quinta-feira, 6 de agosto de 2015

Atividade física na infância ajuda no desenvolvimento do repertório motor



Estudos mostram que o risco de uma criança obesa se tornar um adulto obeso é de 40%. Já o adolescente obeso se torna um adulto obeso em 80% dos casos, ou seja, o dobro se compararmos a uma criança obesa.

Introduzir verduras e legumes na alimentação das crianças às vezes pode ser uma luta. Na hora de escolher a comida, elas acabam preferindo os industrializados, os fast foods, os doces… Entretanto, os pais precisam ficar alerta, pois a cada ano mais crianças ficam obesas. Iniciativas que motivam a criança a sair do sedentarismo e também que comida saudável pode ser gostosa. Participaram do programa a endocrinologista Cintia Cercato e o médico do esporte e consultor Gustavo Magliocca.

Estudos mostram que o risco de uma criança obesa se tornar um adulto obeso é de 40%. Já o adolescente obeso se torna um adulto obeso em 80% dos casos, ou seja, o dobro se compararmos a uma criança obesa. Por isso, atenção na alimentação e no sedentarismo na infância!

Quando a alimentação da criança é pobre em nutrientes, ela pode ter anemia. Outro problema é a falta de cálcio. Quase 50% da massa óssea é obtida até os 18 anos e 99% do cálcio está nela. A falta de cálcio reflete no déficit de crescimento, déficit de desenvolvimento, maior chance de obesidade e osteoporose.

Recomenda-se 1300mg de cálcio ao dia, ou seja, três porções de derivados lácteos (iogurte, leite e queijo, por exemplo). O cálcio também está presente nas folhas verdes escuras, brócolis, repolho, espinafre. Além do cálcio, é importante consumir também o ferro, encontrado principalmente na carne vermelha.

E os benefícios da atividade física? Além de fazer a criança se mexer e sair do sedentarismo, os exercícios ajudam a emagrecer. Isso reflete no colesterol, risco de diabetes, risco cardiovascular, risco de câncer e também melhora o humor, concentração e estado de alerta.

Os pais devem dar o bom exemplo sempre, desde cedo. Estudos mostram que 90% dos filhos de pais ativos também são ativos. Até os 14 anos é recomendado que a criança faça diversas modalidades esportivas para desenvolver o repertório motor.

A Organização Mundial da Saúde recomenda 2 horas/dia de exercícios para crianças de até cinco anos e 1 hora/dia para crianças e adolescentes até os 17 anos. Esse tempo deve ser distribuído ao longo da rotina diária.


Matéria publicada no site G1

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Leite materno protege contra excesso de peso precoce



As crianças vêm desenvolvendo o excesso de peso cada vez mais precocemente, por isso é importante buscar quais aspectos dessa alimentação inicial poderiam influenciar o desenvolvimento do excesso de peso nessa faixa etária.

Pesquisa realizada na cidade de Taubaté, interior de São Paulo, relacionou aspectos da alimentação de crianças no início da idade pré-escolar com seu estado nutricional. O estudo é fruto do projeto de mestrado da nutricionista Amanda Foster Lopes, realizado na Faculdade de Saúde Pública (FSP) da USP, com apoio do Conselho Nacional de Desenvolvimento Científico e Tecnológico (CNPq) e em parceria com a Secretaria de Educação da Cidade de Taubaté. O projeto foi estimulado pela residência de Amanda na área de pediatria, porém com enfoque na alimentação infantil para aproximar-se de sua profissão.

Durante o primeiro ano de vida, em geral, as crianças sofrem um importante processo de transição na alimentação, o qual se inicia com a nutrição via cordão umbilical intraútero, seguida pela amamentação, alimentação complementar e, finalmente, pela comida da família. A alimentação é um dos mais importantes fatores entre os determinantes do desenvolvimento do excesso de peso e obesidade, condição que, atualmente, tem atingindo o público infantil e vem sendo considerada um problema de saúde pública.

As crianças vêm desenvolvendo o excesso de peso cada vez mais precocemente, por isso é importante buscar quais aspectos dessa alimentação inicial poderiam influenciar o desenvolvimento do excesso de peso nessa faixa etária.

Amanda constatou que crianças as quais receberam leite materno durante um maior período apresentaram menor escore z — distância do valor observado em relação à mediana dessa medida ou ao valor da população de referência — de Índice de Massa Corpórea (IMC) para a idade no momento da avaliação. Em outras palavras, isso significa que receber leite materno por mais tempo pode ser um fator de proteção contra o desenvolvimento do excesso de peso dos 2 aos 4 anos, em média.

