quinta-feira, 14 de janeiro de 2016

Hidratação é fundamental para a prática de exercícios


A hidratação é de extrema importância para maximizar o desempenho e proteger a saúde e o bem-estar do atleta. Uma boa hidratação assegura respostas fisiológicas e um melhor desempenho. A desidratação pode afetar a termoregulação e a temperatura central do corpo, além de provocar uma fadiga prematura.

Ingestão inadequada dos líquidos prejudica a saúde.

Muita gente não sabe, mas para se manter hidratado, é preciso ingerir líquidos antes, durante e depois da atividades físicas. A ingestão incorreta de líquidos pode levar a pessoa a um quadro de desidratação com consequências sérias para a saúde.

De acordo com a endocrinologista Layla Cordeiro, a hidratação é de extrema importância para maximizar o desempenho e proteger a saúde e o bem-estar do atleta. “Uma boa hidratação assegura respostas fisiológicas e um melhor desempenho. A desidratação pode afetar a termoregulação e a temperatura central do corpo, além de provocar uma fadiga prematura”, explica.

Sintomas da desidratação
Layla Cordeiro detalha os sintomas da desidratação. “Aquela pessoa que já chega desidrata aos exercícios físicos, vai desidratar ainda mais. Isso terá consequências como o aumento da frequência cardíaca, diminuição do rendimento, dores de cabeça, cansaço e recuperação mais lenta”, detalha.

Como se hidratar
A quantidade de líquidos necessária à hidratação adequada depende da duração e intensidade dos exercícios, das condições ambientais e das características do praticante da atividade física. A regra é simples:
*2 horas dos exercícios físicos, o ideal é ingerir de 250 a 500 ml de água; O consumo de bebidas com sódio e/ou pequenas quantidades de lanches salgados nas refeições que antecedem o exercício irá auxiliar a estimular a sede e a retenção dos líquidos ingeridos;
* De 15 a 20 min após o início do treino, a ingestão de líquidos deve acontecer aos poucos, na quantidade de 100 a 250 ml. A orientação é para que sejam consumidos 250 ml de água a cada 15 min;
* Se a atividade durar mais de 1 hora ou se for intensa deve-se repor o sódio perdido no suor através de bebidas esportivas isotônicas e os carboidratos (aprox. 30 a 60g por hora de atividade) na forma de gel, pó ou líquidos para repor o glicogênio muscular.
* Deve-se continuar ingerindo líquidos para compensar as perdas adicionais de água que ocorrem na urina e no suor.
* Vale lembrar que as pessoas devem priorizar o uso de roupas leves com máxima exposição do corpo; e não secar o suor, já que este interfere diretamente na temperatura do corpo.

Excesso de hidratação
Layla Cordeiro destaca que a hidratação deve feita na medida certa, pois se a falta dela causa desidratação, o excesso causa a hiponetramia, um quadro de baixa concentração de sódio no sangue em relação ao volume de água.
“O sintomas são vômitos, fadiga extrema, perda da coordenação motora, fraqueza, apatia e dor de cabeça. Nos casos mais graves, pode ocorrer confusão mental, alucinação, coma e até mesmo morte”, alerta a endocrinologista.
Observando a hidratação

A endocrinologista revela que a pessoa pode avaliar o seu grau de hidratação, observando a própria urina. “Urina escura, volume pequeno e odor forte são sinais de desidratação. Nesses casos, a pessoa deve ingerir mais líquidos”, finaliza.

Por Verlane Estácio

Matéria publicada no site Infonet



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quarta-feira, 13 de janeiro de 2016

Inchaço nas pernas no verão pode ser retenção de líquido


Um dos sintomas mais comuns sentidos na estação mais quente do ano é o inchaço nas pernas que, de acordo com o cirurgião vascular e professor da Faculdade de Ciências Médicas da Santa Casa de São Paulo, Roberto Augusto Caffaro, está relacionado à retenção de líquido e à falta de exercícios físicos.

Falta de exercícios físicos e excesso no consumo de sódio também podem provocar o sintoma.

Um dos sintomas mais comuns sentidos na estação mais quente do ano é o inchaço nas pernas que, de acordo com o cirurgião vascular e professor da Faculdade de Ciências Médicas da Santa Casa de São Paulo, Roberto Augusto Caffaro, está relacionado à retenção de líquido e à falta de exercícios físicos.

De acordo com Caffaro, é comum que as pessoas ingiram mais líquido no verão do que no inverno, porque ficam com mais sede. Contudo, a quantidade consumida acaba se acumulando no corpo.

