segunda-feira, 14 de dezembro de 2015

Os benefícios e os riscos dos treinos de sete minutos


Em sete minutos nem dá tempo de suar, apesar de terem uma duração bastante pequena, os exercícios são de alta intensidade. O alto nível de esforço em pouco tempo é o que garantirá os resultados do treino, como ganho de massa e melhor condicionamento físico.

“Não tenho tempo” e “não tenho dinheiro para pagar a academia” estão entre as principais alegações de quem não se exercita. Mas a tecnologia está contribuindo para que esses fatores sejam considerados desculpas fracas. Os aplicativos com treinos de sete minutos estão entre os mais baixados na Apple Store e no Google Play.

Mas será que treinos tão curtos são realmente eficazes? “Qualquer exercício de alta intensidade praticado durante sete minutos apresenta alguns benefícios, mas não existe fórmula mágica”, afirma o treinador Marcio Atalla. “Mas qualquer iniciativa para sair do sedentarismo é valida, pois ele tem uma relação enorme com mortalidade e doenças crônicas. Qualquer atividade física diminui a chance de ter diabetes e sobrepeso.”

Para quem não está praticando nenhum esporte, os aplicativos com treinos rápidos podem ser uma ferramenta útil. Além do tempo curto, eles geralmente podem ser feitos em casa, o que torna mais fácil o comprometimento e a disciplina. Marcio Atalla recomenda uma frequência de seis a sete vezes por semana – ou seja, diariamente – para terem eficácia.

Se a ideia é emagrecer, deve-se aliar a pratica dos exercícios a uma alimentação balanceada e garantir um deficit calórico ao fim do dia. Outra vantagem é manter o metabolismo acelerado após o treino e, quanto mais intensa a atividade, maior a duração do efeito.

Atalla confirma o potencial da combinação de exercícios para perder peso, mas tem ressalvas. “Não tem como falar que as pessoas vão perder uma quantidade específica de quilos. Cada corpo é um corpo, às vezes o peso se mantém, mas a pessoa muda a composição corporal.”

Mas para quem já está pegando o celular para fazer o download pensando que em sete minutos nem dá tempo de suar, vale avisar: apesar de terem uma duração bastante pequena, os exercícios são de alta intensidade. O alto nível de esforço em pouco tempo é o que garantirá os resultados do treino, como ganho de massa e melhor condicionamento físico.

“Essa combinação de atividades funciona tanto quanto subir sete minutos de escada, outro exercício extremamente intenso. Pular corda também substitui essa novidade tecnológica. Mas pular corda durante sete minutos é muito difícil, então você pode intercalar, pular durante 30 segundos com correr no lugar; é muito mais seguro e tem o mesmo efeito do treino de aplicativo”.

Também é importante lembrar que após um período, cerca de três meses, praticando o treino de sete minutos será necessário aumentar a duração do exercício, pois o corpo se adapta ao estímulo e não será possível elevar a intensidade, que já é alta. Outra preocupação envolvendo a ideia dos treinos online é o risco de lesões, pois o usuário os faz sem a supervisão de um profissional.

“Canso de ver as pessoas postando vídeos fazendo essas séries, às vezes até com crianças no colo, e fazendo tudo errado. Aquele tradicional, por exemplo, que você pula e faz flexão, 80% das vezes é feito de maneira errada. São exercícios que para a grande maioria das pessoas sedentárias tem um alto grau de dificuldade”, afirma o treinador.

Matéria publicada no site ClicFolha

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quinta-feira, 10 de dezembro de 2015

Condicionamento, equilíbrio e alívio do estresse: os benefícios de pedalar


O ciclismo traz benefícios físicos e emocionais, contribuindo muito para a qualidade de vida. Como atividade aeróbica, gera perda de peso, ajuda a equilibrar a pressão e os níveis de triglicérides. Também trabalha equilíbrio e confiança, além de relaxar e combater o estresse. Praticada com bom senso e na medida da forma física de cada um, a atividade quase não tem restrições.

