quinta-feira, 7 de abril de 2016

Exercício físico reduz necessidade de ação da insulina



Prática de exercício físico melhora a sensibilidade à insulina, a glicemia de jejum e podem diminuir níveis de hemoglobina glicada.

Os benefícios do exercício físico para o diabetes tipo 2 são conhecidos e divulgados em todo o mundo. A American Heart Association classifica, em nível máximo de evidência, que a prática regular de exercícios físicos melhora a sensibilidade à insulina, a glicemia de jejum e é capaz de diminuir os níveis de hemoglobina glicada (HbA1c). Além disso, diversos estudos ainda relacionam a prática dos exercícios físicos com a melhora da composição corporal e diminuição dos fatores de risco cardiovasculares nos pacientes com resistência à insulina.

Primeiro precisamos entender como o exercício físico é capaz de melhorar a sensibilidade à insulina. Um artigo de revisão do International Journal of Endocrinology publicado em 2013 mostra que a contração muscular desempenhada no exercício é capaz de translocar os receptores GLUT-4 sem a necessidade da ação da insulina. De fato, uma das ações fundamentais da insulina é a manutenção da euglicemia no nosso sangue, ou seja, efetuar o transporte da glicose sanguínea para o interior das células do nosso corpo quando necessário.

Para isso, a insulina possui um receptor específico de membrana celular que “ativa” os transportadores de glicose (GLUT-4), fazendo o transporte das moléculas de glicose da corrente sanguínea para o meio intracelular. Outro mecanismo também estudado, apenas em camundongos, é a relação do exercício físico com a diminuição do clearance de insulina, o que poderia favorecer a sensibilidade celular e a diminuição da secreção pancreática de insulina, como mostra interessante e recente estudo de Costa-Junior J. (PLOS One, 2015).

Indivíduos diabéticos ou com síndrome metabólica (sobrepeso, resistência à insulina, e hipertensão arterial) podem ter um enorme benefício quando praticam exercícios físicos. Esses indivíduos passam a secretar menos insulina até 72h após uma sessão de treinamento, devido à translocação de GLUT-4 causada pela contração muscular. Outro detalhe importante é que quanto maior for a intensidade do exercício maiores são os benefícios, como mostram os estudos de Stephen R. (Mauritas, 2012) e Little J. (J Appl Physiol, 2011). É o que também afirma a diretriz de 2014 da Sociedade Brasileira de Diabetes, que já coloca o treino de alta intensidade intervalado, do inglês HIIT (High Intensity Interval Training), como recomendação para melhora de pacientes diabéticos. Além disso, o HIIT parece ainda facilitar uma maior biogênese mitocondrial, o que favorece o maior consumo de glicose pelas células e a maior capacidade oxidativa celular.

Uma outra novidade além do o HIIT é a recente recomendação do treinamento de força e resistência para o tratamento do diabetes 2. Um enorme estudo controlado e randomizado de SoJung L. (American Diabetes Association, 2012) mostrou que a musculação foi mais efetiva do que o exercício aeróbico na melhora da resistência à insulina e na diminuição da gordura visceral.

Outra novidade é a relação entre o aumento de até 18% na densidade capilar muscular, levando à melhora da resistência à insulina como demonstra o estudo recente de Prior S. (American Diabetes Association, 2015). Esse estudo levanta a hipótese de que, além da translocação independente de insulina do GLUT-4, exista um segundo mecanismo relacionando uma melhor resposta à sensibilidade à insulina com a melhora da densidade dos capilares musculares.

Não existem dúvidas de que a prática regular de exercícios físicos é uma das chaves principais para a prevenção e para o tratamento da resistência à insulina e para o diabetes tipo 2. É muito importante enfatizar que pacientes com diabetes 2 devem realizar treinamento supervisionado com profissional de educação física, monitorar eventuais hipoglicemias esforço induzidas e devem evitar iniciar um exercício físico com glicemia >250mg/dl. Por isso, consulte sempre seu médico endocrinologista.
Matéria publicada no site do Globo Esporte.