Metodologia

Para a realização da pesquisa, um sorteio selecionou as 27 creches e pré-escolas de Taubaté que participaram do estudo, somando um total de 463 crianças. A metodologia envolveu a elaboração de um questionário com uma série de perguntas, tais como peso da criança ao nascer, sexo, tipo de parto e também sobre a alimentação, que envolvia duração do aleitamento materno exclusivo e não exclusivo e idade de início da ingestão de alguns alimentos, como água, chá, leite não materno, papa de fruta, papa de vegetais e guloseimas.

O questionário foi enviado para os pais pela agenda escolar das crianças junto com o Termo de Consentimento Livre e Esclarecido, autorização para a participação de seus filhos no estudo. Com as respostas, Amanda começou a destrinchar as informações. “Aferi o peso e o comprimento dessas crianças, para a avaliação através do escore z de IMC para a idade. Depois da coleta de todos os dados, foram realizadas análises estatísticas”, relata.

A pesquisa de Amanda mostrou que 27,5% das crianças estudadas na cidade de Taubaté já apresentam excesso de peso aos 2 anos de idade, resultado que confirma a presença de excesso de peso em crianças cada vez mais novas. Quanto à alimentação, os resultados mostram importante distanciamento entre o que é orientado e pela Organização Mundial da Saúde (OMS) e a realidade quanto às práticas de aleitamento materno.

“O leite materno deve ser oferecido de forma exclusiva até os seis meses de idade e os nossos resultados evidenciaram que metade das crianças estudadas deixaram de recebê-lo de forma exclusiva antes dos 3 meses de idade”, revela Amanda.

O estudo mostrou que o aleitamento materno de forma não exclusiva tem uma duração média de 9,9 meses, sendo que 50% das crianças já haviam deixado de receber leite materno aos 6 meses de idade.

Segundo Amanda, essas inadequações quanto ao aleitamento materno refletiram na introdução dos outros alimentos analisados — introdução essa a qual, em geral, se deu de forma precoce, antes do período recomendado para a faixa etária. Amanda observou, ainda, que ser do sexo masculino foi um fator de proteção e que maior peso ao nascer se mostrou um fator de risco para o desenvolvimento do excesso de peso.

Cuidado com a alimentação

“Esse resultados confirmam conclusões já encontradas previamente em outros estudos”, diz Amanda. Uma reunião foi feita com todas as diretoras das creches onde foi aplicado o questionário para dar o retorno da pesquisa, apresentando quais as crianças estão em risco nutricional. Contudo, Amanda relata que durante a coleta dos dados, em conversas com as professoras, havia sido observado que todas as crianças em risco nutricional já realizavam acompanhamento com profissionais especializados.

Amanda coletou uma ampla gama de fatores, os quais podem ou não ter relação com o desenvolvimento do excesso de peso na faixa etária, desde aspectos dos hábitos alimentares até aspectos culturais. Em suas palavras, “mais estudos são necessários para a melhor compreensão de tais fatores e seus efeitos, que envolvem o aumento da prevalência de obesidade em crianças cada vez mais jovens”.

Por outro lado, os resultados ressaltam a importância do aleitamento materno. Amanda acredita que políticas voltadas para promoção e incentivo da amamentação podem contribuir – entre outros benefícios – no campo da saúde pública também para uma redução da epidemia de excesso de peso, a qual já se apresenta entre indivíduos de muito pouca idade.


Matéria publicada no site EBC

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Brincadeiras com certo risco trazem benefícios às crianças, aponta estudo



Estudo feito em conjunto pela University of British Columbia e pelo Child & Family Research Institute do BC Children’s Hospital, no Canadá concluiu que crianças precisam da possibilidade de correr “riscos” para aprenderem sobre seus próprios limites.

Criatividade, resiliência e habilidades sociais podem ser ser melhoradas quando a criança se sente desafiada

Quando você leva seu filho ao parquinho, já parou para pensar quão desafiadores são aqueles brinquedos para ele? Se para você o escorregador parece pequeno, do ponto de vista dele, não é. O gira-gira pode dar o maior frio na barriga quando recebe um forte impulso. No vai e vem, o balanço pode alcançar uma altura considerável. Mas calma! Não precisa se preocupar. Brincadeiras que oferecem certo risco podem trazer diversos benefícios ao seu filho. Ao menos, é isso o que apontou um estudo feito em conjunto pela University of British Columbia e pelo Child & Family Research Institute do BC Children’s Hospital, no Canadá, e publicada no International Journal of Environmental Research and Public Health.

