quinta-feira, 4 de agosto de 2016

Corra contra o câncer de mama



Estudo comprovou que pacientes com câncer de mama que corriam ou caminhavam tiveram taxa de mortalidade 23,9% menor

Já escutamos muito essa frase, né? Mas dessa vez não é apenas para arrecadar dinheiro para auxiliar nas pesquisas: agora, os trabalhos confirmaram que correr realmente muda tudo. Hoje em dia, com os avanços na medicina diagnóstica, ficou muito mais rápido e fácil o diagnóstico precoce de diversos tipos de câncer, e o câncer de mama é um dos principais.

Sabemos também que, além da questão genética, diversos são os fatores que influenciam no surgimento de tal câncer: estilo de vida, uso de algumas drogas, tabagismo, entre diversos outros fatores comportamentais.

O esporte cada dia mais vem se mostrando fator importante na prevenção e até mesmo tratamento de diversas doenças. Recentemente, foi publicado no International Journal of Cancer um estudo que comprovou que pacientes diagnosticadas com câncer de mama e que se exercitavam mesmo após o diagnóstico, fazendo corrida ou caminhada, tiveram taxa de mortalidade 23,9% menor em relação às pacientes sedentárias.

E o estudo foi mais além. Comprovou que dentre as pacientes que praticavam corrida ou caminhada, aquelas que corriam tinham 40% menos de chances de morte após o diagnóstico de câncer de mama do que aquelas que apenas caminhavam. E dentre as que corriam, as chances de morte diminuíam ainda mais quanto mais kms fossem percorridos por semana.

Resumindo, para as pacientes com diagnóstico de câncer de mama, quanto mais kms corridos, maior a chance de sobrevida.

Aqui está mais um motivo para você ou alguma amiga querida com diagnóstico de câncer começar a praticar atividade física e, melhor ainda, começar a correr.

Devemos mencionar ainda que a corrida irá te proporcionar tempo para pensar e refletir. Além disso, a comunidade da corrida irá te acolher e fazer que os problemas fiquem mais leves e fáceis de lidar.

Matéria publicada no site do Ativo.com

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quarta-feira, 3 de agosto de 2016

Os segredos para o ensino do vôlei nas escolas



Você que é especializado em voleibol sabe tudo sobre o esporte e aplica as técnicas corretas do vôlei nas escolas?

No meio esportivo geralmente acompanhamos equipes e grandes seleções, gostamos de vê-las jogar, comentamos sobre a técnica e tática apurada, sobre a habilidade ou mesmo sobre o conjunto existente, também nos interessamos por notícias referentes a seus atletas. Porém, muitas vezes não nos atentamos com a trajetória que tais equipes percorreram antes de ganhar destaque regional, nacional ou mundial em determinada modalidade.

Vamos tratar neste texto especificamente do voleibol brasileiro, hoje considerado o melhor voleibol do mundo, detentor de vários títulos tanto na quadra quanto na areia, tanto nas categorias adultas masculina e feminina quanto nas categorias de base. E por falar em base, esta muitas vezes passa desapercebida pelo público em geral, que conhece ou acompanha apenas as seleções adultas.

O crescimento do voleibol no Brasil se deu a partir da chamada geração de prata, que conquistou a medalha de prata nas Olimpíadas de Los Angeles em 1984. De lá para cá o voleibol foi sendo praticado cada vez mais, ganhando mais adeptos e fãs, sua gestão foi melhorada e outras ações foram adotadas a fim de contribuir para seu desenvolvimento, até chegar no patamar vitorioso a nível mundial que o voleibol brasileiro se encontra hoje. Porém, a história vencedora deste esporte é assunto para um outro momento. O que quero ressaltar aqui é a importância do trabalho feito na base, na formação dos jogadores e na excelência do trabalho desenvolvido, tornando o Brasil um grande seleiro de atletas, fomentando assim as seleções adultas e as equipes do Brasil e do mundo todo. Este trabalho de formação exige continuidade, pois senão a seleção estaria fadada a ter uma geração vencedora durante um certo período de tempo e sem a renovação necessária não conseguiria se manter no topo por muito tempo. Vemos casos de seleções que foram vitoriosas um dia e que hoje lutam para retomar o destaque alcançado um dia, como os casos de Peru no feminino e Itália no masculino.