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Médico não recomenda prática do crossfit nem para atletas bem condicionados



A despeito de polêmica, muitas academias minimizam estudos que criticam a atividade
Os argumentos de quem pratica esporte são inumeráveis. Recorrente, a boa saúde é um dos motivos que mais se ouvem entre os que defendem práticas de alto rendimento — modalidades que exigem superação pelo praticante. Normalmente, esportes com essa alta dose de esforço são desgastantes ao extremo, porque os treinos são longos. A condição física do adepto é fundamental. 

O crossfit é um exemplo dessas modalidades que se tornaram famosas e leva milhares de pessoas às academias em busca de corpos cheios de músculos e bem delineados, próximos da perfeição. O cuidado, porém, é negligenciado em tempos de moda. Reinam mais as promessas insensatas de resultados rápidos dos estabelecimentos que mais visam o lucro do que a boa saúde dos clientes.

A alta chance de os praticantes sedentários e novatos convertidos ao esporte se lesionarem é muito pouco discutida. E as lesões estão atreladas, logicamente, à frustração.

Não se engane. Mesmo sob a promessa de que o crossfit é a continuidade da vida, com movimentos iguais aos do dia a dia, como correr, subir a escada, deitar e pular, os riscos são grandes. Especialistas entrevistados pelo Jornal Opção alertam para estudos que criticam com veemência alguns exercícios danosos ao corpo humano. Até morte pelo esporte o Brasil registrou neste ano.

O médico

Gerente de médico de reabilitação do Centro de Reabilitação e Readaptação Dr. Henrique Santillo (Crer), o fisiatra Maurício Rassi, não esconde sua posição contrária à prática do crossfit: “A minha família, o meu ciclo de amigos e pacientes não têm minha autorização para este tipo de atividade.” Ele tem motivo para radicalizar. Vem acompanhando pacientes com fraturas graves, algumas das quais irreversíveis. Isso o fez observar: o dano é muito maior do que os benefícios oferecidos pela modalidade de treinamento. Ele revela que o desgaste traz sequelas às juntas e às articulações, o que impossibilita ao corpo humano a mobilidade adequada e pode deixar o paciente preso ao tratamento fisioterapêutico.

A opinião do médico veio contra a onda de propaganda disseminada em páginas da internet que não dão nem sinal de perigo aos praticantes do crossfit, que tem inspiração em treinamentos das Forças Armadas. “Esses exercícios não são para pessoas comuns. Preciso colocar isso na cabeça dessa gente toda”.

Para ele, os exercícios são “sobre-humanos” e provocam danos às articulações, deixando heranças de dores constantes. “Os exercícios não são para pessoas comuns. Quem os pratica vive para isso, se dedica integralmente e tem histórico de treinamento”, destaca Rassi. Para ele, a modalidade não deve ser instigada a pessoas despreparadas fisicamente, pois pode ocasionar várias lesões. Ele observa que a coluna lombar, não tanto a cervical, tem sido muito lesionada devido aos esforços excessivos.

Ele relembra que o levantamento de pneus de caminhão e blocos de cimento com frequência demanda muito preparo físico. Por mais que os alunos defendam os professores, o médico alerta: “Por mais preparado que o professor seja, o corpo será afetado. Se não lesionou ainda, vai ocorrer”.
O médico alerta que as lesões dão dores nas articulações e podem romper com um músculo. “O crossfit pode dar artrose no quadril, porque se faz um esforço muito excessivo e o corpo não está preparado. Os esforços repetitivos, com cargas acentuadas lesionam. No correr dos anos, vamos ver que o crossfit faz mais mal do que bem”.

Postura

Para entender melhor as lesões, a reportagem procurou a fisioterapeuta Bruna Castro. Depois de trabalhar oito meses em uma academia e ver alunos se lesionando por causa de exercícios que sobrecarregam e colocam o corpo em posições inadequadas, ela entendeu que as lesões são causadas pela sobrecarga, principalmente por causa de levantamento de peso. Para Bruna, esses exercícios podem afetar ombros, joelhos, coluna e outras articulações.

“Para mim, a postura incorreta desgasta as musculaturas e os ossos.” Ela relata que, quando trabalhou em academia, discutia com treinadores porque eles partem da máxima de que o que vale é realizar o desejo dos clientes de emagrecer e ganhar massa muscular. Muitos dos alunos entram nas academias acreditando que isso pode ocorrer em um mês, pois alguns educadores físicos prometem isso e exigem do corpo do aluno para cumprir as metas.