Com as facilidades da vida moderna, o sedentarismo ganha cada vez mais espaço no dia a dia, gerando ou agravando problemas de saúde.

Manter uma dieta equilibrada e introduzir a atividade física na rotina são premissas básicas para ficar longe das doenças.

“Exercícios simples, como caminhar ou andar de bicicleta, ajudam a prevenir doenças crônicas como obesidade, colesterol alto e hipertensão”, diz Mauro Guiselini, professor de educação física do curso de Educação Física do Complexo Educacional FMU, de São Paulo.


O ciclismo traz benefícios físicos e emocionais, contribuindo muito para a qualidade de vida. “Como atividade aeróbica, gera perda de peso, ajuda a equilibrar a pressão e os níveis de triglicérides. Também trabalha equilíbrio e confiança, além de relaxar e combater o estresse. Praticada com bom senso e na medida da forma física de cada um, a atividade quase não tem restrições”, completa Marcos Paulo Reis, treinador de corrida e ciclismo, diretor técnico da MPR Assessoria Esportiva, de São Paulo.

Até usada como meio de transporte a bicicleta é boa para a saúde. “Muita gente busca essa alternativa de locomoção e acaba ganhando fôlego e bem-estar. Chegar ao escritório pedalando traz muito mais disposição para seu dia”, atesta o atleta e consultor Cleber Ricci Anderson, da Anderson Bicicletas de São Paulo. Então, vamos pedalar?

Antes de começar, vá ao médico 

Não importa se o objetivo é melhorar o condicionamento físico, manter a forma, passear com a família no fim de semana, adotar a bike como meio de transporte ou mesmo treinar parar participar de competições. Antes de dar o start no esporte é bom consultar um médico, que pode ser o clínico geral ou o cardiologista.

“Um bom exame clínico e outros laboratoriais, de esforço ou de imagens irão atestar a aptidão para a prática esportiva e dar a segurança necessária para evoluir no treino”, diz o professor Kenny Monteiro, da Cia Athletica, unidade Belém do Pará. Entre os exames que podem ser pedidos estão: hemograma, colesterol total e frações e teste ergométrico.

Não há grandes restrições para a prática do ciclismo, mas pessoas com problemas nos joelhos – como tendinite ou condromalácia – devem realizar a atividade em intensidade menor. Consultar um ortopedista para avaliação antes de iniciar também é recomendado.


Entre em forma pedalando 

Para quem não pode, não consegue ou não gosta de correr, por exemplo, pedalar é uma excelente alternativa de exercício aeróbico. “Uma pedalada leve queima cerca de 400 calorias por hora. E, por não causar tanto impacto nas articulações, oferece menos riscos de lesões do que a corrida”, compara Kenny Monteiro, triatleta e professor de ciclismo Cia Athletica, unidade Belém do Pará.

Onde pedalar? 

“A rua é um ambiente agradável e mais divertido. O exercício também consegue ser mais completo do que na bicicleta ergométrica ou nas aulas de spinning. Pedalando ao ar livre, você estimula mais suas capacidades motoras e de coordenação, como destreza, equilíbrio, reação e ritmo”, argumenta o treinador Marcos Paulo Reis, da MPR Assessoria Esportiva, de São Paulo.

Mas é importante lembrar que a rua também envolve riscos. “Nessa modalidade existem aqueles que já caíram e os que vão cair. E tombo no asfalto nunca é pouca coisa. Portanto, é preciso pedalar equipado, atento aos itens de segurança”, reforça Reis.

Também não se esqueça de escolher um trajeto com menos trânsito de veículos e ciclovias e planeje trajeto de ida e volta antes de sair de casa. Também prefira pedalar de manhã cedo, quando o fluxo de veículos e pessoas nas ruas é menor.