— Além do excesso de água, a alta temperatura dilata os vasos e as artérias, provocando o inchaço.
Apesar de muito comum, é possível reduzir o desconforto por meio da prática de exercícios físicos.
Quer perder peso? Veja 12 alimentos que aceleram o metabolismo
— O movimento dos membros auxilia no bombeamento dos líquidos retidos e acomoda as pernas de forma elevada.

Segundo o doutor, as pessoas precisam prestar atenção na quantidade de água que ingerem para que não exagerem, nem fiquem desidratados. Além disso, reduzir o consumo do sal e evitar alimentos industrializados e com grande quantidade de sódio também são medidas que ajudam a desinchar.
Apesar de incomodar, o inchaço causado por altas temperaturas não resulta em sérios problemas de saúde. No entanto, é sempre bom consultar um médico para ter certeza de que os sintomas estão sendo causados pelo calor e não por outros problemas.

Matéria publicada no site R7

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Profissionais de Educação Física comemoram nova legislação


Os profissionais de educação física graduados em nível superior e licenciados são os únicos habilitados a prestar docência na educação física no ensino infantil, fundamental e médio em escolas públicas e particulares.

No dia sete o governador Luiz Fernando Pezão (PMDB) sancionou o projeto de lei 7.195, de autoria do deputado Gustavo Tutuca, que determina exclusividade no ensino de educação física por professores formados.

O professor de educação física João Verneque morador da cidade de Resende que há anos vem defendendo e lutando pela valorização atualização e capacitação profissional de todos os profissionais da região sul fluminense, liderou e organizou diversas manifestações em 2014, recolhendo, inclusive, assinaturas e distribuiu informativos para toda a população alertando sobre o desprestígio da categoria. A resolução do Conselho Nacional de Educação (nº 07, de 14 de dezembro de 2010) permitia que as aulas de Educação Física ficassem a cargo do professor de referência de turma. “Agora, com a nova lei em vigor no estado do Rio de Janeiro todos os seguimentos públicos e privados terão que cumprir: as aulas serão ministradas somente por profissionais de Educação Física. A aprovação desta lei não beneficia somente o profissional, mas sim toda a população, pais e responsáveis. O profissional de Educação Física tem embasamento teórico o suficiente para contribuir com desenvolvimento e crescimento de crianças, jovens e adultos. Com atividades de coordenação motora lateralidade e atividades desportivas contribuindo com o emagrecimento e diminuindo o índice de obesidade infantil quem vem aumentando a cada dia no Brasil”, comenta, agradecendo o apoio dos colegas da categoria e a população.

Em 2014, acompanhado de outros professores de Educação Física, Verneque promoveu uma caminhada pelo Calçadão de Campos Elíseos. Com faixas e cartazes. “O estado do Rio de Janeiro conta atualmente com 38 mil professores de Educação Física e uma modificação na lei pode resultar em desemprego em massa. Com a legislação favorável e condizente com nossa profissão já é complicado para um profissional se manter no mercado, ainda mais no interior. Protestamos contra a resolução em caminhada com carro de som, distribuição de folders e panfletos e atividade cultural”, lembra Verneque.

Na ocasião foram recolhidas assinaturas de apoio com abaixo-assinado, encaminhado para os Conselhos Regional e Federal de Educação Física.

Matéria publicada no site A Voz da Cidade

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6 estratégias para espantar a preguiça na atividade física


Pesquisadores do Centro de Pesquisa Biomédica Pennington, em Louisiana, nos Estados Unidos, analisaram o mapa do genoma humano, de 2000 a 2007, para descobrir quais genes contribuem para a aptidão física de cada indivíduo. Entre as conclusões, está a de que as características genéticas influenciam, sim, no processo de adaptação de algumas pessoas a determinados tipos de treinamentos físicos.

Que a atividade física traz benefícios para o corpo e a mente –como melhora das condições cardiorrespiratórias, perda de peso e alívio do estresse–, todo mundo sabe. A despeito disso, segundo Pesquisa Nacional de Saúde feita pelo IBGE (Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística), em 2013, quase metade dos adultos em nosso país (46%) não faz nenhum exercício.

Aderir e manter uma atividade física ao logo da vida é algo que depende, basicamente, de dois aspectos: desejo e necessidade.

A seguir, os especialistas ouvidos pelo UOL nesta reportagem dão dicas para que você engrene na prática de atividade física.