De fato, os exercícios do crossfit são conhecidos por realmente dar um resultado muito rápido. Bruna, porém, diz que “no futuro o esportista sofrerá lesões por excesso de carga na musculatura, tendão, desgaste articular e pode até romper um ligamento.”

A fisioterapeuta destaca que conhece pessoas que iniciaram o crossfit e não continuaram os exercícios por conta das dores musculares. “E isto futuramente pode causar hérnia de disco, tendinite e bursite. Todas essas patologias são inflamações”, alerta.

Lesões

O crescente número de praticantes do crossfit lesionados chama a atenção de especialistas. O Jornal Opção buscou pesquisas relacionadas ao tema, mas não encontrou na literatura científica muita coisa senão um estudo em inglês, intitulado “The nature and prevalence of injury during Crossfit training” (“A predominância e os tipos de lesões durante treinos de crossfit”), publicado em 2013 no “Journal of Strength and Conditioning Research Publish Ahead of Print”. Segundo o estudo, lesões no ombro e coluna são as mais comuns entre os pacientes.

O ortopedista Murilo Tavares Daher, chefe do Grupo de Coluna do Crer, reitera a importância de os exercícios serem feitos apenas depois de o aluno passar por especialistas. “Aconselho o paciente a começar devagar, no seu limite, sem querer acompanhar a turma que está sob constante expectativa de superação”, alerta.

Os exercícios pautados em altíssima intensidade, e em curto período de tempo, tem a vantagem de proporcionar boa queima calórica. Mas eles oferecem riscos para a saúde, como lesões musculares e, até mesmo, problemas cardíacos em pessoas predispostas.

Depois de demonstrar exercícios à lente do fotógrafo do Jornal Opção, o estudante de Educação Física Gleydson Rodrigues, de 29 anos, não escondia a fadiga.

A prática, diz ele, exige força, velocidade, coordenação, equilíbrio e resistência muscular. “A adrenalina é tudo para mim. Supero a mim usando o meu próprio corpo. É um autodesafio a cada treino.”

Morte

A morte de Roberval Ferreira Ferreira, 35 anos, em Águas Claras, Brasília, no final de fevereiro, é um desses exemplos que alertam para a conscientização. Ele morreu depois de uma parada cardíaca na academia do Park Way, após exercícios de crossfit. Um vídeo de 5 segundos que circula na internet mostra a tentativa frustrada dos paramédicos de reanimar o coração de Roberval no local em que treinava.

O cardiologista do Instituto de Neurologia de Goiânia, Alberto de Almeida Las Casas Júnior, explica que os exercícios são pesados para iniciantes e devem exigir acompanhamento médico. Para ele, quem quer dedicar-se à prática do esporte, deve se consultar com um cardiologista. “No consultório, se faz uma avaliação cardiológica, mas um dos procedimentos mais importantes é o eletrocardiograma [aquele exame que demonstra um gráfico registrando oscilações elétricas da atividade do músculo cardíaco] onde pode ser diagnosticada predisposição a arritmias cardíacas quando os impulsos elétricos do coração não funcionam corretamente.” Essas arritmias podem ser percebidas quando há palpitação — quando o coração tem batimentos rápidos — e dores no peito, desmaios e tonturas.

O cardiologista já atendeu esportistas vítimas de Acidente Vascular Cerebral (AVC). “Muitos dos casos que nos chegam são de pacientes que estavam de cabeça para baixo e isto pode causar dissecção da artéria carótida.” Ele explica que essa dissecção é uma das causas frequentes de Acidente Vascular Cerebral Isquêmico (AVCi), em pacientes jovens, por volta dos 30 anos.
O AVC é um sangramento relacionado ao aumento excessivo da pressão arterial devido ao esforço físico feito pelo crossfit. A pressão arterial fica alta e ocorre uma ruptura da parede da artéria e leva o AVC.