Bike na academia 

Já a atividade na versão indoor, ao eliminar fatores externos (vento, trajeto acidentado e obstáculos) permite maior concentração e melhor postura na bike. Isso sem falar em motivação e conforto: música; ambiente de temperatura controlada; variação de cargas (velocidade e giro do pedal) e orientação de um instrutor. Como a técnica requerida é mínima, você consegue queimar mais calorias e evita contratempos próprios do ciclismo ao ar livre.

Também para avaliar sua real motivação em relação à modalidade (antes de investir dinheiro em uma bike) uma boa dica é começar pela bicicleta ergométrica ou pelas aulas de spinning. “Esse trabalho ajudará também a desenvolver lateralidade e coordenação, essenciais para quando você tiver de levar a magrela para encarar as ruas”, diz Reis.

Quantas vezes por semana? 

O ideal é que praticar a atividade de duas a três vezes por semana, por pelo menos 30 minutos, para desenvolver cadência, encontrar um ritmo. “Para começar, 10 quilômetros a uma velocidade de 20km/h está bom. Com um pouco mais de treino, logo dá para chegar a 30 quilômetros, o que é um excelente treino”, diz Kenny Monteiro, triatleta e professor de ciclismo Cia Athletica, unidade Belém do Pará.

É importante não exagerar na intensidade dos exercícios, para evitar o risco de lesões e mal-estar. “A melhor maneira de se exercitar é de forma leve a moderada”, alerta Mauro Guiselini, professor de educação física do curso de Educação Física do Complexo Educacional FMU, de São Paulo.

A escolha da bike

Se for sua primeira bike e especialmente se você tiver intenção de pedalar pelas ruas, prefira um modelo para mountain bike. “É mais confortável e você tem mais controle sobre ela”, diz Monteiro.
“Seja para passeio, para treino ou como transporte, a bicicleta deve ter o mínimo de qualidade (isso não quer dizer necessariamente cara) e estar bem ajustada ao ciclista, até para facilitar a postura ao guiá-la. Uma bike inadequada pode provocar dores e lesões”, alerta o consultor Cleber Ricci Anderson, da Anderson Bicicletas de São Paulo.

Além disso, vale a pena investir em equipamentos de segurança, como capacete, óculos e luvas, além de equipar a bicicleta com itens como buzina e luzes dianteira e traseira.

Matéria publicada no site Midia News

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Adultos de hoje são 10% mais pesados do que as pessoas na década de 1980


Um estudo canadense revelou que os adultos de hoje são 10% mais pesados do que as pessoas na década de 1980, mesmo seguindo a mesma dieta e o mesmo plano de exercícios.

Publicada na revista Obesity Research & Clinical Practice, a pesquisa foi feita a partir dos dados alimentares de 36.400 norte-americanos, entre os anos de 1971 e 2008, e as informações sobre atividades físicas de 14.419 pessoas entre 1988 e 2006.

Para examinar se a associação entre ingestão calórica, quantidade de exercícios físicos e índice de massa corporal (IMC) sofreu alguma transformação, os autores cruzaram dados de ambos os grupos de participantes.

Foi a partir daí que eles viram que entre 1971 e 2008, o IMC, a ingestão calórica total e o consumo de carboidratos aumentaram entre 10% e 14%, enquanto a ingestão de gordura e proteína diminuiu entre 5% e 9%. Entre 1988 e 2006, a frequência de atividade física aumentou entre 47% e 120%.

Desse modo, eles descobriram que uma pessoa, em 2006, que come o mesmo número de calorias e macronutrientes (como gordura e proteína) e se exercita da mesma forma que uma pessoa da mesma idade nos anos de 1988 tem o IMC 2,3 pontos mais alto.

“Nossos resultados sugerem que, se você tem 25 anos, você teria que comer ainda menos e se exercitar mais do que os mais velhos, para evitar ganhar peso”, afirma Jennifer Kuk, professora de cinesiologia e ciência da saúde na Universidade de York (Canadá), em um comunicado.