A análise consistiu em uma revisão sistemática de 21 publicações relevantes focadas em indicadores e comportamento associados a modalidades de brincadeiras consideradas de risco, assim como ambientes propícios ao desenvolvimento dessas atividades.

A conclusão principal é que crianças precisam da possibilidade de correr “riscos” para aprenderem sobre seus próprios limites. “Se arriscar é importante porque faz você entrar em contato com as suas possibilidades. Assim, você passa a se enxergar como alguém que pode muito mais”, explica a psicóloga e psicopedagoga clínica Ana Cássia Maturano. Mesmo que esse aprendizado se dê em uma área lúdica, como nessa análise ligada à atividade física, o ensinamento que ela propicia, mais tarde, poderá ser aplicado a outros aspectos da vida. “A tendência humana é de generalizar posturas. Experiências nos ensinam novos modos de lidar com as situações em geral”, completa. Isso significa que uma criança que topa desafios e situações de risco nas brincadeiras, mais tarde, quando for adulta, pode ter a mesma coragem na hora de tomar outras decisões arriscadas, como mudar de emprego, morar fora do país, empreender em um negócio próprio ou até mesmo começar um novo relacionamento.

Brincadeira ao ar livre: mais espaço e possibilidades

Mas não é só isso: brincadeiras em áreas externas consideradas arriscadas por pais – como escalar, subir em lugares altos e pular – são positivas tanto para a saúde das crianças, por representarem uma atividade física, quanto por encorajarem a criatividade, as habilidades sociais e a resiliência. O primeiro item, porque não é possível criar nada sem se arriscar de certa forma. O segundo, porque nesses espaços as crianças interagem com outras: exercitam a cooperação, vencem a timidez e fazem amigos. E o último, porque superando desafios na brincadeira, elas aprendem a não desistir.


Nesse sentido, playgrounds e áreas abertas com elementos naturais, como árvores e plantas, obstáculos com diferentes alturas e espaço suficiente para correr livremente, oferecem possibilidades que o brincar dentro de casa não contempla. “A criança se diverte em qualquer canto, mas uma área ao ar livre permite mais movimento: dá para pular corda, chutar bola… Existe a possibilidade de usar mais o corpo”, explica a psicopedagoga.

Encorajar x amedrontar

Mas qual é o limite entre encorajar a criança a embarcar em desafios, para que ela supere seus medos, e criar um filho imprudente, sem noção de perigo? “O medo é fundamental porque é um sentimento que nos preserva. O que deve ser superado é o medo das pequenas coisas, como o de rebater uma crítica ou expor uma opinião”, explica Ana Cássia.


Por isso, é importante nunca obrigar seu filho a fazer algo que ele claramente não quer porque tem medo. Ele não está a fim de subir naquele escorregador que parece ameaçador demais? Não insista. Aos poucos, reintroduza a ideia, mostrando que ele não está sozinho. Se ofereça para acompanhá-lo no brinquedo: fale que você vai segurar a mão dele durante todo o tempo, que não vai deixá-lo cair, ou que estará à espera dele no final da descida. Assim, a confiança vai sendo adquirida. “É preciso perceber que algumas ações que parecem bobas para você, são relevantes para a criança”, completa a Ana.

Segurança é importante, sim!

Permitir que a criança se arrisque e se supere não significa negligenciar sua segurança e seu bem-estar. Por isso, é interessante prestar atenção a alguns detalhes antes de escolher o local da próxima brincadeira. “Nos parquinhos, é importante verificar se os brinquedos são seguros, sem pontas onde as crianças possam se ferir e sem partes enferrujadas. Outro cuidado é com o piso, que deve absorver o impacto (como um gramado ou emborrachado), diminuindo a chance de acontecer uma lesão mais séria em caso de queda”, recomenda a coordenadora nacional da ONG Criança Segura, Gabriela de Freitas.


Outro cuidado está na escolha das roupas: calças com a barra comprida demais, cordões, cadarços desamarrados e cachecóis podem enroscar nos brinquedos ou até ocasianar tropeços. Muitas vezes, um comportamento mais agressivo ou entusiasmado demais entre as próprias crianças também pode aumentar os riscos de acidente, por isso a orientação e a supervisão de um adulto são indispensáveis. “É interessante estabelecer certas ‘regras’ de comportamento como: não empurrar, não dar encontrões, não se amontoar e não passar por trás da balança em movimento”, explica Gabriela.