Fontes: Gabriel Ganme, especialista em medicina esportiva e do exercício pela Escola Paulista de Medicina; Gisele Maria Schwartz, pesquisadora do Laboratório de Estudos do Lazer da Unesp (Universidade Estadual Paulista Júlio de Mesquita Filho) de Rio Claro (SP) e Laura Castro de Garay, profissional de educação física e coordenadora do curso de graduação em educação física da Faculdade Gama e Souza, no Rio de Janeiro.


1 Busque uma atividade compatível com a sua habilidade

Pesquisadores do Centro de Pesquisa Biomédica Pennington, em Louisiana, nos Estados Unidos, analisaram o mapa do genoma humano, de 2000 a 2007, para descobrir quais genes contribuem para a aptidão física de cada indivíduo. Entre as conclusões, está a de que as características genéticas influenciam, sim, no processo de adaptação de algumas pessoas a determinados tipos de treinamentos físicos. É sabido que pessoas afrodescendentes têm fibras musculares propícias a exercícios de explosão, como corridas de cem metros. Nas caucasianas, as fibras musculares são de contração lenta, mais adequadas para exercícios aeróbicos, de longa duração, como caminhadas.

2 Entenda que o processo de mudança do corpo é lento

Muitas pessoas desistem porque não enxergam resultados imediatos. Não dá para acreditar que você vai emagrecer dez quilos em um mês ou ganhar muitos músculos no mesmo período.

3 Tenha em mente a recompensa que espera

Ter prazer na atividade é outro fator importante, mas não essencial. O exercício não tem de ser 100% prazeroso, mas a recompensa que você ganha ao fazê-lo tem de estar clara na mente. A pessoa precisa tirar algo positivo daquela atividade para manter o estímulo. Assim, talvez você não sinta satisfação em acordar mais cedo para ir à academia ou por ter de passar no parque para correr após o trabalho, em vez de ir direto para casa. Mas se o esforço for feito com um propósito, a atividade ganhará significado.

4 Comece devagar

Nos primeiros meses, a pessoa vai avaliar se gosta daquele exercício. E, geralmente, se ela ultrapassa o primeiro semestre, consegue se manter na prática. A partir desse período, se a desistência acontecer, provavelmente ela estará ligada a fatores externos e não à vontade do praticante. Para que o início seja estimulante, comece com calma. Nesse período, vale fazer exercício duas vezes por semana, por cerca de 20 minutos, e ir evoluindo gradualmente. E caso o professor que coordene a prática não dê um retorno ao aluno sobre a evolução de desempenho após os primeiros meses, é interessante cobrar. Isso vai ajudar a enxergar os benefícios que foram adquiridos até então e a manter a motivação.

5 Relembre atividades físicas que te davam prazer

Puxe da memória atividades físicas que fazia quando era jovem por puro prazer ou experimente uma modalidade que imagina ser gostosa.

6 Facilite a rotina

O melhor é escolher um local para praticar que seja próximo do trabalho ou de casa. Também é preciso descobrir em qual horário do dia você tem mais motivação.

Matéria publicada no site UOL


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terça-feira, 5 de janeiro de 2016

Café ajuda a impulsionar o treino diário, dizem cientistas


Os atletas que bebem café têm os níveis de resistência mais elevados do que aqueles que não ingerem cafeína, de acordo com um estudo da Universidade da Geórgia.

O ano está apenas começando e boa parte da população já está procurando alguma atividade física para entrar em forma. E para ajudar nesta empreitada uma xícara de café quente pode ser um grande aliado. De acordo com cientistas, a cafeína pode ajudar a impulsionar o seu treino diário e melhorar o desempenho atlético.

Os atletas que bebem café têm os níveis de resistência mais elevados do que aqueles que não ingerem cafeína, de acordo com um estudo da Universidade da Geórgia. O pesquisador e autor, Simon Higgins, estudante de doutorado em cinesiologia, disse: “Isso é útil para os atletas porque o café é um composto que ocorre naturalmente”.

Para chegar a suas conclusões, Higgins analisou mais de 600 artigos acadêmicos. Ele se concentrou naqueles que analisava as condições cafeína-café, a medida e a dose de cafeína e o desempenho de resistência. Ele descobriu nove estudos que classificaram o café especificamente como causador da melhora da resistência.

“O café é uma fonte popular de cafeína, por isso este estudo procurou saber mais sobre seus benefícios ergogênicos”, disse Higgins. O pesquisador observou que, nos nove testes, entre três e sete miligramas de cafeína do café por quilograma de peso corporal, a resistência aumentou em uma média de 24%.