O voleibol é um esporte complexo, composto da junção de várias habilidades básicas como saltar, correr, volear, rolar, dentre outras, exige coordenação, tempo de reação, visão periférica e também requer atenção, formando assim as habilidades específica da modalidade como a cortada, o bloqueio, o toque, o saque e a manchete, sem falar nos estilos de defesa mais complexos como o famoso “peixinho” do voleibol.

Devido a esta complexidade é indicado que antes da especialização na modalidade voleibol a criança possa vivenciar todas as habilidades básicas possíveis, para desta forma compor sua bagagem motora, proporcionando maior facilidade para mobilizar estas habilidades para vencer situações problemas geradas durante a aprendizagem da modalidade esportiva, neste caso o voleibol.

A especialização esportiva precoce dificilmente é indicada e a criança só vai progredir dentro da modalidade se realmente tiver gosto por tal, frequentemente vemos casos de atletas que chegam a se profissionalizar em determinada modalidade, porem iniciaram sua vida esportiva com outra. Quantos casos temos de crianças que se iniciaram esportivamente no basquete, que passou pelo futebol, handebol, natação e acabou no voleibol, ou em outra modalidade.

O que quero ressaltar aqui é a importância da completa formação da criança, a princípio visando seu bem-estar físico, ou oferecer uma atividade física para tirá-las da ociosidade e possivelmente das ruas, para depois disso sim poder visar a formação como atleta de competição. Desta forma, mesmo que a criança não venha a ser um atleta profissional no futuro a contribuição para a qualidade motora e consequente contribuição para a qualidade de vida foi dada, fazendo com que a criança tome gosto pela atividade física, impedindo assim que ela se torne um adulto sedentário.

(Fonte: Dênis Pereira é mestre em gestão do esporte, consultor da CBV – Confederação Brasileira de Vôlei, gestor de projetos sociais esportivos e expert do Portal da Educação Física).

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Dor na Sola dos Pés? Aprenda como tratar



Profissional ensina como tratar um dos tipos mais famosos de lesão na sola dos pés

Na volta das férias de julho você inicia sua corrida e aí aparece uma dor aguda nas solas dos pés, parecendo uma pontada. Quase um mês parado, sem correr, como e o que será que aconteceu?

Com o despreparo muscular, a sobrecarga aplicada nos nossos músculos e articulações durante as atividades esportivas são bem maiores. Com isso, muitas regiões do nosso corpo podem sofrer algumas consequências, entre elas a fascia plantar, responsável em sustentar os ossos dos pés e suportar o peso do nosso corpo.
Fasceíte Plantar     ———–>    Fasceite

A fasceíte plantar nada mais é do que a inflamação dessa fascia, causando dor, tensão e limitação nas atividades diárias e esportivas. O primeiro passo que devemos tomar, é diminuir ou parar com as atividades e procurar tratamento.

Na fisioterapia, o principal objetivo deve ser relaxar essa fascia com massagens profundas (liberação miofascial), mobilizar as articulações do pé para torná-las mais móveis, assim proporcionando um relaxamento dessa fascia, e por último, e fundamental, devemos realizar um trabalho de fortalecimento da musculatura de dentro dos pés (intrínsecos) para melhorar a estabilidade e reduzir a sobrecarga da fascia. Fortalecer músculos dos glúteos, coxa e perna também são fundamentais para o sucesso do tratamento.

Quando iniciamos cedo com o tratamento, o tempo de recuperação gira em torno de 4 semanas. Porém, em casos crônicos que a dor persiste por meses, podemos levar de 6 a 12 semanas de tratamento.

Conseguimos prevenir esse problema mantendo um bom trabalho de fortalecimento muscular dos membros inferiores. Lembrem-se sempre que, para correr, devemos estar preparados e não podemos correr para nos preparar.

A corrida, por mais simples que pareça, gera muito desgaste nas nossas articulações, ou seja, se não fortalecer, não devemos correr!!

(Fonte: André Nogueira – Formado em fisioterapia pela Universidade São Camilo, especializado em reabilitação e traumatologia e em preparação de atletas, pela Santa Casa de Misericórdia. Já atuou como fisioterapeuta de esportistas de futsal, futebol e outros esportes. Também é sócio fundador da ClubFisio – fundada em 2011, a clínica de fisioterapia atua nas áreas de ortopedia, esportes, traumatologia, atm e pilates. Com amplo espaço e fácil acesso, a empresa está localizada em uma das principais avenidas da cidade de São Paulo – Avenida Faria Lima, e conta com profissionais altamente qualificados. Além disso, a Club Físio realiza atendimento personalizado ao público da terceira idade, atletas profissionais e amadores e atendimento domiciliar).