Matéria publicada na Revista Crescer

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Ballet para adultas



Muitas mulheres estão buscando o ballet depois de adultas; seja para melhorar o condicionamento físico, para realizar um sonho de infância ou mesmo por hobby. Além de uma frustração resolvida, as mulheres descobrem nesse tipo de aula uma maneira de melhorar o corpo e a mente.

Desde a infância, as meninas sonham em aderir ao mundo das sapatilhas, saias ‘tutu’ e coques. A vontade de se tornarem bailarinas surge inicialmente, e na maior parte das vezes, através das mães, que normalmente fazem planos e incentivam as pequenas a iniciarem as aulas de ballet o quanto antes.

No entanto, em algumas academias de dança a barra de ballet já não pertence mais somente às crianças ou às profissionais de dança. Muitas mulheres estão buscando o ballet depois de adultas; seja para melhorar o condicionamento físico, para realizar um sonho de infância ou mesmo por hobby. Além de uma frustração resolvida, as mulheres descobrem nesse tipo de aula uma maneira de melhorar o corpo e a mente.

A professora de ballet clássico, Maria Izabel Martins da Silva, a Bebel, que dá aula em inúmeros colégios em Hortolândia e na academia feminina Tônus, explica que um dos benefícios de se iniciar o ballet depois dos 18 anos é que uma mulher adulta já conhece o próprio corpo e seus limites. “Nessa fase a mulher já entende a maneira de executar o movimento, mesmo que, no começo, com dificuldade. O processo de aperfeiçoamento será mais rápido do que no ballet infantil”, diz. “O ballet, quando iniciado na fase adulta, ao contrário do que muitos pensam, traz grande desempenho físico, trabalhando estruturas do corpo já esquecidas por conta da idade, como por exemplo flexibilidade, postura, equilíbrio, coordenação motora e resistência física. Quem pratica o ballet desempenha uma nova expressão fácil. Além disso, o ballet é um ótimo exercício para a mente e para o bem-estar, porque trabalha principalmente o abdômen, pernas, respiração e coluna, então tudo o que envolve essas partes terão benefícios, tanto para a saúde quanto para a estética”, completa.

Bebel conta que, a média de idade de mulheres que procuram as aulas variam entre 20 e 45 anos, e que o motivo que as leva à academia de ballet, geralmente, é o sonho de infância não realizado de se tornarem bailarinas. “Há uma grande procura de mulheres que fizeram ballet na infância e que, por algum motivo, precisaram parar. Outras, tinham o sonho de infância e só conseguiram realizar depois que ficaram independentes financeiramente. E também tem aquelas que levam suas filhas para fazerem aulas de ballet e acabam se interessando, aproveitando o momento em que as filhas estão em aula para fazerem também. Um exemplo disso é que, uma jogada das academias de dança é colocar aula para adultos no mesmo horário da turma infantil”, destaca.

Cristiane Fonseca, 32, é servidora pública, formada em música e adepta do ballet. “Comecei a fazer as aulas de ballet clássico em 2013, mas nunca havia dançado. Fui de curiosa e no intuito de fazer alguma atividade física, pois trabalho muito tempo na frente do computador. Para mim foi importante também para espairecer a cabeça e me desligar do mundo do estresse”, conta. “Das 20 alunas que frequentavam as aulas comigo, apenas duas ou três já tinham estudado ballet na infância. As demais, só tiveram essa oportunidade agora, pois não tinham condições financeiras para pagar as aulas de ballet na infância e agora têm. Além disso, ainda são poucas as escolas que oferecem o ballet funcional, ou seja, aulas de ballet para mulheres que não têm o objetivo de se tornarem bailarinas profissionais. Ou, algumas academias que têm essas aulas de ballet funcional não divulgam tanto quando deveriam. Algumas mulheres só não fazem as aulas por falta de informação. Mas a verdade é que não tem idade para começar a dançar. Na minha sala, por exemplo, tinha uma senhora de 60 anos, que já era avó, e sempre foi apaixonada por dança”, acrescenta.