A quantidade de cafeína de uma xícara de café pode variar de 75 a mais de 150 mg – dependendo de como os grãos de café são torrados e fabricados, bem como a sua variedade. Nos testes, os participantes pedalaram ou correram após beber uma xícara de café. Depois, eles se exercitaram vigorosamente e os resultados foram registrados. Para a maioria dos atletas, a resistência foi “visivelmente melhorada” após consumir café.

O estudo constatou que a cafeína do café tem benefícios ergogênicos – na medida em que melhora o desempenho físico. Mas, outras pesquisas são necessárias para investigar o uso da cafeína do café em oposição ao uso de cafeína pura.

O doutor Higgins, disse: “Enquanto há uma falta de investigação sobre a qualidade do café como fonte de cafeína, há uma abundância de investigação sobre a cafeína pura. É surpreendente o quão pouco sabemos sobre a cafeína do café e quanto os seus efeitos de resistência podem ser tão benéficos como a cafeína pura”.

De acordo com os resultados do estudo, o café não deve ser descartado como menos benéfico para a resistência. A bebida parece ser “tão útil” como tomar os comprimidos de cafeína ou o pó de cafeína, concluiu o estudo. No entanto, o pesquisador advertiu que os atletas precisam prestar muita atenção na quantidade de cafeína que eles acabam ingerindo, é preciso moderação. O estudo foi publicado no International Journal of Sport Nutrition and Exercise Metabolism.

Matéria publicada no Portal N10

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Obesidade e a dor nas costas


Um importante estudo denominado: A atividade física influencia a relação entre dor lombar e obesidade, premiado pelo The Spine Journal, traz dados consistentes sobre o quão a obesidade é um fator predisponente para dor nas costas.

A obesidade ocorre quando a ingestão de alimentos é maior que o gasto energético do organismo para sua manutenção e realização das atividades do dia a dia.

Estudos têm demonstrado a relação dessa doença com o predomínio de dor nas costas. Alertando para o fato do excesso de peso ser prejudicial à saúde da coluna vertebral.


O que a ciência diz?
Um importante estudo denominado: A atividade física influencia a relação entre dor lombar e obesidade, premiado pelo The Spine Journal, traz dados consistentes sobre o quão a obesidade é um fator predisponente para dor nas costas.

Para obter tal precisão nos dados, foi realizado um estudo de base populacional transversal. Tal estudo avaliou quanto ao estado de dor lombar através de um questionário e o IMC. Dessa forma, os participantes foram divididos em quatro grupos (peso normal, com IMC entre 20-25; sobrepeso, IMC entre 26-30; obesos, com IMC entre 31-35; obesos mórbidos, com IMC maior que 36). A prática da atividade física também foi monitorada.
Os dados permitiram aos pesquisadores concluírem que, na população estudada, o menor risco de dor lombar estava no grupo com IMC normal: 2,9%; sendo o risco de 5,2% de dor no grupo com sobrepeso; de 7,7% para obesos e de 11,6% para obesos mórbidos.
Condições crônicas que causam dor são mais comuns em pessoas que estão com sobrepeso e obesidade. Artrite, depressão, fibromialgia, diabetes tipo 2 e dores nas costas sem causa específica são algumas desses problemas. Alguns especialistas supunham que a obesidade aumentaria a probabilidade desses problemas de saúde e, consequentemente, de dor.


Obesidade e a dor na coluna
A coluna vertebral é o nosso eixo de sustentação, por isso acaba sofrendo as consequências do excesso de peso. Um estilo de vida sedentário, junto a uma dieta desequilibrada, pode afetar a densidade óssea. Quando a estrutura de um corpo vertebral está comprometida, há risco de fraturas. As hérnias de disco também são muito comuns em obesos.

Quando há um deslocamento do centro de gravidade, o corpo tende a se adaptar para manter o equilíbrio, sobrecarregando as curvaturas vertebrais. Pense comigo: um aumento de gordura abdominal fará o seu abdômen se projetar à frente, carregando a parte de baixo da coluna. Isso leva ao aumento da curvatura lombar, chamado hiperlordose. Para que você se mantenha equilibrado, a parte de cima das suas costas vão aumentar o arco, promovendo uma hipercifose torácica. Os músculos ficarão excessivamente tensos tentando colocar tudo no lugar, mas nem sempre estarão preparados, causando desconfortos e dores constantes.