Causas

De acordo com Kuk, existem três fatores relacionados à mudança no estilo de vida e ao meio ambiente que podem ser culpados pelo aumento do peso.

O primeiro é a maior exposição a produtos químicos, como pesticidas e até substâncias em embalagens de alimentos. Segundo a professora, eles podem estar alterando os processos hormonais que regulam o peso do ser humano.

Em segundo lugar, o uso excessivo de medicamentos prescritos nas últimas décadas podem ter ajudado nesse aumento. Antidepressivos e estabilizadores de humor (como o ácido valpróico e o líto), por exemplo, causam aumento de apetite e, por consequência, ganho de peso.

O último ponto tocado por Kuk está relacionado às bactérias do intestino, que podem ter sofrido mudanças com o passar dos anos e desregulado a maneira como nosso corpo processa as gorduras.
A professora também acredita que a proliferação de adoçantes artificiais pode desempenhar um papel nesses números. “Em última análise, a manutenção de um peso corporal saudável é agora mais difícil do que nunca”, explica Kuk.

Matéria publicada no site Exame

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Busca exagerada pela saúde pode causar doenças e desequilíbrio emocional


“A busca incessante pela saúde, em vez de trazer saúde perfeita, vem trazendo doenças. A primeira é a emocional, uma postura obsessiva na busca de saber tudo o que vai acontecer, como se fosse capaz de controlar a vida.O homem precisa aprender a viver a vida como ela é” – Marcos Aguiar, coordenador do Serviço de Genética do Hospital das Clínicas.

Cada vez mais as pessoas se preocupam com a saúde. A busca por corpo e mente saudáveis ganha aliados poderosos com o avanço da tecnologia e já é possível cuidar do ser humano desde quando se é um bebê na barriga (pensando também na fertilização in vitro e na seleção dos embriões) até a velhice. O número de exames, máquinas avançadas, precisão de resultados aliados à mudança de mentalidade com a preocupação e a busca por alimentação adequada e atividade física não são garantias, mas grandes passos na prevenção de doenças. Mas será que toda essa aparelhagem de última geração e a nova consciência são suficientes para garantir uma vida com saúde, uma busca incansável nos dias atuais?

Marcos Aguiar, professor de pediatria da Faculdade de Medicina da Universidade Federal de Minas Gerais (UFMG) e coordenador do Serviço de Genética do Hospital das Clínicas, enfatiza que a pergunta a ser feita é: “Até que ponto a obsessão pela saúde perfeita leva à saúde perfeita?”. Com autoridade, ele garante que a melhor coisa é procurar ser feliz. “Isso é extremamente importante, porque a busca incessante da saúde, em vez de trazer saúde perfeita, vem trazendo doenças. A primeira é a emocional, uma postura obsessiva na busca de saber tudo o que vai acontecer, como se fosse capaz de controlar a vida. O homem precisa aprender a viver a vida como ela é. A obsessão pela saúde leva a gastos excessivos de dinheiro das pessoas, do governo e, mais do que isso, cria doenças iatrogênicas (aquelas produzidas pelo médico ou sistema de saúde). Também é preciso lembrar que todo remédio tem efeitos colaterais e o seu uso prolongado pode trazer consequências nocivas à saúde.”

O médico diz que está estabelecido na literatura que há doenças overdiagnosed, ou seja, diagnosticadas em excesso. Para Marcos Aguiar, tal atitude “favorece uma medicalização da vida. E isso é complexo até porque o diagnóstico da maioria das doenças deve ser clínico, ou seja, ter sintoma, apontar um problema a resolver e a pessoa, aí sim, procura um médico”.