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Tornozelo: um dos pontos fracos do corredor



Existem exercícios que possam ser feitos em casa para fortalecer o tornozelo e não sofrer com lesões

O fortalecimento dos membros inferiores é extremamente importante na corrida. E quando falamos desse tipo de exercício, às vezes esquecemos o quanto o tornozelo precisa de atenção. Lembre-se:
tornozelos fracos acarretam lesões. “Falando especificamente dos tornozelos, lembramos que eles são articulações pequenas que absorvem impactos equivalentes a 2 ou 3 vezes o peso corporal a cada passada durante a prática da corrida de longa distância. Na corrida de velocidade, esses valores são ainda maiores”, explica o ortopedista André Donato.

Tendinites, entorses e fraturas por estresse são algumas lesões que podem surgir a partir da fraqueza dos tornozelos. Mas é possível evitar esse tipo de lesão com a prática de alguns exercícios. “A prevenção para lesões desse tipo, também chamadas de lesões por overuse, é feita por meio de exercícios de fortalecimento, treinos para o aprendizado, aprimoramento ou correção da técnica de corrida, uso de material esportivo adequado às exigências de cada corredor, cronograma de treinos que respeitem períodos de repouso e que ajudem a restaurar a musculatura, além de alimentação adequada e sono de qualidade”, esclarece o médico.

Para os corredores, é possível dividir os exercícios em dois grupos e esclarecer a importância do fortalecimento. “Para aqueles que pretendem iniciar a prática da corrida de maneira regular, sugiro realizar uma avaliação cardiovascular (principalmente ao que possuem 40 anos ou mais) e uma avaliação ortopédica”, explica André. Os mais experientes não precisam se preocupar tanto – mas é necessário uma atenção para não sofrer com lesões. “Nesse grupo, a avaliação ortopédica só se faz necessária quando percebidos sintomas quem prejudiquem o treinamento e a performance”, conta o médico.

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Com indicação do ortopedista, existem alguns exercícios que possam ser feitos em casa. Confira:
Fortalecimento do Tibial Anterior: levantar o pé em direção à perna contra a resistência do elástico
Fortalecimento do Tibial Anterior
Fortalecimento do Tibial Posterior: levar o pé para dentro e para baixo contra a resistência do elástico
Fortalecimento do Tibial Posterior
Fortalecimentos dos Fibulares: levar o pé para fora contra a resistência do elástico
Fortalecimentos dos Fibulares
(Fonte: Dr. André Donato Baptista, formado pela Faculdade de Medicina da Universidade de São Paulo)

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terça-feira, 2 de agosto de 2016

10 dicas para a sua recuperação pós-treino



A recuperação pós-treino é tão importante quanto a sua dedicação durante a corrida

Correr, correr e correr! Só evolui quem treina muito, certo? Em parte. Além da dedicação no asfalto, outro fator importante para conquistar melhores resultados começa quando a corrida termina. Se na hora do exercício você leva o seu corpo ao limite, quando ele acaba é hora de deixar o organismo assimilar todo aquele esforço. E isso só é possível com uma boa recuperação pós-treino, que vai muito além de se jogar no sofá de pernas para o ar!

1 – Durma mais
Segundo a American College of Sports, o sono foi classificado como um dos melhores aliados da recuperação física. Durante o período de repouso indicado (em média oito horas por noite), o organismo tem um pico de produção do GH (hormônio do crescimento), que estimula o crescimento e a recuperação muscular. Já a falta dele pode ter efeitos devastadores no seu rendimento. Quando a produção desse hormônio diminui, o corpo tem dificuldade em reparar toda a estrutura física, culminando em possíveis dores e até lesão. Além, é claro, dos problemas de se treinar após noites mal dormidas, como frequência cardíaca elevada, cansaço e falta de atenção.

2 – Prato feito
Após a atividade física, a musculatura sofre “quebras” e só é reestruturada por meio da alimentação. Para o corredor, dietas que restringem algum nutriente não são a melhor opção, já que cada um deles tem uma função principal na recuperação do organismo. Os carboidratos, por exemplo, servem como reservatório energético – e sua falta pode causar fraqueza e baixo rendimento. Já as proteínas se destacam na formação dos tecidos, ajudando a reparar os músculos depois da atividade. Por fim, as gorduras fornecem energia para as células, além de serem importantes para a produção de hormônios que, quando em equilíbrio, ajudam o organismo a se recuperar com maior eficácia.

