de um treino desses é comum sentir o corpo mais pesado, a musculatura cansada e até dolorida, principalmente no dia seguinte. Para evitar isso, é preciso treinar não apenas a resistência e a força muscular, mas também os mecanismos de abastecimento, disposição e absorção dos suprimentos de que o músculo precisa durante sua atividade.

Mas considerando que para melhorar tudo isso precisamos submeter o corpo a estímulos maiores, devemos conhecer algumas técnicas de recuperação para facilitar nossa recuperação muscular.

- Alimentação: é fundamental a reposição dos suprimentos o quanto antes, além da reposição hídrica. Nesse caso, sugiro consultar o nutricionista. Atletas de elite costumam fazer exames específicos para saber a quantidade dos elementos que cada um perde, para então realizar a suplementação personalizada.

- Manter a musculatura aquecida: é uma das principais técnicas de recuperação. O frio aumenta a contração e dificulta sua recuperação, portanto, é preferível sentir calor do que frio.

- Repouso: planeje o que vai fazer após o treino mais exigente, evitando programas que exijam longas caminhadas ou muito tempo em pé.

- Alongamento: apenas com pouca tensão e sem movimentos bruscos, enquanto ainda está aquecido. Se sentir que é melhor não alongar, não alongue!

- Treino regenerativo: geralmente no dia seguinte, com caminhada, trote leve ou mesmo alternando ambos (sugiro consultar seu treinador para uma orientação personalizada).

- Massagens: pode inclusive ser uma automassagem, a fim de auxiliar na circulação e melhorar a nutrição dos músculos e nervos.

- Crioimersão: mergulhar os membros inferiores (até a cintura) em água bem gelada logo após o treino. A intenção é acelerar a absorção da inflamação pelo corpo, acentuando a função dos vasos sanguíneos e melhorando a circulação após alguns minutos. É rápido, sofrido, mas poderoso!

- Musculação: estudos mostram que a atividade física produz e libera substâncias que aceleram processos de reparação muscular. Portanto, pode-se realizar um treino de força para os membros superiores enquanto descansa os inferiores.

- Hidroginástica: a pressão da água, associada a movimentos leves, facilita a circulação, bem como a absorção dos metabólitos residuais gerados no exercício mais intenso. O ideal é fazer logo após o treino.

A intensidade de cada das técnicas de recuperação varia de acordo com o nível de treinamento e experiência de cada pessoa, inclusive no tempo de repouso. Obviamente existem aquelas que são geneticamente mais favorecidas e parecem nunca precisar de nenhum desses recursos.

Mas para nós, mortais, é válido experimentar alguns deles para potencializar a recuperação e melhorar o desempenho, sem dores ou lesões indesejadas.
Matéria publicada pelo Ativo.com

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