Para o pediatra geneticista, exame sem necessidade “descobre coisas não necessariamente com significado clínico”. Marcos Aguiar deixa bem claro que “não é que eu seja contra a saúde preventiva, desde que seja para pesquisar coisas muito bem estabelecidas”. Quanto à busca da saúde nas diversas fases da vida, Marcos Aguiar indica procurar o médico especialista. “No caso do pré-natal, o obstetra vai solicitar os exames adequados. Já na infância e adolescência é preciso ter um pediatra e vacinar. Na adolescência e adulto, ter acompanhamento de um clínico e reforçar a vacinação. No caso das meninas, tomar a vacina do HPV. E o idoso ir ao geriatra. São esses profissionais que avaliam a necessidade de fazer exames.”

Marcos Aguiar destaca que o excesso de exames para buscar a saúde perfeita está equivocado. “Estamos vivendo na medicina do protocolo, onde a relação médico-paciente desapareceu. Devemos ter uma atitude mais simples diante da saúde e da vida em vez de ficar querendo ter mais saúde do que o outro.” O fundamental para a saúde todos já sabem, e ele enumera mais uma vez: “Alimentação saudável, evitar gordura e sal, praticar atividade física, ter exposição razoável ao sol, não fumar e beber com moderação”.


OCTOGENÁRIO

Para o geriatra Flávio Chaimowicz, professor-associado do Departamento de Clínica Médica da Faculdade de Medicina da UFMG, com pós-doutorado em educação médica no Institute of Medical Education Research da Erasmus University de Rotterdam, na Holanda, a pergunta a ser feita não é “como ser um adulto com saúde”, mas “como se cuidar durante a vida adulta para se tornar um octogenário saudável”. Hoje, apenas 1% da população brasileira tem 80 anos ou mais, mas esse número deverá quintuplicar até 2050. Para ele, é preciso ter em mente quais são os problemas pelos quais as pessoas adoecem e morrem no Brasil. “E, a partir daí, utilizar métodos comprovados para tratar, detectar precocemente ou mesmo prevenir essas doenças.”


Como exemplos, Flávio explica que o câncer de intestino é uma importante causa de morte no Brasil, mas se descoberto precocemente pode ser removido sem a necessidade de cirurgia ou quimioterapia. A osteoporose, grande vilã das fraturas do quadril em idosos, pode ser revertida pela utilização de medicamentos, detectada precocemente por meio de exames simples e mesmo prevenida durante a vida adulta. Com relação às doenças neuropsiquiátricas comuns em idosos, como Alzheimer e demência vascular, atualmente sabe-se que são altamente suscetíveis à prevenção; o diagnóstico precoce, do mesmo modo, possibilita intervenções que trazem grande repercussão na qualidade de vida dos pacientes e de suas famílias.

Flávio ressalta a importância da consulta periódica de adultos para a manutenção da saúde. Exames complementares também são fundamentais, e a medicina tem se beneficiado com avanços tecnológicos que aumentaram sua acurácia e reduziram suas limitações. Flávio explica que exames de imagem não invasivos conseguem detectar calcificações das coronárias e ajudam a estimar o risco cardiovascular; a colonoscopia virtual pode ser realizada em idosos debilitados que não tolerariam o exame tradicional; a densitometria óssea do antebraço é capaz de diagnosticar osteoporose mesmo em pacientes com osteoartrose, que prejudica a interpretação dos exames tradicionais da coluna lombar e fêmur. Mas o geriatra lembra que apenas uma pequena parcela dos brasileiros consegue realizar com a regularidade necessária exames básicos como a mamografia, Papanicolaou, colonoscopia e densitometria óssea. “É preciso democratizar o acesso aos exames de prevenção e detecção precoce de doenças.”

Flávio Chaimowicz alerta para o perigo dos excessos: “A maioria dos brasileiros vem adotando um estilo de vida sedentário, com dieta hipercalórica, pouca atividade física e ganho de peso. Por outro lado, há aqueles excessivamente preocupados com a saúde e que terminam nas mãos de profissionais que oferecem tratamentos e dietas milagrosos. Essa desregulação não ocorre na França, Holanda, Noruega, Japão…”.