Fiscalização

O chefe da Advocacia setorial do Conselho Regional de Educação Física de Goiás e de Tocantins da 14ª Região (CREF 14/GO-TO), Samuel Lemos, diz que a melhor maneira de evitar treinar em academias despreparadas é procurar o responsável técnico registrado no CREF. Conhecer a estrutura física é importante, inclusive procurar permissões do Corpo de Bombeiros e da prefeitura – que é a soma de vários alvarás, dentre eles o alvará da Vigilância sanitária.

Em Goiás, segundo o CREF/GO-TO, são pelo menos 1.740 academias regulamentadas, mas nem todas são liberadas para oferecer a modalidade crossfit. Com a ascensão da modalidade, e a enorme procura, as denúncias de irregularidades aumentaram quando academias não autorizadas surgiram para oferecer os treinos de maneira despreparadas. Os estabelecimentos são notificados muitas vezes por não oferecerem condições de acompanhamentos adequados. “O profissional de Educação Física é de saúde então precisa respeitar os requisitos, ter alvará de funcionamento.”

Não é o caso de abandonar os exercícios, mas o bom senso evita contratempos. A premissa de que os exercícios físicos fazem bem para a saúde é válida. Mas buscar um corpo perfeito de maneira irresponsável, em exercícios sobre-humanos e sem um acompanhamento adequado, em desrespeito à saúde, não pode ser a prioridade. Afinal, se exercitar com cuidado pode evitar lesões e mortes.
Matéria publicada no Jornal Opção.


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Obesidade acontece cada vez mais cedo



Estudo mostra que doenças crônicas como diabete e obesidade aumentam perigosamente em São Paulo

As pessoas reclamam que demoram muito tempo para se deslocar pela cidade e não sobra horário para se cuidar. Desculpa ou não, praticamente a metade dos moradores da cidade de São Paulo está acima do peso.

No fim do dia um milk-shake para “tapiar” a fome sempre cai bem. Nas ruas da cidade as frituras e os salgadinhos são uma tentação para quem está com pressa.

A correria da cidade grande, o trânsito cada vez mais caótico que faz a gente gastar horas para ir ao trabalhar, para voltar para casa tudo isso tem reflexos na saúde de quem mora em um lugar como São Paulo, por exemplo. Na capital, esse estilo de vida tem aumentado a quantidade de pessoas hipertensas, obesas e com doenças crônicas como: diabetes.

É o que mostra uma pesquisa divulgada pela Secretaria Municipal da Saúde que é feita desde 2003 na cidade. Em 12 anos o número de paulistanos que viraram hipertensos subiu de 14% para 20,4%. Hoje quase 7% são diabéticos e em 2003 eram 4%, um dos motivos desses resultados é a obesidade.

A má alimentação tem feito o numero de “gordinhos” aumentar, em 2003 existam 38% de pessoas com excesso de peso e em 2015 existiam 49,7%. Praticamente a metade da população da capital está acima do peso. E o pior, a briga com a balança está começando cada vez mais cedo, na adolescência.

“Os meninos com 27,2%, em 2015 e as meninas com 30,1%, isso é muito sério. A gente pode pensar que em uma geração futura pode ser de obesos porque eles já estão acima do peso”, disse Margarida de Azevedo Lira, coordenadora de epidemia da Secretaria Municipal da Saúde de São Paulo.

O caminho para melhorar esses números é um só – mudar o estilo de vida.
Matéria publicada no Globo.com.

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segunda-feira, 4 de abril de 2016

INSCRIÇÕES ABERTAS !!! - CURSO DE PILATES NA GRAVIDEZ E NO PUERPÉRIO - BLUMENAU/SC



INSCRIÇÕES ABERTAS!!!
Descrição:

• Público Alvo:
Profissionais e estudantes de Educação Física, Fisioterapia e Terapia Ocupacional.