3 – Hidratação
O corpo humano é formado, em grande parte, por água. Ao nos exercitarmos, o organismo estimula o suor, que visa manter a temperatura interna equilibrada. Porém, se não houver uma reposição adequada de líquidos, o corredor tem sua recuperação prejudicada, principalmente por conta da redução do volume sanguíneo causada pela desidratação, que faz o coração trabalhar mais para atender as necessidades do organismo. Além disso, junto com o suor perdemos também sais minerais e potássio, o que pode culminar em menor força muscular e maior risco de cãibras. Para corridas mais curtas (até 60 min) só a água resolve. Nas mais longas, contar com isotônicos ou até mesmo água de coco, ricos em potássio e sais minerais, pode ser uma boa opção.

4 – Massagem pós-atividade
Massagear as áreas que mais sofrem após o exercício pode ser uma boa opção para acelerar o processo de recuperação. Segundo estudos publicados no Journal of Athletic Training e no British Journal of Sports Medicine a técnica é capaz de melhorar a circulação sanguínea e de produzir sinais químicos que diminuem a inflamação local, causada pelas lesões nas fibras musculares. Segundo as pesquisas, isso pode diminuir aquelas temidas dores musculares que surgem após treinos mais intensos. Mesmo a automassagem pode ser eficaz. Para colocá-la em prática, utilize algum creme ou óleo e massageie levemente o local com movimentos circulares (para ambas as direções).

5 – Banho de gelo
“Mergulhar” em uma banheira de água gelada após a atividade é uma técnica muito usada por atletas profissionais. Quando realizada por até 15 minutos, a crioterapia proporciona benefícios analgésicos para as áreas mais prejudicadas da musculatura. “Esse resfriamento no corpo vai ajudar a prevenir micro lesões musculares, diminuir o sangramento intramuscular e, consequentemente, diminuir e prevenir dores musculares pós-atividade física”, destaca o fisioterapeuta Evaldo D. Bosio Filho. Mas entrar em uma banheira não é a única forma de colocar a técnica em prática. Aplicar bolsas de gelo nos lugares mais doloridos já apresenta bons resultados.

6 – Choque muscular
A eletroestimulação gera contrações musculares involuntárias de baixa intensidade, oferecendo recuperação e relaxamento dos músculos. De acordo com estudo publicado pela Journal of Strength and Condition Research, a estimulação elétrica ajuda a melhorar o fluxo sanguíneo para os músculos, reduzindo a inflamação e diminuindo os níveis de lactato no sangue. Muitas clínicas de fisioterapia oferecem esse serviço e em apenas algumas sessões já podem ser observados resultados satisfatórios.

7 – Caminhar não é crime
Acrescentar uma caminhada leve na sua rotina de treinos pode te fazer correr melhor. Esse exercício de baixa intensidade ajuda na oxigenação dos músculos e restaura as reservas de glicogênio – importante para a recuperação muscular. “Após um treino de corrida, o atleta pode continuar caminhando por mais 10 minutos, isso vai ajudar a drenar o ácido lático dos músculos”, indica o fisioterapeuta.

8 – Vai um cafezinho?
Um estudo da American Physiological Society aponta que o café é um ótimo aliado da recuperação muscular. Segunda a pesquisa, ingerir a bebida junto com carboidratos depois da corrida aumenta em 66% o nível de glicogênio na musculatura. Outro estudo feito por pesquisadores espanhóis salienta que tomar café antes de uma prova também pode ajudar na recuperação, pois isso induziria a maior liberação de substâncias anti-inflamatórias. Apenas cuidado com exageros: cafeína em excesso pode atrapalhar o sono.

9 – Diversifique
Aposte em modalidades como natação e ciclismo, que mantêm o seu corpo ativo sem prejudicar os músculos e tendões mais usados na corrida. E como a ideia é melhorar a recuperação, prefira realizá-los em intensidade e duração mais baixas. “Esses exercícios podem servir como uma espécie de recuperação ativa (aceleram a oxigenação dos músculos e ajudam a retirar substâncias que inibem a contração muscular). Mas ficar parado no sofá também é muito útil e não é crime”, acrescenta Camilo Geraldi, treinador da Studio Saúde, MG.