Matéria publicada no site Uai

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quarta-feira, 2 de dezembro de 2015

Reeducação alimentar, atividade física e disciplina: receita para perder peso com qualidade de vida


A decisão por perder peso com qualidade de vida implica, primeiramente, na escolha de um programa que ofereça segurança e atuação multidisciplinar, porque um aspecto dessa busca não pode estar dissociado de outro.

Assim, por exemplo, a alimentação correta e equilibrada deve estar associada à prática de atividade física adequada, entre outros desdobramentos e conexões. Uma atividade complementa, interage e subsidia a outra, de maneira integrada.

Outro aspecto importante é estruturação do programa dentro da necessidade e características de cada indivíduo e seus objetivos de emagrecimento. É preciso atuar respeitando os parâmetros, porém, é imprescindível personalizar a atividade.

Essa estruturação tem sido o diferencial do Programa Vip de Emagrecimento, da Academia Espaço Vip, em Adamantina. Nele, a expectativa do indivíduo – homens e mulheres – é mesurada dentro de uma dinâmica personalizada que reorganiza toda a rotina e imprime uma nova postura, que engloba a alimentação, hábitos e atividade física.

Marina Emed Jacinto Micheloni é proprietária da Espaço Vip e explica que o Programa Vip de Emagrecimento foi criado conjuntamente com nutróloga Dra. Ana Carolina Natera Passoni e com o professor Rafael Penha, com o intuito de auxiliar e acompanhar o emagrecimento com qualidade.

De imediato o interessado é submetido à avaliação da equipe e a partir de então é desenvolvido um planejamento conjunto envolvendo todos os profissionais.

A princípio, segundo Marina, é feita uma consulta com a nutróloga, mas se o aluno já realiza um acompanhamento nutricional com outro profissional, aplica-se somente o programa de exercícios específicos para a redução do percentual de gordura.

O segundo ponto que estrutura o programa é a avaliação física completa, onde não só o peso e altura são registrados, mas a perimetria, dobras cutâneas, flexibilidade, além de um teste específico na esteira. Após colher todos os dados – que são lançados em um software específico para monitorar a evolução de cada um no programa – os profissionais fazem o planejamento individualizado, e somente com o uso do seu próprio frequencímetro, o interessado poderá começar.

A contribuição do participante, no seu próprio programa de emagrecimento, é sua própria atitude e autodisciplina: deverá frequentar a academia pelo menos cinco vezes por semana, durante o programa e, fora dali ter um compromisso com a correta alimentação. Juntas, as duas novas condutas permitirão o sucesso esperado.

Além de todos esses aspectos, Marina destaca como diferencial da Espaço Vip a possibilidade de o aluno escolher o horário que deseja treinar, facilitando assim cumprir as sessões na semana. “E todo e qualquer horário que ele escolher, haverá um profissional para acompanhá-lo”, destaca.

Além dos ganhos em saúde, estética, qualidade de vida e na melhor autoestima, o Programa Vip de Emagrecimento oferece incentivos especiais. Um deles premia os melhores resultados, como por exemplo, brindes especiais, serviços como massagens e descontos a quem conseguir perder mais peso dentro de um determinado período.

Matéria publicada no site Siga Mais

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Pilates previne em até 25% problemas cardíacos


Conhecida por oferecer condicionamento físico e uma melhor qualidade de vida, a prática da atividade tem ganhado adeptos entre cardiopatas.

De acordo com a OMS (Organização Mundial de Saúde), atividades físicas moderadas e regulares, como o Pilates, reduzem de 20% a 25% o risco de problemas cardíacos, além de diminuírem a gravidade de deficiências associadas a cardiopatias e outras doenças crônicas. Isso, porque a atividade trabalha corpo e mente, auxiliando o praticante no aumento da capacidade respiratória, ganho de consciência corporal e maior oxigenação sanguínea durante o exercício, aumentando com isso o funcionamento cerebral.