• Carga Horária:
08 - Horas / mec


  • Conteúdo: 
1-  Alterações fisiológicas, biomecânicas e hormonais na gravidez
2-  Benefícios dos exercícios físicos
3-  Indicações e contraindicações dos exercícios de Pilates na Gravidez
4-  A evolução da gravidez- Primeiro, segundo e terceiro trimestre
5-  Princípios do Pilates
6-  Biomecânica do Pilates
7-  Exercícios de Pilates nas diversas fases Gravidez- MAT, BOLA, FLEXIBAND,FLEXIRING ROLO DE FELDENKRAIS, MEIA LUA
8-  Exercícios de Pilates no REFORMER,CHAIR,CADILLAC,E LADDER BARREL
9-  Como evoluir e acompanhar o treinamento -  Supervisão de detalhes

  • Materiais:
Material Impresso:
• Apostila com fotos de exercícios executados

  • Diferenciais:
- Studio com 13 aparelhos de Pilates e todos acessórios para realização do método;
- Sala climatizada com 70 m2;


VALOR DO INVESTIMENTO: 

• consultar pelo e-mail secretaria@taopilates.com.br e/ou taopilates@taopilates.com.br
Telefone: (48) 3228-9898 - Whatsapp: (48) 8469-3828

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Precisamos suplementar sódio durante o exercício prolongado?



Estudo revela que nem o exercício e nem a suplementação de sódio alteraram as concentrações sanguíneas de sódio.

A suplementação de sódio é uma prática amplamente utilizada por muitos atletas e praticantes de atividade física, principalmente por aqueles que praticam de modalidades prolongadas. Isso, pois, muitos acreditam que precisamos, a todo e qualquer custo, repor o sódio perdido no suor durante o exercício físico. Mas será que isso é benéfico? Será que é, sequer, necessário?

Essa recomendação sugere que um sujeito deva repor ao máximo as perdas de líquidos e eletrólitos pelo suor durante o exercício.

Existem várias matérias falando sobre o potencial exagero da recomendação sobre se a desidratação realmente piora o desempenho, uma vez que o desempenho esportivo (desempenho em tarefas contrarrelógio, ou seja, o quão rápido um sujeito corre uma maratona, por exemplo) não parece ser prejudicado com perdas de até 4% do peso corporal durante o exercício físico prolongado. Já foi publicado ainda sobre o fato de que, além de exagerada, essa recomendação pode ser perigosa para a saúde. Isso, pois, a ingestão de líquidos excessiva (estimada em > 3,5 L em provas de até 5h), pode predispor ao quadro de hiponatremia (definido pelas baixas concentrações de sódio no sangue).

Percebam que a referencia é a “líquidos” e não água. Isso quer dizer que seja este líquido qual for (água, isotônico, água de coco, suco, etc), se consumido excessivamente, pode predispor à hiponatremia, mesmo que ele contenha sódio em sua composição. Muitos argumentarão que isso decorre do fato dos isotônicos, sucos, etc, terem pouco sódio, não sendo capazes de repor as quantidades de sódio perdidas pelo suor durante o exercício. Isso é, de fato, verdade. Perdemos, em média, 1 g de sódio por litro de suor. Os isotônicos fornecem, no máximo, 0,5 g de sódio por litro; a água de coco 0,3 g de sódio por litro; e um suco de caixinha 0,04 g de sódio por litro.

Em vista disso, seria lógico pensarmos que a suplementação de sódio durante o exercício poderia ser eficaz em compensar suas perdas pelo suor, diminuindo as chances da ocorrência de hiponatremia. Talvez seja por isso que muitas pessoas façam essa suplementação, normalmente por meio de tabletes e sal ou até mesmo pacotinhos de sal de cozinha (aqueles que vemos em restaurantes).

O estudo de Hew-Butler et al (2006) testou essa hipótese. Neste estudo, atletas do Cape Town Triátlon Ironman foram divididos em 3 grupos: um grupo ingeriu em média 15 tabletes de sal, equivalentes a 3,6 g de sódio; um grupo placebo (15 tabletes); e um grupo sem suplementação. A ingestão de sódio e líquidos por meio isotônicos e alimentos ao longo da prova foi semelhante entre os grupos, bem como a perda de peso durante a prova (~ 3% do peso corporal inicial). Além disso, as concentrações sanguíneas de sódio estavam virtualmente iguais ao final da prova quanto comparadas ao início da prova nos três grupos. Ou seja, nem o exercício nem a suplementação de sódio alteraram as concentrações sanguíneas de sódio.