Outra apaixonada pelas sapatilhas é a jornalista Jéssica Welma, de 24 anos. Ela dança desde 2014. “Não sei se tenho uma motivação específica para dançar. Acho que a paixão pela dança já nasceu comigo, só não pude desenvolvê-la como gostaria. O pontapé inicial para investir nas aulas aconteceu por indicação da minha ginecologista, para aliviar sintomas da TPM”, observa. “O ballet é um sonho de infância. Infelizmente, não tive acesso ao ballet, por motivos de distância e custos para se investir na modalidade. Por um bom tempo, a maior dificuldade foi conciliar horários. Só após terminar a faculdade, descobri uma escola de ballet que tinha aula para adultos aos sábados à tarde. Foi aí que tudo pôde começar de fato”, lembra.

Mesmo com a paixão pela dança, as exigências da ‘vida adulta’ já foram motivos para Jéssica pensar em desistir do sonho de infância. “Já pensei em parar. Uma das vezes foi no começo do ballet. Eu achava que não iria acompanhar a turma do ballet adulto, decorar os nomes das posições, ter força para os saltos, elasticidade… É necessário ter consciência de que o ballet é uma dança com muitos detalhes e, como muita coisa na vida, requer tempo para você se habituar. Hoje, não tenho mais vontade de parar por causa disso. Eu sou jornalista e isso significa horas extras em alguns dias e plantões no fins de semana. Não é fácil conciliar, até porque o ballet exige muita disciplina em relação à frequência nas aulas. Eu coloquei na minha cabeça que o ballet não é vaidade, é uma necessidade. A minha saúde depende dele também. Tenho um compromisso com o ballet e evito ao máximo atrapalhá-lo”, diz.

Para quem está pensando em começar a pratica, ela garante: vale a pena. “É importante tratar sobre o ballet adulto e seus benefícios. O desconhecimento da dança e do que ela propõe a oferecer gera preconceitos. Quando eu comecei a fazer ballet, encontrei muitas pessoas descrentes do potencial desenvolvimento que um adulto pode ter. Muita gente ainda pensa que ballet é ‘coisa de criança’. O meu conselho é: faça um teste. Os resultados, principalmente em relação ao bem-estar, compensam o esforço”, aconselha.

A professora Bebel explica que não há restrições de idade ou tipo físico para se iniciar as aulas, que duram cerca de 1h30 e são realizadas duas vezes por semana. “As aulas do ballet adulto são diferentes das aulas das crianças. Nas aulas infantis, eles começam de uma maneira completamente lúdica, com músicas e brincadeiras que ‘disfarçam’ os exercícios. Já na fase adulta o ponto principal é ‘acordar’ o corpo adormecido. O ballet adulto normalmente inicia de uma maneira leve, para iniciantes. E mesmo sendo leve, para elas que estão em um ritmo sedentário, acaba sendo um pouco puxado. Mas rapidamente o corpo se adapta à intensidade, podendo assim aumentar o grau de dificuldade. Essas aulas focam em exercícios na barra, com movimentos mais finos como alongamentos, aquecimento, ‘port de brás’ e ‘plié’, e no centro, com movimentos de baterias como saltos, giros, equilíbrio e aperfeiçoamento dos exercícios da barra”, explica. “Desde que a praticante saiba seus limites e faça as aulas com consciência, não terá nenhum problema. E por isso, o ballet é sim permitido para todos”, conclui.

Ballet trainning

O ballet trainning, conhecido em algumas academias como ballet fitness ou ballet funcional, é outra opção para as mulheres que sonham em dançar, mas querem fugir do tradicional ballet clássico.

“O ballet trainning é uma mistura de ballet clássico com musculação. É uma aula dinâmica, com músicas que fogem do clássico e que motivam as alunas. Os exercícios são baseados no pilates, na musculação e nos passos básicos do ballet. Tudo está ligado. Normalmente quem pratica está em busca de conhecer um pouco mais sobre o ballet e realizar o sonho de dançar. O ballet trainning é uma modalidade apenas de sala de aula, para a tonificação e correções corporais”, explica a professora Laiane Caetano, que dá aulas desta modalidade na academia She Moves, em Indaiatuba.