Segundo o fisioterapeuta da Club Fisio Heitor Cavalini, a prática dos exercícios do Pilates eleva os batimentos cardíacos, levando sangue rico em oxigênio para todas as fibras musculares. “Esse processo ajuda a reverter disfunções nos vasos sanguíneos e, por aumentar o consumo de oxigênio no sangue, melhora a produção de energia no músculo. Além disso, auxilia a função respiratória por trabalhar a musculatura do local”, conta.

A prática do Pilates também ajuda no aumento da massa magra e, consequentemente, da força muscular, o que gera uma melhora na funcionalidade e diminui os fatores de risco cardíacos. “Os problemas do coração associados à falta de exercício físico contribuem para o aparecimento de dores musculares, diminuição da capacidade funcional e cansaço. Nesse sentido o Pilates é um ótimo aliado”.

É indicado, porém, que antes de começar a praticar o exercício a pessoa procure orientação de um cardiologista.


Matéria enviada por COMMUNICA BRASIL www.communicabrasil.com.br

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Como o carboidrato pode ajudar no processo de emagrecimento


De acordo com um estudo realizado pela Universidade Hebraica de Jerusalém (Israel), a ingestão de carboidrato durante a noite aumenta a produção de leptina, hormônio responsável por controlar o apetite – ou seja,reduz a fome no dia seguinte.

Cá entre nós, a polêmica em torno do consumo de carboidratos de noite já deu o que tinha que dar – e eu, você e todo mundo já estamos cansados de aguardar um veredicto, certo? Pois bem, esqueça tudo o que ouviu até agora e comemore: o nutriente está liberado!

Na verdade, segundo a nutricionista Jacqueline Anversa, o problema nunca esteve no carboidrato em si, mas, sim, na qualidade da sua alimentação ao longo do dia e no seu estilo de vida. “O verdadeiro culpado é o sedentarismo. Se você pratica atividade física regularmente, não há problema algum em consumi-lo. Pelo contrário, ele faz bem à saúde e garante a energia necessária para você dar aquele gás na academia”, afirma.

O segredo para o sucesso da dieta é escolher o tipo certo de carboidrato. “Opte sempre pelos carboidratos complexos (aveia, batata-doce, quinoa, arroz integral e centeio, por exemplo), que possuem baixo índice glicêmico. Quanto menor o índice, mais lenta é a liberação de glicose no sangue, o que faz a pessoa se sentir saciada por mais tempo”, explica Jacqueline.

Ainda não está convencida? Então, acrescente mais um argumento à lista: de acordo com um estudo realizado pela Universidade Hebraica de Jerusalém (Israel), a ingestão de carboidrato durante a noite aumenta a produção de leptina, hormônio responsável por controlar o apetite – ou seja, você sentirá menos fome no dia seguinte. Os pesquisadores acompanharam 78 voluntários que seguiram um cardápio de 1.500 calorias diárias composto por 20% de proteína, 30% a 35% de gorduras e de 45% a 50% de carboidratos.

Os participantes foram divididos em dois grupos – o primeiro deveria consumir a cota do nutriente durante o dia, e, o segundo, à noite. Após seis meses, a boa notícia: o time número dois apresentou taxas mais altas de leptina. “Também foi constatada a alteração no padrão de dois outros hormônios: a grelina, que desencadeia a gula, e a adipectina, responsável por evitar o depósito de gordura nas artérias”, acrescenta Jacqueline.

A endocrinologista Maria Fernanda Barca, ensina como acrescentar carbo ao prato. “Ele deve estar sempre acompanhado de proteínas, vegetais e gorduras boas. Isso evita o quadro de hipoglicemia, no qual são liberados adrenalina e cortisol, hormônios do estresse que desaceleram o metabolismo e impedem a queima de gordura”, aconselha.

Matéria publicada no site Bonde

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