10 – Tire um dia de folga
O estresse libera um hormônio considerado vilão da recuperação: o cortisol. Quando ele está alto, há maior probabilidade de perda muscular e dificuldade na reestruturação física. Para combatê-lo, experimente manter a cabeça longe da corrida com maior frequência e procure fazer coisas que te dão prazer, como pegar um cineminha ou sair para jantar.





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Saúde: como funciona seu relógio biológico?



Podemos tirar o melhor proveito daquele horário em que temos mais energia e disposição ou adaptar nosso relógio biológico.

É comum ouvir dos corredores comentários sobre os períodos do dia em que estão mais ou menos motivados para o exercício físico. Alguns preferem correr à noite; outros rendem mais nas primeiras horas do dia. Trata-se de uma preferência individual, mas não é só isso. O funcionamento do nosso organismo e até a genética interferem nesse cenário. É o relógio biológico em ação.

Cada um tem um relógio biológico diferente. Para conhecer o seu, basta ouvir o próprio corpo. Segundo a cronobiologia, ciência que estuda o relógio biológico, podemos adaptar o ritmo do nosso organismo por meio de hábitos e rotina, mas também é possível tirar o melhor proveito daquele horário em que sabemos que temos mais energia e disposição, especialmente na hora de treinar.
Veja por que entender a cronobiologia pode te ajudar a adequar seus treinos a horários em que seu corpo vai render mais.

Ritmos do relógio biológico
Seu cronotipo é determinado em parte pela genética: simplesmente nascemos com uma predisposição para ser mais matinal ou noturno. Por isso, varia de indivíduo para indivíduo. Entretanto, há outros fatores que contribuem para determinar esse cronotipo, como: estilo de vida, atitude e idade. Cada um tem uma rotina: trabalho, escola, filhos, projetos, treinos, compromissos sociais atrelados a fatores temporais (luz, calor e outros).

Tudo isso influencia no funcionamento do organismo e das ações e reações que acontecem dentro do nosso corpo: força, resistência, velocidade e energia, coordenação e tempo de reação. Até o cérebro pode ter variação de níveis de concentração, motivação, foco, resistência à dor e também força mental em determinados horários.

O meio mais fácil de determinar o seu cronotipo é pelo seu padrão de sono. Você se sente melhor de manhã ou à noite? Pessoas que acordam cedo e estão motivadas logo de manhã são do cronotipo matutino; as que dormem até tarde e ficam dispostas somente depois do almoço (com o máximo de eficiência no final da tarde) são classificadas como do cronotipo vespertino. Há também pessoas mistas, que ora apresentam predominância matutina ora vespertina, e também aqueles que conseguem se ajustar com facilidade aos horários impostos. Cada um de nós tem um ritmo.

Para saber qual o ritmo do seu relógio biológico, faça testes. Quando praticar exercícios em horários diferentes, perceba quão duro são os exercícios em cada período. Se parecer mais fácil de manhã, provavelmente é o horário em que você está mais disposto e seu relógio biológico está a todo vapor. Se na parte da tarde ou da noite você “voa” no asfalto, talvez você seja um “corredor corujão”.
Veja como a  escala Borg  pode te ajudar.

Adaptando os treinos ao seu relógio biológico
Qual é então o  melhor horário  para treinar? Nosso corpo funciona como um relógio, certo? Então, quando há uma mudança de rotina, o corpo demora entre 15 e 20 dias para se adaptar aos novos hábitos. Essa adaptação acontece por meio de reações químicas e hormonais. O resultado desse processo é maior sensação de sono, possível alteração de humor, desconforto gástrico, queda de desempenho e desatenção.

Se você treina à noite e vai fazer uma prova de corrida de rua em que a largada é bem cedo, por exemplo, o conselho é: não desanime nos primeiros dias de preparação e dê tempo para que seu corpo se adapte à nova rotina. O mesmo conselho serve caso você vá começar uma atividade física em um horário diferente.




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Como incluir cadeirantes na academia?



Professor dá exemplos de como você pode trabalhar com alunos que precisam de maior assistência e acessibilidade durante os treinos.

Nesse texto iremos abordar um assunto muito interessante mas ainda pouco explorado: o trabalho de inclusão com os alunos cadeirantes realizado por academias, clubes, estúdios de treinamentos, entre outras áreas, onde atuam profissionais da educação física. Tanto os exercícios, quanto os aparelhos, poderão ser os mesmos de um treinamento normal. De acordo com a necessidade, alguns tendo pequenas ou grandes adaptações para o aluno cadeirante, ou seja, tudo vai depender do grau da lesão medular desse aluno. O mais importante para que tudo aconteça da melhor maneira é o local das atividades ter espaço o suficiente para a locomoção da cadeira e que não prejudique o fluxo natural do ambiente. Evitar desconfortos na sala de exercícios é primordial.