Laiane diz que também não há restrições para praticar o ballet trainning e que não é necessário ter conhecimento prévio do ballet clássico, pois tudo é ensinado durante as aulas, com correções de postura e posicionamento dos pés. “O ballet clássico trabalha a técnica da dança, com poucas repetições de passos, rigidez e músicas clássicas. Já o ballet trainning está mais voltado para o corpo, com exercícios de muitas repetições e músicas mais descontraídas. Mas, o prazer em se sentir bailarina, principalmente para quem nunca dançou, é delicioso. As aulas são trabalhadas em três partes: a parte solo, onde os exercícios são parecidos com pilates, trabalhando mais o abdômen; a barra, onde o ballet entra com toda a força, buscando exercícios do clássico com muitas repetições, correções de postura e tonificação das pernas; e ao centro da sala, onde podemos mesclar as duas primeiras partes e acrescentar exercícios aeróbico, para melhorar o condicionamento cardiovascular. A aula de ballet, portanto, está mascarada com a musculação. É muito mais fácil quebrar os tabus sobre o ballet quando ele está aliado à outra atividade. Assim, até o medo diminui”, explica.

Carla Midori Galo, administradora de empresas, 43, pratica o ballet trainning há um ano e oito meses. “Já sonhei em fazer ballet mas não tinha condições financeiras, então, não pude fazer quando criança. Não tinha conhecimento algum sobre ballet e nem facilidade em danças, mas a professora [Laiane] me incentivou. O ballet trainning me ajuda mentalmente, é delicioso e relaxa muito. Além disso, melhora a postura, tonifica os músculos, traz flexibilidade, autoestima e companhia”, conta.

A professora Tatiana Milani Modesto, 30, também faz aulas de ballet trainning. “Eu pratico o ballet há um ano e oito meses. Comecei porque amo dançar e sempre tive vontade de fazer ballet. Não tinha nenhum conhecimento sobre o ballet, porém, por gostar muito, tenho facilidade com dança. No começo, não fiquei com receio, mesmo achando um pouco difícil… Logo me apaixonei pela aula. O ballet trainning melhora minha flexibilidade, tonifica a musculatura, melhora a postura e trabalha a socialização; uma vez que a companhia que temos durante às aulas nos faz muito bem. Fazer ballet depois de adulta parece meio inconveniente, mas, com o ballet trainning essa imagem se desfaz, uma vez que os movimentos e exercícios são adaptados para que todos possam executá-los”, finaliza.


Matéria publicada no site Pagina Popular

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terça-feira, 4 de agosto de 2015

Restrição alimentar não funciona com adolescentes, avalia nutricionista



A transição entre a infância e a vida adulta é um momento de busca de identidade, no qual a aparência é um ponto fundamental para a aceitação dos adolescente em um grupo, por isso que os pais enfrentam dificuldades para que seus filhos mantenham o peso adequado sem impor uma restrição à alimentação e para que criem hábitos mais saudáveis.

De acordo com a a nutricionista Elaine Pádua, fazer o adolescente entender a importância de uma alimentação balanceada é muito difícil nessa faixa etária, pois esses jovens costumam se basear no comportamento do grupo social ao qual pertencem.

“Como eles normalmente convivem em grupos, querem parecer com os amigos. Por isso é preciso usar estratégias para fazê-los entender os benefícios que terão socialmente comendo melhor”, explicou Elaine.

A especialista ressalta que é muito difícil impor uma dieta restritiva para os adolescentes, mas é importante estimular o consumo de forma moderada e sem excessos.

“Os refrigerantes, por exemplo, são muito consumidos por esses jovens. Eles podem tomar, elegendo momentos para essa ingestão, além de incluir outras bebidas e alimentos na dieta”, recomenda.

Outra dica da nutricionista é não chamar atenção apenas para as doenças causadas por uma alimentação exagerada, pois esse argumento não é eficaz. Uma boa solução é abordar a estética do corpo e o bom desempenho na prática de esportes alinhados a uma alimentação equilibrada.

De acordo com a especialista, cabelo e acne são alguns dos fatores que convencem adolescentes a buscarem melhores hábitos alimentares.

Segundo Elaine, no período entre 15 e 19 anos, a combinação de exercícios físicos e uma alimentação balanceada auxilia na formação óssea dos adolescentes.

“É preciso entender que eles ainda estão em crescimento, então o hábito de pular algumas refeições é muito grave, podendo influenciar na fase de crescimento. No futuro, esses jovens estarão mais suscetíveis a doenças como a osteoporose”, detalhou a especialista.

E, como o exemplo é fundamental, os pais precisam praticar o que recomendam. “O mais importante é a família estar junto com os adolescentes durante a mudança de hábitos, influenciando os filhos a fazer escolhas alimentares mais conscientes”, reforçou Elaine.