Este resultado parece se justificar por um simples motivo: na ausência da ingestão hídrica excessiva, as concentrações de sódio se mantêm dentro de valores ótimos durante o exercício físico, mesmo mediante a desidratação (perdas de até 4% do peso corporal). Isso já foi demonstrado inúmeras vezes, até mesmo durante exercícios ultraprolongados (provas de até 12-13 horas) (ver Hew-Butler 2007). Isso porque nosso organismo parece lançar mão de mecanismos neuroendócrinos que defendem a osmolaridade sanguínea, de modo a preservar a função das células, apesar da perda de água e sais pelo suor, seja o exercício o quão prolongado for.

Isso coloca em xeque a necessidade de se repor ou suplementar sódio mesmo durante exercícios físicos de ultraduração. Claro que nessas provas, alguma reposição de sódio por meio de alimentos e suplementos ocorrerá de forma natural, mas nunca serão capazes de repor totalmente o sódio perdido durante o exercício. Mesmo assim, as concentrações de sódio se mantêm dentro dos limites fisiológicos, desde que a ingestão hídrica não seja excessiva. Logo, nosso organismo, mais uma vez, traz provas do quão eficiente é em manter o equilíbrio dos nossos sistemas orgânicos mediante situações de estresse, de modo a preservar a sobrevivência. Nós é que, normalmente, costumamos subestima-lo.

Matéria publicada no site Ciência Informa.

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Gelo após exercício: saiba quando usar a crioterapia



Crioterapia é muito usada no período após a prática esportiva. Há casos em que ela não é indicada, podendo até atrapalhar o desempenho do atleta amador.

A imersão no gelo ou na água gelada, conhecida como crioterapia, é um procedimento que tem sido bastante utilizado no período de recuperação pós-exercício. Sem dúvida, existem muitas evidências de seu benefício quando utilizada imediatamente após a atividade mais intensa, com o objetivo de contemplar o processo de recuperação. Entretanto, existem algumas considerações que devem ser feitas, dependendo das diferentes situações em que o procedimento possa vir a ser utilizado.

Uma revisão científica muito boa sobre o assunto foi publicada no mês de fevereiro na revista Sports Medicine e suas conclusões são bastante interessantes e de ampla aplicação prática. Segundo os autores, existe um grande número de evidências científicas que indicam que a imersão em água gelada atenua o chamado quadro da “dor do dia seguinte”, melhorando sensivelmente a recuperação pós-exercício, principalmente do processo decorrente de atividades contínuas ou intermitentes de longa duração.

Portanto, na recuperação de um treino longo ou uma prova de corrida de longa distância, a imersão em água gelada é uma indicação consensual para melhorar a recuperação. Os trabalhos publicados indicam utilizar temperaturas entre 5 e 10 graus por um tempo em torno de 15 a 20 minutos para o melhor resultado.

Por outro lado, existem situações nas quais a crioterapia não deve ser utilizada. Se existir a situação de realização de uma nova atividade física após um curto espaço de tempo, como em algumas competições esportivas. A imersão na água gelada prejudica a realização de uma nova atividade por diminuir rapidamente o metabolismo, a temperatura corporal, promover vasoconstrição e consequentemente diminuir a performance.

Os efeitos da crioterapia deverão ser sempre voltados à melhora do quadro do dia seguinte, proporcionando que um novo treino ou nova atividade encontre o músculo com melhor recuperação.

Matéria publicada no site do Globo Esporte.

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Musculação para adolescentes



Adolescentes podem fazer musculação? A resposta pode ser encontrada nas tardes e início das noites nas academias lotadas deles. Sim!

A princípio, todas as pessoas, de qualquer idade, que não tenham restrição médica para a prática de exercícios, podem fazer musculação. Mesmo indivíduos com alguns problemas de saúde e restrições quanto à execução de determinados movimentos podem praticá-la, pois há controle de movimentos, sobrecarga e quantidade de repetições.

BENEFÍCIOS DA MUSCULAÇÃO PARA ADOLESCENTES

• Aumento da resistência muscular
• Diminuição da incidência de lesões relacionadas ao esporte e às atividades de recreação
• Melhora performance no esporte
• Melhora a coordenação motora
• Melhora o controle postural
• Aumento da densidade óssea
• Melhora do condicionamento físico
• Melhora da composição corporal

POR QUE O ADOLESCENTE DEMORA A GANHAR MASSA MUSCULAR?