Os aparelhos mais recomendados são os de polias, pois nesses o professor vai conseguir ajustar a polia de acordo com a altura do aluno. Pesos livres como halteres, anilhas, barras e outros, elásticos para realizar trabalhos funcionais e hand bike ergométrica entram como atividade cíclica. O profissional de educação física tem três ótimos caminhos para poder periodizar o treino de um aluno cadeirante dentro da sala de treinamento que são: musculação, treino funcional e atividades cíclicas.

Os principais benefícios e objetivos que Professor deve ter consciência na hora de programar os treinos são de enfatizar os fatores limitantes do movimento e o fortalecimento dos músculos estabilizadores do tronco, esses são os focos principais no inicio do treino do cadeirante. O treino de força nos braços é primordial para ser aplicado nos alunos também, pois ele vai ajudar a manter ou melhorar a capacidade funcional nas tarefas diárias fora da academia. Antes dessa periodização nos treinos, devemos fazer uma avaliação física diferenciada na qual iremos identificar os fatores limitantes de movimentos, primeiramente fatores individuais como mobilidade, força, equilíbrio e resistência, e em seguida o fator das tarefas diárias onde verificamos se existem dificuldades do aluno em conduzir a cadeira de rodas, de desviar dos obstáculos e de fazer a transferência, por exemplo, da cama para a cadeira. Algo importante também nessa avaliação é perguntar ao aluno qual tarefa ele gostaria de executar com mais facilidade no dia a dia, como amarrar os sapatos, pegar objetos do chão, a melhora da execução de um gesto esportivo de alguma modalidade que ele faça fora da academia, entre outras.

Complicações que a lesão medular traz aos cadeirantes e que os professores devem ficar atentos: infecções respiratórias se devem por conta da redução ventilatória dos pulmões e isso ocorre por causa da falta da funcionalidade da musculatura respiratória e abdominal, fazendo com que a inspiração saia incompleta. As atividades cíclicas melhoram essa capacidade respiratória, a regulação térmica é uma complicação também nos cadeirantes, pois tem uma maior facilidade de entrar no estado de hipotermia ou hipertermia, para prevenir essa irregularidade térmica devemos evitar ambientes muito quentes e muito frios. O retorno venoso de sangue ao coração é uma complicação grave, ele ocorre devido à ausência da contração muscular voluntaria abaixo do nível da lesão medular. Devemos recomendar que no momento de repouso ele deixa as suas pernas em posição elevada. A espasticidade é decorrente da perda parcial ou completa do controle do cérebro sobre a medula, nessa situação o tônus muscular fica elevado então em movimentos repentinos, mudanças de posições e estímulos externos, que podem provocar espasmos musculares de grandes ou pequenas proporções. Quedas bruscas da pressão arterial no começo acontecem com uma maior frequência devido aos movimentos rápidos, como da posição sentada para em pé, ou deitado para sentado.

Recomendações finais para os Profissionais de Educação Física: temos que orientar nossos alunos a esvaziarem a bexiga antes de praticarem as atividades físicas, pois dependendo da lesão medular eles podem perder o controle voluntário. Podemos orientar também que o aluno ingira mais fontes de vitaminas A e B6, manter uma alimentação saudável (indicar que procure um profissional da área), ingerir de 2 a 3 litros de água diariamente.

Essas recomendações auxiliam a manter a saúde da pele, prevenindo com que o cadeirante desenvolva escaras. Utilizar roupas leves, quando o aluno estiver na cadeira a cada 15 minutos procurar fazer elevações, ficar alterando sua posição na cadeira regularmente. Se for oferecer ajuda, pergunte antes se ele quer e evite ficar insistindo, caso o cadeirante for querer um auxílio deixe que ele diga como vai proceder essa ajuda. Após a liberação da fisioterapia cabe a nós Professores dar continuação nesse trabalho, fazer com que haja progressão a cada dia de treino para haver uma manutenção ou melhorar a qualidade de vida e autonomia de movimentos dos cadeirantes, integrando-o à sociedade.

(Fonte: Thiago Adorno é profissional de educação física e Expert do Portal).





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