Quanto à prática de atividade física, Elaine diz que é fundamental o bom desenvolvimento físico, já que além de outras coisas reduz o risco de obesidade.

“Muitos adolescentes, depois de começar a fazer esportes, conseguem manter um peso adequado”, afirmou.


Matéria publicada no site Terra

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Diabetes afeta mais de 14 milhões de pessoas, segundo o Ministério da Saúde



O percentual de pessoas diabéticas passou de 5,3% para 7,4% entre 2006 e 2012, segundo dados divulgados em 2013 pelo Ministério da Saúde. De acordo com a Federação Internacional de Diabetes – IDF, até 2025, o aumento mais expressivo na incidência do diabetes1 está previsto para os países em desenvolvimento.

Qualidade de vida e acompanhamento médico são fatores importantes para evitar maiores complicações.

O percentual de pessoas diabéticas passou de 5,3% para 7,4% entre 2006 e 2012, segundo dados divulgados em 2013 pelo Ministério da Saúde. De acordo com a Federação Internacional de Diabetes – IDF, até 2025, o aumento mais expressivo na incidência do diabetes1 está previsto para os países em desenvolvimento. Ter conhecimento a respeito do crescimento da doença, no entanto, não basta. É importante entender do que se trata e como prevení-la, para conviver bem com ela.

É bastante comum ouvir que pessoas diabéticas devem evitar a ingestão de açúcar, mas raramente se sabe o porquê dessa precaução. Em linhas gerais, para o bom funcionamento do organismo, células de diversas partes do corpo necessitam de muita energia, que é basicamente gerada pelo açúcar, uma caloria essencialmente útil para o corpo humano. Se esse açúcar, chamado glicose ultrapassar o limite de concentração, ele passa a ser nocivo ao ser humano. Surge, então, o diabetes, um grupo de doenças que, no Brasil, afeta cerca de 14 milhões de pessoas, e surgem 500 novos casos por dia, de acordo com o Ministério da Saúde.

Grande parte das pessoas que têm diabetes, no entanto, não sabe que tem a doença. Esse foi o caso da assistente de atendimento, Luana Soares, de 30 anos, que descobriu ter a doença em 2008, por acaso. “Quando meu primo, que é diabético, foi medir a glicemia dele, pedi que medisse a minha. Ela estava em 544″, comenta. “Quanto aos sintomas, só fui ligar uma coisa com a outra depois de realmente fazer exames e constatar que estava com diabetes”, conta.

Daniel Gentil, médico especialista em gestão da plataforma de saúde AbVita explica que sem o devido controle, o diabetes se torna grave. As altas taxas de glicose acumulada no sangue (hipergliciemia), podem, com o tempo, afetar rins, visão, nervos e até mesmo, às artérias do coração. Os mais comuns são Tipo 1 – Diabetes Mellitus Insulinodependente; Tipo 2 – Diabetes Melitus; e Diabetes Gestacional.

Mais qualidade de vida

“O diabetes pode ser controlado de forma que o portador tenha qualidade de vida, porém para que isso aconteça é importante a combinação de dois fatores: a conscientização do paciente quanto a importância de um estilo de vida saudável o acompanhamento médico. A plataforma de saúde AbVita permite que, através da tecnologia, o especialista tenha um controle dos dados clínicos do portador de diabetes e possa prescrever linhas de cuidados que orientam quais exames e mudanças no estilo de vida devem ser feitos para que a pessoa avaliada permaneça saudável por mais tempo”, explica Daniel Gentil.

O especialista destaca quatro hábitos importantes para que o portador de diabetes possa viver de forma saudável:

1. Alimente-se de forma consciente: Quando o assunto é a dieta ideal para quem tem o problema, existem muitos mitos, mas a verdade é que ela varia para cada diabético. Um plano alimentar completo só pode ser oferecido após uma visita a um profissional qualificado, que deverá observar os níveis glicêmicos e de colesterol, o peso, a atividade física do paciente, além, é claro, de suas preferências alimentares. No entanto, algumas recomendações são iguais para todos: Fazer três refeições por dia intercaladas com pequenos lanches; preferir alimentos integrais, pois eles são ricos em fibras, que melhoram a ação da insulina; trocar leite integral por desnatado e preferir derivados mais magros e evitar sucos naturais, que possuem muitas porções de frutas. Procure consumir a fruta como tal, sempre em pequenas porções, com preferência para as menos calóricas.