Vai depender da idade, melhor dizendo da maturação. O ganho de massa muscular está diretamente relacionado com a quantidade de hormônios produzido pelo corpo, mais especificamente testosterona e GH (hormônio do crescimento). Logo quanto mais velho for o menino maior será a facilidade em ganhar massa muscular.

É difícil estipular uma idade, a maturação pode variar de um indivíduo para o outro, sendo assim é possível ter dois amigos com a mesma idade mas em fases diferentes de maturação. Essa fases são conhecidas como Escala de Tanner, baseadas em 3 ítens: Pêlos pubianos (P), Mamas (M) e Genitais masculinos (G). Esses itens foram subdivididos em 5 fases. Assim, o estágio 1 indica o estado pré-puberal do desenvolvimento (P-1 ou M-1 ou G-1), o estágio 2 indica o desenvolvimento inicial da cada característica, os estágios 3 e 4 indicam a maturação continuada de cada característica, que são bem mais difíceis de se avaliar, e o estágio 5 (p-5 ou M-5 ou G-5) indica o estado adulto ou maduro. É a partir do estágio 4 que há um aumento significativo na quantidade hormonal e por consequência aumento na estatura e na massa corporal.

Se considerarmos que esse processo pode começar nas meninas entre 8 e 13 anos e nos meninos entre 9 e 14, fica fácil entender por que, alguns adolescentes tem a impressão que o ganho de massa muscular está demorando. E está mesmo! Provavelmente a puberdade chegou mais tarde para ele do que para o amigo, o que é absolutamente normal.

QUAIS EXERCÍCIOS DE MUSCULAÇÃO O ADOLESCENTE PODE FAZER?
De 12 à 14 anos

Nessa fase a musculação pode ser usada como complementação na prática de modalidades esportivas. Ela deve ser introduzida nas aulas de Educação Física Escolar, por se tratar de uma atividade que faz parte da cultura corporal do brasileiro, de qualquer forma outros exercícios devem ser estimulados nessa faixa etária.

Deve haver a preocupação com a possibilidade de deformação óssea uma vez que os ossos ainda são mais moles do que os ossos dos adultos, portanto a sobrecarga utilizada deve ser controlada.

• Treinos devem ter entre 20 e 30 minutos
• De 2 a 3 vezes por semana
• Realizar até 15 repetições por série
• Não utilizar cargas muito altas antes do estágio 5 da escala de Tanner
• Priorizar exercícios simples , que trabalhem apenas uma articulação
• Priorizar os músculos grandes
• Ensinar o uso correto da sala e dos equipamentos
• Evitar exercícios que elevem pesos acima da cabeça
• Ficar atento ao equilíbrio muscular, trabalhar músculos agonistas e antagonistas
• Não dispensar o alongamento e o aquecimento
• Respeitar as limitações, principalmente de flexibilidade. Nessa idade os ossos podem crescer mais rápido do que os músculos gerando encurtamento e, muitas vezes, dor.

De 15 à 19 anos
• Os treinos ficam mais parecidos com o adulto.
• Treinos devem ter entre 20 e 40 minutos
• De 2 a 4 vezes por semana
• Realizar até 15 repetições por série
• Não utilizar cargas muito altas, aumentá-las gradativamente (se tiver atingido o estágio 5 da escala de Tanner)
• Não dispensar o alongamento e o aquecimento

A IMPORTÂNCIA DO PROFESSOR DE EDUCAÇÃO FÍSICA

O adolescente precisa da orientação profissional para a prática de exercícios e não seria diferente com a musculação. A Educação Física Escolar deve proporcionar aos alunos a vivência em atividades que fazem parte da cultura corporal do brasileiro, para que posteriormente tenha condições de escolher o que irão praticar. Ao terminar sua vida escolar o aluno deve ser capaz de apreciar, usufruir e gerenciar suas atividades físicas.

O Profissional de Educação Física que atua nas academias tem um papel importante na orientação do adolescente, mas enquanto a vida adulta não chega é o Professor de Educação Física Escolar o responsável por ensinar ao aluno a conhecer o funcionamento do seu corpo e a promover a vivência dos movimentos básicos de musculação.

Matéria publicada no site Fique Informa.

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