Os hábitos
O fumo demonstrou ser um grande preditor de dor lombar, além do sedentarismo, principalmente nos indivíduos com IMC mais elevados. Isso quer dizer que, hábitos não saudáveis, como o fumo, e não praticar atividades físicas, têm um maior peso na saúde da coluna dos indivíduos com sobrepeso ou obesos.



Evite os maus hábitos
Somadas às calorias abundantes, algumas atitudes na hora de sentar à mesa juntam pontos a favor do excesso de peso. Confira a lista, entenda como os maus costumes influenciam no ponteiro da balança e predispõem à obesidade.



Jejum prolongado
Ao passar muitas horas sem ingerir nada, a fome se acumula e você fica mais vulnerável aos abusos. Uma solução é dividir o menu diário em cinco refeições. Entre elas, café-da-manhã, almoço, jantar e lanches intermediários.



Corte de refeições
O café-da-manhã costuma passar batido por muitas pessoas, apesar de se destacar como uma das principais refeições do dia. Os alimentos consumidos nas primeiras horas do dia quebram um longo período de jejum , esclarece Roberta Stella, nutricionista chefe do Dieta e Saúde.



Petiscar sem parar
O maior problema de não estipular horários para fazer as refeições principais e os lanches intermediários é que o descontrole pode te levar a beliscar o dia todo. O costume é atalho certo para o excesso de calorias, já que é fácil se perder na quantidade das porções ingeridas.



Não beber a quantidade ideal de água
Além de hidratar o corpo, a ingestão regular faz com que a sensação de fome seja retardada. O consumo de, pelo menos, dois litros diários de água combinado com as fibras dos alimentos melhora a função intestinal , comenta Roberta.



Trocar água por sucos
Embora os sucos naturais sejam boas fontes de nutrientes, eles não podem substituir a água livremente. Os sucos são calóricos e a ingestão excessiva não é recomendada. Prefira água ou chá com adoçante.



Comer rapidamente
Deixe a correria de lado e reserve, pelo menos, 30 minutos para fazer suas refeições, em um ambiente calmo e agradável. Ao se alimentar em pouco tempo, você deixa a textura e o sabor dos alimentos passar despercebidos. Outro agravante é que o cérebro não tem tempo suficiente de captar a sinalização de saciedade.


Matéria publicada no site Tribuna do Norte

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A Acupuntura como aliada da atividade física


Quem pratica atividade física sabe que sempre há o risco de se lesionar e, por isso, trabalhar na prevenção dessas lesões é o melhor remédio. E uma das ferramentas que ajuda a minimizar esse risco é a acupuntura.

“Pouca gente sabe, mas a técnica pode e deve ser utilizada para prevenir alguns problemas e não apenas tratar dores, motivo pelo qual a maioria das pessoas nos procurar para fazer acupuntura”, explica Vaneide Santana, diretora do Espaço Care.

A cada dia que passa, temos observado que as pessoas se preocupam mais em ter uma qualidade de vida e buscam na atividade física uma forma de cuidado com o corpo e a mente. “Estar em equilíbrio é importante, pois nosso sistema imunológico funciona melhor e se recupera melhor”, conta Vaneide. Além disso, segundo a diretora do Espaço Care, muitos atletas amadores levam a atividade física mais a sério, principalmente a corrida de rua, e participam de diversas provas ao longo do ano. “Por isso esse equilíbrio também é muito importante, pois quando os atletas não estão bem psicologicamente, isso pode interferir de forma negativa na performance deles. Eu sempre falo para os meus clientes: não devemos cuidar só do corpo, pois vamos além disso”, completa.

A acupuntura é uma técnica milenar da Medicina Tradicional Chinesa (MTC) e tem como objetivo deixar corpo, alma e mente em perfeita harmonia. Para os casos de lesões no esporte, a acupuntura é uma forte aliada na reabilitação. A técnica acelera a recuperação física, alivia dores musculares, previne lesões alivia a fadiga e o estresse e aumenta a energia. Ou seja, ela é uma grande aliada da saúde e do bem estar físico e psíquico. “Além disso, a acupuntura acelera a recuperação de lesões, tem ação anti-inflamatória e diminuiu as contraturas musculares”, explica Vaneide.

É importante ressaltar que a acupuntura só dá resultados quando feita por um profissional qualificado para isso. Por ser uma técnica oriental, requer muito cuidado e precisão na hora de ser feita.

Matéria publicada no site Webrun

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