2. Mexa-se: Prática diária de exercícios físicos e adoção de hábitos saudáveis, como boa alimentação, ajudam a manter o peso (essas ações contribuem para a prevenção e o controle do diabetes, especialmente, ao tipo 2, relacionado ao sobrepeso e obesidade). Quanto ao Diabetes Mettilus Gestacional, o tratamento também vem com dieta e exercício, geralmente. Nos poucos casos em que estes não são suficientes para o controle glicêmico, o tratamento é realizado com insulina;

3. Evite o consumo de bebidas alcoólicas: O álcool pode ser muito prejudicial para o portador de diabetes uma vez que contém mais calorias que a glicose e pode causar inflamação aguda do pâncreas, agravando ainda mais a doença;

4. Não fume: O fumo deve ser evitado, pois é altamente nocivo aos diabéticos, já que provoca o estreitamento das artérias e pode acelerar as complicações da doença.

Para o estudante de Direito, Mike Sperandio Santos, de 17 anos, levar uma vida saudável já era algo rotineiro. “A chegada do diabetes apenas fortaleceu meus bons hábitos. Ao contrário do que as pessoas pensam, uma pessoa diabética que controla sua doença é saudável, pois faz exercícios físicos frequentemente e possui uma boa alimentação”, afirma. Portador de diabetes Tipo 1 desde 2009, ele diz que “se o diabético aprender a cuidar da doença, ela será sua aliada, proporcionando uma vida saudável, com boa alimentação e exercícios físicos, que só fazem bem ao corpo”.


Matéria publicada no site Bonde

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Ficar em pé contribui para saúde do coração



O simples fato de ficar em pé no lugar de sentar poderia contribuir para nos manter em boa saúde, segundo um estudo publicado na revista da Sociedade Europeia de Cardiologia, o European Heart Journal. A posição de pé permitiria assim melhorar os níveis sanguíneos de colesterol, gorduras e açúcares, marcadores biológicos de riscos cardiovasculares.

Segundo pesquisa, a posição permite melhorar os níveis sanguíneos de colesterol, gorduras e açúcares.

Passar mais tempo de pé e caminhar poderiam ter um efeito benéfico suplementar sobre a circunferência abdominal e o índice de massa corporal (IMC), que servem para medir o peso ideal.

“Inúmeros estudos mostraram que a atividade física reduz a mortalidade total, os acidentes e a mortalidade cardiovasculares, o diabetes tipo 2 (o mais frequente), a obesidade e diversos tipos de câncer” relembrou o professor Francisco Lopez-Jimenez da Mayo Clinic (Minnesota, Estados Unidos) em um comentário acompanhando o artigo. Mas “a luta contra o sedentarismo não pode se reduzir a aconselhar a fazer exercícios regularmente”, escreveu o médico, acrescentando que é igualmente importante promover comportamentos não sedentários na vida diária.

“Uma pessoa que caminha duas horas até o trabalho, que fica de pé durante quatro horas e que faz mais uma hora de tarefas cotidianas em casa queima mais calorias do que correndo durante uma hora”, explicou, evocando especialmente o interesse de colocar à disposição dos trabalhadores esteiras e adaptando os escritórios para permitir trabalhar de pé ou sentado.

Pesquisadores australianos equiparam com marcadores de atividade 782 homens e mulheres, com idades entre 36 e 80 anos, para determinar precisamente quanto tempo cada um passava dormindo, andando ou correndo e ficava sentado, deitado ou de pé.

Uma diminuição das gorduras sanguíneas (triglicerídeos) e um aumento do “bom” colesterol foram observados com uma redução do tempo sentado. A redução do tamanho da circunferência abdominal e do IMC só se mostrou significativa quando combinada à caminhada ou à corrida, ressaltaram os autores, que julgam necessários estudos complementares sobre o assunto.

Ao substituir todos os dias duas horas sentadas pela caminhada, o tamanho da cintura diminuiu em média cerca de 7,5 cm e o IMC de 11%.

Entretanto, ficar sentado não é ruim em si, na medida em que não passamos muito tempo na posição.

— Nossa mensagem é: levantem, fiquem menos tempo sentados e se mexam mais — afirmou a médica Genevieve Healy da universidade de Queensland (Austrália), que dirigiu o estudo.

Na Europa, os adultos são hoje muito sedentários e declaram passar em média 3,2 a 6,8 horas sentados por dia, segundo o estudo.


Matéria publicada no site Diário Gaúcho

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